Disciplina Discipline EAC5925
Métodos de Pesquisa em Contabilidade II

Área de Concentração: 12136

Concentration area: 12136

Criação: 23/02/2021

Creation: 23/02/2021

Ativação: 23/02/2021

Activation: 23/02/2021

Nr. de Créditos: 8

Credits: 8

Carga Horária:

Workload:

Teórica

(por semana)

Theory

(weekly)

Prática

(por semana)

Practice

(weekly)

Estudos

(por semana)

Study

(weekly)

Duração Duration Total Total
4 2 2 15 semanas 15 weeks 120 horas 120 hours

Docentes Responsáveis:

Professors:

Janette Brunstein

Joshua Onome Imoniana

Silvia Pereira de Castro Casa Nova

Objetivos:

Objetivos Gerais: • Desenvolver no(a) pós-graduando(a) senso crítico que lhe permita tomar decisões a respeito das oportunidades de uso (ou não) da metodologia científica qualitativa, dependendo da natureza do problema a ser investigado, bem como as habilidades necessárias à realização dos trabalhos de campo. • Orientar o(a) pós-graduando(a) no sentido de desenvolver e aprofundar suas competências em metodologia científica qualitativa, buscando contribuir para uma análise crítica e reflexiva da produção acadêmica na área de controladoria e contabilidade. Objetivos Específicos: • Conhecer os pressupostos filosóficos, fundamentos e principais tendências da pesquisa qualitativa em ciências sociais aplicadas, mais especificamente em controladoria e contabilidade. • Conhecer as principais modalidades de pesquisa qualitativa e sua contribuição para os estudos na área de controladoria e contabilidade. • Conhecer as principais técnicas ou conjunto de técnicas de coleta e análise de evidências disponíveis para o estudo de um determinado problema. • Identificar e compreender os principais passos envolvidos na condução de um estudo qualitativo. Estratégias de ensino e aprendizagem: • As aulas serão conduzidas a partir de uma discussão oral dialogada sobre os textos indicados nas leituras básicas (debates em sala, com discussões em pequenos grupos e/ou em plenária). Por isso, a leitura, reflexão e preparação prévias são parte essencial do aprendizado na disciplina. • Durante o semestre, serão realizadas palestras de pesquisadores(as) convidados(as), especialistas nas metodologias a serem debatidas em aula. • O(a)s participantes desenvolverão em grupos um trabalho empírico baseado em entrevistas e observações e compartilharão o andamento do projeto em apresentações em aula. • É imprescindível a leitura dos textos indicados para cada encontro.

Justificativa:

Histórico, tradições e fundamentos teóricos da investigação qualitativa. Diferentes tipos de métodos qualitativos na pesquisa em controladoria e contabilidade. Procedimentos usuais de coleta de dados. Análise de dados nos estudos qualitativos. O planejamento da pesquisa qualitativa e a elaboração do projeto. A redação do estudo qualitativo. Redes de pesquisa e fronteiras de pesquisa.

Conteúdo:

