Atividade

100527 - Construindo uma arqueologia Portugal/Brasil: Pessoas, materialidades e colonialismo

Período:
Quinta 09:00 às 12:00
Quinta 09:00 às 13:00
 
Descrição: 08 de abril: 1. Do barreiro à lixeira: cerâmica vidrada e não vidrada em Portugal, continuidades, rupturas e estruturas sociais. (Profa. Tânia Casimiro)

15 de abril: Inovação, apropriação cultural e contrafacção. A faiança portuguesa dos séculos XVI, XVII e XVIII. (Profa. Tânia Casimiro)

22 de abril: Consumo e globalização da cerâmica portuguesa e a propaganda imperial e colonial (Profa. Tânia Casimiro)
Pesquisadora convidada: Sarah Newsted (Atlas Coal Mine)
“O cenário Atlântico sobre a cerâmica comum portuguesa”

29 de abril: As cerâmicas Tupiniquim e Paulista: história, tecnologia e linguagem (Profa. Marianne Sallum)
Pesquisadorxs convidadxs:
Prof. Francisco Silva Noelli (UNIARQ - Universidade de Lisboa)
Profa. Ana Suelly Cabral (Laboratório de línguas indígenas - Universidade de Brasília-UNB)

06 de maio: Colonialismos, persistências e as relações no sistema atlântico
(Profa. Marianne Sallum)
Pesquisador convidado: a definir

13 de maio: Gênero, materialidade e agência
(Profa. Marianne Sallum)
Pesquisadora convidada: Célia Xakriabá (Universidade Federal de Minas Gerais)
“Gênero, cerâmica e colonialismo”



Bibliografia:

1) CASIMIRO, Tânia M. (2013). Faiança Portuguesa: datação e evolução crono-estilística. Revista Portuguesa de Arqueologia, 14, pp. 355-373.

2) CASIMIRO, Tânia M. (2020). Globalization, Trade and Material culture: Portugal’s role in the making of a multicultural Europe (1415-1806), Journal Post-Medieval Archaeology, 54(2), pp. 1-17 (doi: 10.1080/00794236.2020.1750239).

3) CASIMIRO, Tânia M.; HENRIQUES, J.P.; FILIPE, V.; BOAVIDA, C. (2018). Lead glazed ceramics in Lisbon (16th-18th centuries), In: Pereira, S.; Marluci, M.; Rodrigues, J. (eds) GlazeArt2018. International Conference Glazed Ceramics in Cultural Heritage, Lisboa: LNEC, p. 268-282.

4) CASIMIRO, Tânia M.; NEWSTEAD, S. (2019). 400 Years of water consumption: early modern pottery cups from Portugal, Ophiussa, 3, pp.125-133.

5) NOELLI, Francisco, SALLUM, Marianne, 2019. A cerâmica paulista: cinco séculos de persistência de práticas Tupiniquim em São Paulo e Paraná. Brasil. Mana Estud. Antropol. Soc. 25, 701–742. https://doi.org/10.1590/1678-49442019v25n3p701.

6) PANICH, Lee (2013). Archaeologies of persistence: reconsidering the legacies of colonialism in Native North America. American Antiquity 78(1): 105–122. https://doi.org/10.7183/0002-7316.78.1.105.

7) RODRIGUES, Aryon e CABRAL, Ana Suelly (2012). Tupían. In Campbell, L. and Grondona, V. (eds.), The Indigenous Languages of South America, Vol. 2. Mouton de Gruyter, Berlin, pp. 495-574. https://amerindias.github.io/referencias/camgro12southamerica.pdf.

8) SALLUM, Marianne, NOELLI, Francisco, (2021). “A pleasurable job”… Communities of women ceramicists and the long path of Paulistaware in São Paulo. Journal of Anthropological Archaeology 61 https://doi.org/10.1016/j.jaa.2020.101245

9) SILLIMAN, Silliman (2020). Colonialism in Historical Archaeology. In: ORSER, C. E. et al. (Eds.). Handbook of Global Historical Archaeology. London: The Routledge.

10) XAKRIABÁ, Célia. (2020) Amansar o giz. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, número 14, 110 - 117, 2020

Carga Horária:

30 horas
Tipo: Obrigatória
Vagas oferecidas: 296
 
Ministrantes: Marianne Sallum
Tânia Manuel de Oliveira Alves Sequeira e Casimiro


 
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