Disciplina Discipline RPP5724
Metodologia Científica

Scientific methodology

Área de Concentração: 17144

Concentration area: 17144

Criação: 05/08/2019

Creation: 05/08/2019

Ativação: 05/08/2019

Activation: 05/08/2019

Nr. de Créditos: 5

Credits: 5

Carga Horária:

Workload:

Teórica

(por semana)

Theory

(weekly)

Prática

(por semana)

Practice

(weekly)

Estudos

(por semana)

Study

(weekly)

Duração Duration Total Total
2 7 6 5 semanas 5 weeks 75 horas 75 hours

Docentes Responsáveis:

Professors:

Marisa Marcia Mussi

Edson Zangiacomi Martinez

Fabio Carmona

Objetivos:

Introduzir o aluno aos princípios básicos e estado da arte do método científico,inferências causal e estatística, além de desenhos de estudos observacionais e experimentais em humanos, estimulando-o assim no desenvolvimento da capacidade crítica e auxiliando-o a planejar estratégias(desenhos de estudo) para o desenvolvimento de pesquisas cientificas.

Justificativa:

O entendimento do método científico ( estágio atual e limitações) e dos processos de inferência causal e estatística são fundamentais na formação de qualquer profissional, principalmente, na formação de pesquisadores. Estes conhecimentos possibilitam o desenvolvimento na elaboração de pesquisa científica e da capacidade crítica de leitura de artigos científicos.

Conteúdo:

Princípios básicos do método cientifico e estado atual da ciência. Ética em pesquisas laboratoriais e em humanos. Inferência causal vs estatística. Tipos de estudos epidemiológicos e clínicos. Validade interna e externa de estudos. Medidas de freqüência e de associações de doenças. Vieses em estudos: o papel da chance, fatores de confusão, e erros de medidas. Análise crítica de artigos científicos. Aplicação dos conhecimentos de estatística na análise dos principais modelos de estudo.

Forma de Avaliação:

Desempenho nas atividades e seminários. Avaliação da Apresentação de artigos e projetos de pesquisas sob a forma oral e escrita. Prova de exercícios.

Observação:

Não há.

Bibliografia:

Cross, M. (2008). Policing plagiarism. BMJ, 336(Suppl S2), 0802060. https://doi.org/10.1136/sbmj.0802060 Enarson, D. A., Kennedy, S. M., & Miller, D. L. (2004). Choosing a research study design and selecting a population to study. The International Journal of Tuberculosis and Lung Disease, 8(9), 1151–1156. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15455605 Forder, P. M., Gebski, V. J., & Keech, A. C. (2005). Allocation concealment and blinding: When ignorance is bliss. Medical Journal of Australia, 182(2), 87–89. https://doi.org/for10877_fm [pii] Foster, R. L. (2006). Editorial: Guidelines for Assigning Authorship. Journal for Specialists in Pediatric Nursing, 11(4), 212–213. https://doi.org/10.1111/j.1744-6155.2006.00073.x Gordis, L. (2004). Measuring the Occurrence of Disease: I. Morbidity. In Epidemiology (3rd ed., pp. 32–47). Philadelphia: Elsevier Saunders. Gordis, L. (2004). Assessing the Validity and Reliability of Diagnostic and Screening Tests. In Epidemiology (3rd ed., pp. 71–94). Philadelphia: Elsevier Saunders. Hannan, E. L. (2008). Randomized Clinical Trials and Observational Studies. JACC: Cardiovascular Interventions, 1(3), 211–217. https://doi.org/10.1016/j.jcin.2008.01.008 Jepsen, P., Johnsen, S. P., Gillman, M. W., & Sørensen, H. T. (2004). Interpretation of observational studies. Heart, 90(8), 956–960. https://doi.org/10.1136/hrt.2003.017269 Kolahi, J., Bang, H., & Park, J. (2009). Towards a proposal for assessment of blinding success in clinical trials: up-to-date review. Community Dentistry and Oral Epidemiology, 37(6), 477–484. https://doi.org/10.1111/j.1600-0528.2009.00494.x Luiz, R. R., & Magnanini, M. M. F. (2000). The logic of sample size determination in epidemiological research. Cadernos Saúde Coletiva, 8(2), 9–28. Mann, C. J. (2003). Observational research methods. Research design II: cohort, cross sectional, and case-control studies. Emergency Medicine Journal, 20(1), 54–60. https://doi.org/10.1136/emj.20.1.54 Morgan, G. A., & Harmon, R. J. (2000). Research questions and hypotheses. Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 39(2), 261–263. https://doi.org/10.1097/00004583-200002000-00028 Ravani, P., Parfrey, P. S., Dicks, E., & Barrett, B. J. (2007). Clinical research of kidney diseases II: Problems of study design. Nephrology Dialysis Transplantation, 22(10), 2785–2794. https://doi.org/10.1093/ndt/gfm433 Riva, J. J., Malik, K. M. P., Burnie, S. J., Endicott, A. R., & Busse, J. W. (2012). What is your research question? An introduction to the PICOT format for clinicians. The Journal of the Canadian Chiropractic Association, 56(3), 167–171. Retrieved from http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22997465 Robiner, W. N. (2005). Enhancing adherence in clinical research. Contemporary Clinical Trials, 26(1), 59–77. https://doi.org/10.1016/j.cct.2004.11.015 Rothwell, P. M. (2010). Commentary: External validity of results of randomized trials: disentangling a complex concept. International Journal of Epidemiology, 39(1), 94–96. https://doi.org/10.1093/ije/dyp305 Steinbrook, R. (2009). Controlling Conflict of Interest — Proposals from the Institute of Medicine. New England Journal of Medicine, 360(21), 2160–2163. https://doi.org/10.1056/NEJMp0810200 Vickers, A. J. (2006). How to randomize. Journal of the Society for Integrative Oncology, 4(4), 194–198. Retrieved from https://linkinghub.elsevier.com/retrieve/pii/S088915910800264X Wagner, M. B., & Callegari-Jacques, S. M. (1998). Medidas de associação em estudos epidemiológicos: risco relativo e odds ratio. J Pediatr (Rio J), 74(3), 247–251. Wilson, J. M. (2009). Lessons learned from the gene therapy trial for ornithine transcarbamylase deficiency. Molecular Genetics and Metabolism, 96(4), 151–157. https://doi.org/10.1016/j.ymgme.2008.12.016