Conteúdo Programático: 1. Paradigmas orientadores da pesquisa qualitativa 2. Reflexões críticas sobre a pesquisa qualitativa (Planejamento, proposição e execução) 3. Estudo qualitativo básico ou genérico 4. Entrevista enquanto recurso fundamental de coleta de dados 5. Biografia e história de vida 6. Estratégias básicas de análise de dados qualitativos 7. Pesquisa Etnográfica e Observação participante 8. Estudo de caso 9. Teoria Fundamentada nos Dados (Grounded Theory) 10. Análise de Narrativas 11. Análise de Discurso 12. Fenomenografia 13. Redes de pesquisa e fronteiras de pesquisa Modalidade de oferta do curso: presencial, síncronas online ou híbrido O curso poderá ser oferecido nas modalidades presencial, online e híbrida. No caso das modalidade online e híbrida, os encontros síncronos serão realizados em uma plataforma como o Zoom ou o GoogleMeet. Nos dias de aula, pedimos que todas as pessoas se conectem com 15 minutos de antecedência. Solicitamos que entrem em sala com a câmera e o microfone abertos. Como etiqueta de participação, pedimos que as pessoas que queiram falar sinalizem levantando a mão, usando o recurso específico que a ferramenta disponibiliza para isso. Lembrem também de usar ativamente o chat. Ao fazer sua participação, pedimos que sempre que possível, acione sua câmera e microfone e faça de viva-voz. Se não foi possível fazer assim, utilize a caixa de mensagens (chat). Orientações para o Trabalho Intermediário A A seguir apresentamos um panorama da primeira apresentação do trabalho intermediário que ocorrerá conforme cronograma da disciplina. Cada trio (em princípio) deve preparar uma apresentação (por volta de seis a oito slides) apontando: - Objetivo da pesquisa; - Número de entrevistas realizadas (mínimo de uma por integrante do grupo); - Critérios de escolha das pessoas entrevistadas; - Perfil dessas pessoas; - Processo de realização da(s) entrevista(s) (contrato: agendamento, local - Skype, GoogleMeet, Zoom, WhatsApp, Messenger; pós-entrevista; duração; desenvolvimento: relato geral da experiência e recursos de suporte - para gravação e registro); - Roteiro/Guia de entrevista (se houve modificação ou complementação do roteiro original e porquê); - Transcrição (procedimentos, tempo dispendido); - Principais dificuldades e/ou dúvidas que surgiram durante o processo (apresentar trechos da entrevista que as exemplifique); - Aprendizado com a experiência das entrevistas e transcrição. Orientações para o Trabalho Intermediário B No penúltimo encontro, será feita uma segunda apresentação do trabalho intermediário B, que acontecerá em aula conforme o cronograma. O esquema de tempo será: cerca de 10 minutos para apresentar e 10 minutos para comentários. Devem ser contemplados os seguintes itens: 1. Objetivo do estudo 2. Tipo de estratégia de pesquisa qualitativa considerada para o estudo 3. Participantes (resumo do perfil das pessoas entrevistadas da dupla/trio) 4. Construção de dados: se houve alguma modificação no processo de realização das entrevistas subsequentes à primeira apresentação 5. Tratamento de dados (foquem mais aqui...) 6. Autor(a)(es/as) escolhido(a/s) para fundamentar a análise 7. Resultados obtidos até o momento: quadro de categorização e primeiras análises a partir dos resultados (com utilização de software ou sem...) 8. Dificuldades encontradas no processo de análise. Tragam uma cópia impressa dos slides no dia da apresentação para os professores. Estrutura do Trabalho Final Orientações Gerais: O trabalho deve ser elaborado considerando os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais pertinentes a todo trabalho acadêmico. Formatação: A4, margens 3 sup-3 esq-2 inf-2 dir, Times New Roman 12, espaço 1,5, alinhamento justificado, parágrafo com recuo 1ª linha, sem espaço entre parágrafos, paginação