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Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Pró-Reitoria de Graduação - Cursos Interunidades
 
Pró-Reitoria de Graduação
 
Disciplina: PRG0016 - Laboratório de Inovação e Empreendedorismo
Laboratory of Innovation and Entrepreneurship

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 2
Carga Horária Total: 120 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2021 Desativação:

Objetivos
Objetivo geral: Fornecer referencial conceitual e prático para o processo de inovação e empreendedorismo (desde a concepção de uma ideia ou tecnologia até o desenho do modelo de negócio), com o intuito de introduzir uma nova ideia ou tecnologia no mercado de forma viável. Objetivos específicos: Estudar o processo de inovação e empreendedorismo por meio de um método disciplinado e estruturado, denominado “Jornada da Inovação de Modelo de Negócio”. Esse método é utilizado para o desenho de modelos de negócios inovadores, e pode ser aplicado em empresas estabelecidas e nascentes inovadoras (startups). Proporcinonar uma aplicação prática dos conceitos e técnicas relacionados à inovação e ao empreendedorismo. Contribuir para o desenvolvimento de competências empreendedoras e fomentar o desenvolvimento de empresas nascentes inovadoras (startups) oriundas da comunidade USP. Integrar os conceitos abordados em outras disciplinas relacionadas à inovação e empreendedorismo, tais como “Fundamentos em Empreendedorismo” e “Inovação e Empreendedorismo”, por meio da aplicação prática.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
1617538 - Marcelo Caldeira Pedroso
 
Programa Resumido
- Conceito de inovação de modelo de negócio. Processo de inovação e empreendedorismo (Jornada da inovação de modelo de negócio). - Primeiro ciclo do processo de inovação e empreendedorismo: da ideia ou da tecnologia à validação da oportunidade. - Segundo ciclo do processo de inovação e empreendedorismo: da oportunidade ao desenvolvimento e validação da solução. - Terceiro ciclo do processo de inovação e empreendedorismo: da solução ao desenvolvimento e validação do modelo de negócio.
 
 
 
Programa
Aula 01. Apresentação geral da disciplina. Conceito de inovação de modelo de negócio. Processo de inovação e empreendedorismo (Jornada da inovação de modelo de negócio). Aula 02. Ambição para inovar (intenção empreendedora). Perfil do empreendedor. Formação dos times de inovação. Aula 03. Compreensão dos pontos fortes. Descoberta (insight). Aula 04. Análise da cadeia de valor. Segmentos de clientes. Tamanho do mercado. Aula 05. Compreensão dos clientes. Problema a ser resolvido. Aula 06. Validação da oportunidade (ou do problema). Aula 07. Tipo do modelo de negócio. Especificação da solução. Aula 08. Proposta de valor. Posicionamento competitivo. Aula 09. Modelo de geração de receita. Desenvolvimento da solução. Aula 10. Validação da solução. Aula 11. Modelo econômico (previsto). Modelo de operações (parte 1). Aula 12. Modelo de operações (parte 2). Modelo de relacionamento com clientes. Aula 13. Modelo de inovação. Modelo de gestão. Aula 14. Modelo econômico (calculado). Modelo de negócio (inicial). Validação do modelo de negócio. Aula 15. Apresentação final (no formato de pitch gravado ou ao vivo): da concepção da ideia ou tecnologia até o desenho do modelo de negócio
 
 
 
Avaliação
     
Método
(1) Entregas intermediárias (sprints) (40%): - 13 Entregas intermediárias: Ei-01 a Ei-13. (2) Entrega final: - Apresentação no formato de pitch (da ideia/tecnologia ao modelo de negócio) (20%) - Relatório executivo final (da ideia/tecnologia ao modelo de negócio) (40%)
Critério
M = 0,4 * Ei + 0,2 * A + 0,4 * P Onde: M = média final Ei = média das entregas intermediárias (sprints) A = nota da apresentação final no formato de pitch P = nota do projeto (relatório executivo final)
Norma de Recuperação
Disciplina sem recuperação.
 