superior direita, seguindo normas atuais da APA. Orientações específicas sobre os conteúdos textuais: Introdução Nesta seção contextualize o estudo, explicitando o objetivo geral. Referencial Metodológico Apresentem a natureza da pesquisa qualitativa e a estratégia de pesquisa escolhida, justificando-a. Relatem, detalhadamente, os procedimentos de construção de dados (tipo de entrevista, roteiro, local de realização, forma de condução, perfil das pessoas entrevistadas, etc.). Apresentem e justifiquem a estratégia de análise de dados adotada. Descrevam, em profundidade, os procedimentos de análise. Apresentação, Análise e Interpretação de Resultados Além da apresentação de quadros contemplando a categorização das falas, elaboração de mapas mentais, modelos, etc., é preciso redigir a análise e interpretação. Considerações Finais Sobre os Apêndices Incluam, obrigatoriamente, o roteiro e todas as entrevistas transcritas na íntegra, deixando claro quem da dupla/trio foi o/a entrevistador/a. Lembrem-se de disfarçar o nome dos entrevistados, de forma a manter o sigilo combinado com os/as participantes. Orientações para o Compartilhamento da experiência de observação Cada pessoa deve realizar uma experiência de observação segura, a partir de reuniões ou encontros profissionais e/ou acadêmicos gravados (p.e. reuniões de Conselho Universitário da USP ou da Congregação da FEARP/USP, vídeos de apresentação de eventos online como QRCA 2018, CPA 2020, CUSP 2020, ou outros conforme seu interesse de pesquisa e possibilidade). Realizar a observação e organizar as notas em uma vídeo-apresentação que aponte: - Fenômeno escolhido, lembrando que a escolha foi deixada em aberto, como foi feito o registro das observações, categorizando as observações ou fazendo uma análise holística. - O objetivo é apurar o “olhar qualitativo” e ter uma experiência em observação. Compartilhar sua vídeo-observação no Laboratório de Avaliação no Moodle e avaliar a vídeo-observação de dois/duas colegas. Na aula indicada no cronograma, as dez propostas mais bem avaliadas serão apresentadas/discutidas com a turma. PROGRAMAÇÃO DOS ENCONTROS Encontro 1 Conteúdo Leituras Atividades Apresentação e discussão do programa 1. Paradigmas orientadores da pesquisa qualitativa 2. Reflexões críticas sobre a pesquisa qualitativa 3. Estudo qualitativo básico ou genérico Básicas a) GEPHART, R. (2004). From the editors: qualita-tive research and the Academy of Management Journal. Academy of Management Journal, 47(4), p. 454-461. b) MERRIAM, S. B. (2002). Qualitative research in practice. Examples for discussion and analy-sis. San Francisco: Jossey-Bass,. p. 37-39. c) Crotty, M. (1998). The foundations of social research: Meaning and perspective in the research process. Sage. Cap. 1: Introduction - The Research Process. d) Major, Maria João. (2017). O positivismo e a pesquisa ‘alternativa’ em Contabilidade. Revista Contabilidade & Finanças, 28(74), 173-178. https://dx.doi.org/10.1590/1808-057x201790190 Adicionais e) SILVA, C. N. (2020). Métodos de pesquisa. In: CASA NOVA, S. P. C.; NOGUEIRA, D.; LEAL, E. A.; MIRANDA, G. J. TCC Trabalho de conclusão de curso: uma abordagem leve, divertida e prática. São Paulo: Saraiva Uni. p. 78-90 f) Chua, W. F. (1986). Radical developments in accounting thought. The Accounting Review, 61(4) (Oct., 1986), pp. 601-632 g) Chapman, C. S. (2012). Framing the issue of research quality in a context of research diversi-ty. Accounting Horizons, 26(4), 821-831. h) BRUNSTEIN, J.; SERRANO, C. A.. Vozes da diversidade: um estudo sobre as experiências de inclusão de gestores e PcDs em cinco empresas paulista. Cadernos EBAPE.BR, 6(3), p.1-27, 2008. Leitura dos textos básicos e discussão dialogada em sala de aula. Escolha inicial dos temas para o trabalho empírico: - Vida acadêmica como um todo (identidade, work-life conflict, socialização, incivilidade); - Academia que temos, academia que queremos (rankings, redes e grupos de pesquisa, tribos acadêmicas, temas e linhas de pesquisa, ritos, incivilidade e sua relação com rigor e excelência). Formação dos grupos de trabalho. &#8195; Encontro 2 Conteúdo Leituras Atividade 4. A entrevista enquanto recurso fundamental de coleta de dados Básicas a) GODOI, C. K.; MATTOS, P. L. C. L. de. Entrevista qualitativa: instrumento de pesquisa e evento dialógico. In: SILVA, A. B. da; GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 301-323. b) Hsiao, J. (2013). Abordagem geracional dos fatores de escolha de carreira em ciências contábeis. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo. doi:10.11606/D.12.2013.tde-21112013-162549 (Ler o Capítulo Procedimentos Metodológicos, principalmente a seção 3.2) c) Dai, N. T., Free, C., & Gendron, Y. (2019). Interview-based research in accounting 2000–2014: Informal norms, translation and vibrancy. Management Accounting Research, 42, 26-38. d) Lima, J. P. R.; Silva, V. R.; Leal, E. A. Análise do uso de entrevistas em trabalhos científicos de Contabilidade no Brasil no período de 2010 a 2019. In: XX USP International Conference in Accounting. Anais do… São Paulo. [https://congressousp.fipecafi.org/anais/Anais2020/ArtigosDownload/2564.pdf] e) Lima, J. P. R., Farias, R. S., Vendramin, E. O., & Casa Nova, S. P. C. (2017). Ensina-me a orientar”: o papel da relação de orientação na construção do ser orientador. In: XX SEMINÁRIOS DE ADMINISTRAÇÃO, Anais do… São Paulo. [http://login.semead.com.br/20semead/arquivos/1688.pdf] Complementares f) Silva, S. M. C. (2020). Entrevistas individuais. In: Casa Nova, S. P. C.; Nogueira, D.; Leal, E. A.; Miranda, G. J. TCC Trabalho de conclusão de curso: uma abordagem leve, divertida e prática. São Paulo: Saraiva Uni. p. 180-198 g) Hsiao, J. (2020). Entrevistas em grupo (focus group). In: Casa Nova, S. P. C.; Nogueira, D.; Leal, E. A.; Miranda, G. J. TCC Trabalho de conclusão de curso: uma abordagem leve, divertida e prática. São Paulo: Saraiva Uni. p. 199-215. Adicional Adicionais h) Lupu, I., & Empson, L. (2015). Illusio and overwork: playing the game in the accounting field. Accounting, Auditing & Ac-countability Journal, 28(8), 1310-1340. i) Knights, D., & Clarke, C. A. (2013). It’s a bittersweet sym-phony, this life: Fragile academic selves and insecure identities at work. Organization Studies, 0170840613508396. j) OLIVEIRA, M.; FREITAS, H. Focus group: instrumentalizando seu planejamento. In: SILVA, A. B. da; GODOI, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R. Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006, p. 325-346. k) FONTANA, A., & FREY, J. H. (2000). The interview: From structured questions to negotiated text. Handbook of qualitative research, 2(6), 645-672. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula. Compartilhar a questão de pesquisa e as primeiras ideias em aula. Relato de pesquisadores que usam entrevistas em suas pesquisas Entrevista simulada em aula &#8195; Encontro 3 Conteúdo Leituras Atividade 5. Biografia e história de vida Origens e contribuições Debates contemporâneos Possibilidades de aplicação em administração Básica a) Silva, S. M. C. D., & Casa Nova, S. P. C.(2018). Pesquisa qualitativa ou qualidade em pesquisa? Um exemplo de contribuição sócio-humanista em pesquisa contábil. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 13(1), 120-141. b) Haynes, K. (2010). Other lives in accounting: critical reflections on oral history methodology in ac-tion. Critical Perspectives on Accounting, 21(3), 221-231 c) Closs, L. Q., & Rocha-de-Oliveira, S. (2015). História de vida e trajetórias profissionais: estudo com executivos brasileiros. Revista de Administração Contemporânea, 19(4), 525-543. Adicionais d) Dambrin, C., & Lambert, C. (2012). Who is she and who are we? A reflexive journey in research into the rarity of women in the highest ranks of accountancy. Critical Perspectives on Accounting, 23(1), 1-16. e) Closs, L.Q.; Antonello, C. S. (2011). O uso da história de vida para compreender processos de aprendizagem gerencial. Revista de Administração Mackenzie, 12(4), p. 44-74. f) Jaime, P.; Godoy, A. S.; Antonello C. S. (2007). História de vida: origens, debates contemporâneos e possibilidades no campo da administração. In: Encontro de ensino e pesquisa em administração e contabilidade- EnEPQ, I, Anais ... Recife. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula. Refletir sobre as possibilidades de histórias de vida e biografias na pesquisa contábil no Brasil. Primeira versão do guia de entrevistas para ser compartilhada e discutida em aula pelos grupos. Relato de um/a pesquisador/a que investiga a academia. &#8195; Encontro 4 Conteúdo Leituras básicas Atividade 6. Pesquisa Etnográfica e observação participante Origens e contribuições Debates contemporâneos Possibilidades de aplicações em controladoria e conta a) Costa, R., & Fonseca, A. (2017). A Utilização da Etnografia na Pesquisa em Contabilidade.. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 13(1), 40-56. doi:https://doi.org/10.21446/scg_ufrj.v13i1.14173 b) Jaime, P. (2003). Pesquisa em organizações: por uma abordagem etnográfica. Civitas, 3(2), p.437-456. b) Vergara, S. C. (2005). Netnografia. In: Vergara, S. C.. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, p. 195-202. c) Vergara, S. C. (2005). Fotoetnografia. In: Vergara, S. C.. Métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, p. 92-100. d) Lima, J. P. R.; Carmo, L. M. & Casa Nova, S. P. C.. “As aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá?”: uma autoetnografia na pandemia a partir de um triálogo entre Sul e Norte no olhar do Sul. In: XX USP International Conference in Accounting. Anais do… São Paulo. [https://congressousp.fipecafi.org/anais/Anais2020/ArtigosDownload/3037.pdf] Adicionais e) Gendron, Y. (2019). Mantendo-se fiel ao contexto. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 14(4), 80-95. [https://revistas.ufrj.br/index.php/scg/issue/view/1372] f) Yassour-Borochowitz, D. (2012). ‘Only If She Is Sexy’: An Autoethnography of Female Researcher–Male Participants Relations. Equality, Diversity and Inclusion: An International Journal, 31(5/6), 402-417. g) Brunstein, J.; Jaime, P. (2009). Da estratégia individual à ação coletiva: grupos de suporte e gênero no contexto da gestão da diversidade. RAE-eletrônica, 8(2), art. 9, jul./dez. 2009. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula. Compartilhar a reflexão sobre o perfil das pessoas a serem entrevistadas. Relato de um/a pesquisador/a que investiga a academia. &#8195; Encontro 5 Conteúdo Leituras Atividade Trabalho Intermediário – Parte A Não há Apresentação da experiência da entrevista e transcrição. Os arquivos com a apresentação e com as transcrições deverão ser enviadas previamente pelos grupos no Moodle. Encontro 6 Conteúdo Leituras Atividade 7. Estudo de caso Origens e contribuições Debates contemporâneos Possibilidades de aplicações em administração e contabilidade Básicas a) Nogueira, D. R.; Casa Nova, S. P. C. (2015). Vento da Mudança: uso de Ambientes Virtuais no Ensino Presencial em Contabilidade (Resumido). In L. E. Afonso; E. A. Machado. Tecnologia, Educação e Contabilidade (pp. 39-112). São Paulo: Atlas. b) www.danielnogueira.com.br/resumo_tese.pdf c) Eisenhardt, K. M. (1989). Building theories from case study rese-arch. Academy of management review, 14(4), 532-550. d) Eisenhardt, K.M. and Graebner, M.E. (2007).Theory building from cases: Opportunities and challenges. Academy of Management Journal, Academy of Management, 50(1), pp. 25–32. doi:10.5465/AMJ.2007.24160888 e) Lima, J. P. R. Estudo de caso. In: TCC - Trabalho de conclusão de curso: uma abordagem leve, divertida e prática. São Paulo: Saraiva Uni, p. 111-133. Adicionais f) Godoy, A. S. (2006). Estudo de Caso Qualitativo. In: SILVA, A. B. da; Godoi, C. K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R. Pesquisa Qua-litativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, p. 115-146. g) Cooper, D. J., & Morgan, W. (2008). Case study research in ac-counting. Accounting Horizons, 22(2), 159-178. h) Frezatti, F., Carter, D. B., & Barroso, M. (2014). Accounting without accounting: Informational proxies and the construction of organisational discourses. Accounting, Auditing & Accountability Journal, 27(3), 426-464. i) Espejo, M. M. D. S. B., & Eggert, N. S. V. (2017). Não deu certo por quê? Uma aplicação empírica da extensão do modelo de Burns e Scapens no âmbito da implementação de um departamento de controladoria. Revista Contabilidade & Finanças, 28(73), 43-60. j) Sonenshein, S. (2010). We’re changing – or are we? Untangling the role of progressive, regressive, and stability narratives during strategic change implementation. Academy of Management Journal, 53(3), p.477-512. k) Moll, J., & Hoque, Z. (2011). Budgeting for legitimacy: The case of an Australian university. Accounting, Organizations and Socie-ty, 36(2), 86-101. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula. Compartilhar a escolha da observação segura. Relato de um/a pesquisador/a que investiga a academia. &#8195; Encontro 7 Conteúdo Leituras básicas Atividade 9. Análise de dados observacionais O caderno de observação Reflexividade a) SERVA, M.; JAIME, P. (1995). Observação participante e pesquisa em administração: uma postura antropológica. Revista de Administração de Empresas, 35(1). Leitura do texto No Moodle: Compartilhamento e avaliação por pares da vídeo-observação Em aula: Compartilhamento das experiências de vídeo-observação mais bem avaliadas pelos pares Encontro 8 Conteúdo Leituras básicas Atividade 8. Teoria Fundamentada nos Dados (Grounded Theory) Básicas a) O’Reilly, K.; Paper, D.; Marx, S. (2012). Demystify-ing Grounded Theory for Business Research. Organi-zational Research Methods, 15 (2), p. 247-262. b) Charmaz, K. (2006). Constructing grounded theory. Thousand Oaks: Sage, cap. 5 c) Walker, D. & Myrick, F. (2006). Grounded theory: an exploration of process and procedure. Qualitative Health Research, 16(4), April, p. 547-559 d) Silva, C. N.; Casa Nova, S. P. C. (2020). Conte comigo! Características da consultoria contábil aos pequenos negócios. Artigo aprovado para apresentação no XLIV ENCONTRO DA ANPAD - EnANPAD 2020. Adicionais e) Suddaby, R. (2006). From the editors: What grounded theory is not. Academy of management journal, 49(4), 633-642. f) Silva, C. N. (2015). Conte comigo! Características da consultoria contábil aos pequenos negócios. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12136/tde-18012016-161033/ g) Miguel, L. A. P. A semiótica do compartilhamento do conhecimento tácito em uma organização cooperativa: uma perspectiva integradora. Universidade Presbiteriana Mackenzie, MACKENZIE, Brasil. a) Frezatti, F., do Nascimento, A. R., Junqueira, E., & Relvas, T. R. S. (2011). Processo orçamentário: uma aplicação da análise substantiva com utilização da grounded theory. Organizações & Sociedade, 18(58). Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula. Relato de um/a pesquisador/a que investiga a academia. &#8195; Encontro 9 Conteúdo Leituras básicas Atividade 10. Análise de Narrativas Básica a) Dornelles, O. M., & Sauerbronn, F. F. (2019). Narrativas: Definição e Aplicações em Contabilidade. Sociedade, Contabilidade e Gestão, 14(4), 19-37. b) Riessman, C. K. (2005). Narrative Analysis. In: Narrative, Memory & Everyday Life. University of Huddersfield, Huddersfield., pp. 1-7. Disponível em: <http://eprints.hud.ac.uk/4920/>. Acesso em: 01 nov. 2011 c) Rhodes, C.; Brown, A. (2005). Narrative, organiza-tions and research. International Journal of Management Reviews, 7(3), p.167-188. d) Llewellyn, S. (1999). Narratives in accounting and management research. Accounting, Auditing & Accountability Journal, 12(2), 220-237. Adicionais e) Zaccarelli, L. M. & Godoy, A. S. (2013). “Deixa eu te contar uma coisa…”: possibilidades do uso de narrativas e sua análise nas pesquisas em organizações. RGO Revista de Gestão Organizacional, 6(ed esp), p.25-36. f) Carletti, Raquel Menezes. Aprendizagem organizacional em empreendimentos contemplados por um programa de incubação. Dissertação de mestrado (Mestrado em Administração de Empresas) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2018. Procedimentos Metodológicos, pp. 44-59. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula; Compartilhar dores e alegrias das experiência com as entrevistas. Narrativas acadêmicas nas redes (A doutoranda, Bolsistas Capes, Shit that academic says, PhD Com-ics, Diversity in Academia - aceitamos sugestões) &#8195; Encontro 10 Conteúdo Leituras básicas Atividade 11. Estratégias básicas de análise de dados qualitativos a) Hesse-Biber, S. N. (2017). The Practice of qualitative research: engaging students in the research process. 3rd ed. Los Angeles: Sage. Cap. 11 - Analysis and in-terpretation of qualitative data. pp. 337-367. b) Lage, M. C. (2011). Utilização do software NVivo em pesquisa qualitativa: uma experiência em EaD. Educação Temática Digital, Campinas, v.12, n.esp., p.198-226, mar. c) KING, N. (2004). Using templates in the thematic analyses of text. In: CASSELL, C.; SYMON, G. (ed.) Essential guide to qualitative methods in organiza-tional research. London: SAGE,. pp. 256-270. Adicionais d) FLORES, J. G. Análisis de datos cualitativos: aplica-ciones a la investigación educativa. Barcelona: PPU, 1994. pp. 7-107. e) Lage, M. C.; Godoy, A. S. (2008). O uso do computador na análise de dados qualitativos: questões emergentes. Revista de Administração Mackenzie, edição especial, 9(4), p.75-98. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula. Instalar o demo do software no computador pessoal para utilizar em sala de aula. Encontro 11 Conteúdo Leituras básicas Atividade 12. Análise de discurso a) Hardy, C. 2001. Researching organizational discourse. International Studies of Management & Organization, 31(3), 25-47. b) Phillips, N.; OSWICK, C.. (2012). Organizational discourse: Domains, Debates, and Directions. The Academy of Management Annals, 6(1), p. 435–481, jun. c) Leão, A. L. M. D. S., Ferreira, B. R. T., & Gomes, V. P. D. M. (2016). Um “elefante branco” nas dunas de Natal? Uma análise pós-desenvolvimentista dos discursos acerca da construção da Arena das Dunas. Revista de Administração Pública, 50(4), 659-688. d) Oliveira, C. R. D., Valadão Júnior, V. M., & Miranda, R. (2013). Culpada ou inocente? Comentários de internautas sobre crimes corporativos. Revista de Administração de Empresas, 53(6), 617-628. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula; Encontro 12 Conteúdo Leituras Atividade 13. Fenomenografia a) MARTON, F. (1994). Phenomenography. In: TORSTEN, H.; NEVILLE, P. The International En-cyclopedia of Education. 2. ed., v. 8, Pergamon, b) SANDBERG, J. (2000). Understanding human com-petence at work: an interpretative approach. Academy of Management Journal, 43(1), p. 9-25. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula; Encontro 13 Conteúdo Leituras básicas Atividade 14. Redes e fronteiras de pesquisa Básicas a) Gendron, Y., & Rodrigue, M. (2019). On the centrali-ty of peripheral research and the dangers of tight boundary gatekeeping. Critical Perspectives on Ac-counting, 102076. b) Michelon, G. (2020). Accounting research boundaries, multiple centers and academic empathy. Critical Perspectives on Accounting, 102204. c) Dias, A., Ruthes, S., Lima, L., Campra, E., Silva, M., de Sousa, M. B., & Porto, G. (2019). Network cen-trality analysis in management and accounting sci-ences. RAUSP Management Journal. d) Hopper, Trevor. (2016). O academicismo em contabilidade e a gestão por números. Revista Contabilidade & Finanças, 27(71), 144-148. https://dx.doi.org/10.1590/1808-057x201690110 e) Alcadipani, R. (2011). Academia e a fábrica de sardinhas. Organizações & Sociedade, 18(57). f) Vachhani, S. J., & Pullen, A. (2019). Ethics, politics and feminist organizing: Writing feminist infrapolitics and affective solidarity into everyday sexism. Human Relations, 72(1), 23-47. g) Plotnikof, M., Bramming, P., Branicki, L., Christensen, L. H., Henley, K., Kivinen, N., ... & Pullen, A. (2020). Catching a glimpse: Corona&#8208;life and its micro&#8208;politics in academia. Gender, Work, and Organization. Leitura dos textos básicos para discussão dialogada em sala de aula; Relato de um/a pesquisador/a que investiga a academia: Mary Vera-Colina e a experiência do Interges. Encontro 14 Conteúdo Leituras básicas Atividade Trabalho Intermediário – Parte B Não há Apresentação da análise das entrevistas Diários de aprendizagem Não há Leitura dos textos produzidos pelos alunos em plenária Encontro 15 Conteúdo Leituras básicas Atividade 15. Que academia temos, que academia queremos? a) Courpasson, D. (2013). On the erosion of ‘pas-sionate scholarship’. Organization Studies, v. 34, n. 9, p. 1243-1249. b) Gendron, Y. (2008). Constituting the academic performer: the spectre of superficiality and stagnation in academia. European Accounting Review, 17(1), 97&#8208;127. c) Pullen, A. (2018). Writing as labiaplasty. Organi-zation, 25(1), 123-130. d) Anzaldúa, G. (2000). Falando em línguas: uma carta para as mulheres escritoras do terceiro mundo. Revista Estudos Feministas, 8(1), 229. e) Chowdhury, R. 2017. Rana Plaza fieldwork and academic anxiety: Some reflections. Journal of Management Studies, 54(7), 1111-1117. f) Raineri, N. 2015. Business doctoral education as a liminal period of transition: Comparing theory and practice. Critical Perspectives on Accounting, 26, 99-107. g) Malsch, B., & Tessier, S. (2015). Journal ranking effects on junior academics: Identity fragmentation and politicization. Critical Perspectives on Accounting, 26, 84-98. h) Tuttle, B., & Dillard, J. (2007). Beyond competi-tion: Institutional isomorphism in US accounting research. Accounting Horizons, 21(4), 387-409. i) Moizer, P. (2009). Publishing in accounting jour-nals: A fair game? Accounting, Organizations and Society, 34(2), 285-304. Cada pessoa escolhe um artigo refletindo a sua experiência acadêmica ou a academia que quer Relato de um/a pesquisador/a que investiga a academia: Camilla Soueneta do Nascimento Nganga - No Women, no Cry.

Forma de Avaliação:

A avaliação da aprendizagem do(a) pós-graduando(a) levará em consideração: • Participação em sala nas discussões, mediante leitura prévia dos textos e em outra

Observação:

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Bibliografia:

A avaliação da aprendizagem do(a) pós-graduando(a) levará em consideração: • Participação em sala nas discussões, mediante leitura prévia dos textos e em outras atividades eventualmente propostas (peso 10); • Relato sobre o processo individual de aprendizagem em pesquisa qualitativa (peso 15); • Observação segura (peso 20); • Trabalhos intermediários (Apresentação em aula - peso 20); • Trabalho final (Escrito - peso 35).