Bibliografia
     
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:  Aulet. B. (2013). Disciplined entrepreneurship: 24 steps to a succesful startup. Hoboken: John Wiley & Sons.  Blank, S., & Dorf, B. (2012). The startup owner´s manual: the step-by-step guide for building a great company. Pescadero: K&S Ranch.  Cleveland, B. (2019). Traversing the traction gap. New York: Radius Book Group.  Furr, N.; & Dyer, J. (2014). The innovator´s method: Bringing the lean startup into your organization. Boston: Harvard Business Review Press.  Gassmann, O., Frankenberger, K., & Csik, M. (2014). The business model navigator: 55 models that will revolutionise your business. Harlow, England: Pearson.  Osterwalder, A., & Pigneur, Y. (2010). Business model generation: a handbook for visionaries, game changers and challengers. Hoboken: John Wiley & Sons.  Pedroso, M.C. (2016). Modelo de negócios e suas aplicações em administração. (Tese de livre-docência). Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil.  Ries, E. (2011). The lean startup: How today's entrepreneurs use continuous innovation to create radically successful businesses. New York: Crown Business, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: A seguir, apresenta-se a bilbliografia complementar, específica por tema abordado na disciplina. Educação empreenderora.  Neck, H.M., & Greene, P.G. (2011). Entrepreneurship education: known worlds and new frontiers. Journal of Small Business Management, 49(1), 55-70.  Rasmussen, E.A., & Sørheim, R. (2006). Action-based entrepreneurship education. Technovation, 26 (2), 185-194. Conceito de modelo de negócio.  Magretta, J. (2002). Why business models matter. Harvard Business Review, 80(5), 86-92.  Johnson, M.W., Christensen, C.M., & Kagermann, H. (2008). Reinventing your business model. Harvard Business Review, 86(12), 50-59. Inovação de modelo de negócio.  Gassmann, O., Frankenberger, K., & Sauer, R. (2017). A primer on theoretically exploring the field of business model innovation. European Business Review, 2017(Jan-Feb), 45-48.  Girotra, K., & Netessine, S. (2014) Four paths to business model innovation. Harvard Business Review, 92(7-8), 97-103.  Nicolai J. Foss, N.J., & Saebi, T. (2017). Fifteen years of research on business model innovation. Journal of Management, 43(1), 200-227. Desenho do modelo de negócio.  Casadesus-Masanell, R., & Ricart, J.E. (2011). How to design a winning business model. Harvard Business Review, 89(1-2), 100-107.  Frankenberger, K., Weiblen, T., Csik, M., & Gassmann, O. (2013). The 4I-framework of business model innovation: A structured view on process phases and challenges. International Journal of Product Development, 18(3-4), 249–273.  Furr, N., & Dyer, J. (2014). The innovator´s method: Bringing the lean startup into your organization. Boston: Harvard Business Review Press.  Gassmann, O., Frankenberger, K., & Csik, M. (2014). The St. Gallen business model navigator. Working paper. University of St. Gallen. Disponível em: https://www.bmilab.com/business-model-navigator-full-paper.  Blank, S. (2013) Why the lean start-up changes everything. Harvard Business Review, 91(5), 64-72. Disponível em: http://hbr.org/2013/05/why-the-lean-start-up-changeseverything. Passo 0 Ambição para inovar. Intenção empreendedora.  Douglas, E., & Shepherd, D. (2000). Entrepreneurship as a utility-maximizing response. Journal of Business Venturing, 15(3), 231-251.  McMullen, J., & Shepherd, D. (2006). Entrepreneurial action and the role of uncertainty in the theory of the entrepreneur. Academy of Management Review, 31(1), 132-152.  Nabi, G. & Holden, R. (2008). Graduate entrepreneurship: intentions, education and training. Education + Training, 50(7), 545-551.  Nagji, B., & Tuff, G. (2012). Managing your innovation portfolio. Harvard Business Review, 90(5), 66-74. Perfil do empreendedor.  Driessen, M.P., & Zwart, P.S. (1999). The entrepreneur scan measuring characteristics and traits of entrepreneurs. Working paper, University of Groningen.  Kets de Vries, M.F.R. (1985). The dark side of entrepreneurship. Harvard Business Review, 63(6), 160-167.  Licht, R.H.G., Oliveira, P.S.G., & Ventura, V.L.S. (2007). Avaliação do perfil de empreendedores utilizando a teoria dos tipos psicológicos. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, 9(24), 31-40.  Baldacchino, L., Ucbasaran, D., Cabantous, L. & Lockett, A. (2015). Entrepreneurship research on intuition: a critical analysis and research agenda. International Journal of Management Reviews, 17(2), 212-231. Times de inovação.  Johnsson, M. (2017). Creating high-performing innovation teams. Journal of Innovation Management, 5(4), 23-47  Drach-Zahavy, A., & Somech, A. (2001). Understanding team innovation: The role of team processes and structures. Group Dynamics: Theory, Research, and Practice, 5(2), 111- 123. Passo 1 Compreensão dos pontos fortes.  Barney, J.B., Wright, M., & Ketchen Jr, D.J. (2001). The resource-based view of the firm: Ten years after 1991. Journal of Management, 27, 625–641.  Barney, J.B. (2001). Resource-based theories of competitive advantage: A tenyear retrospective on the resource-based view. Journal of Management, 27, 643-650.  Barney, J. B. (1991). Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of Management, 17, 99-120.  Zook, C. Finding your next core business. Harvard Business Review, v. 85, n. 4, p. 66-75, 2007.  Prahalad, C.K.; Hamel, G. The core competence of the corporation. Harvard Business Review, v. 68, n. 3, p. 79-91, 1990. Passo 2 Descoberta (insight).  Hargadon, A. (2015). How to discover and assess opportunities for business model innovation. Strategy & Leadership, 43(6), 33-37.  Christensen, C.M., Raynor, M., & Verlinden, M. (2001). Skate to where the money will be. Harvard Business Review, 79(10), 72-81. Análise da cadeia de valor.  Gadiesh, O., & Gilbert, J. L. (1998). How to map your industry´s profit pool. Harvard Business Review, 76(3), 149-152.  Timmers, P. (1998). Business models for electronic markets. Electronic Markets, 8(2), 3-8.  Pedroso, M.C., & Malik, A.M. (2012). Cadeia de valor da saúde: um modelo para o sistema de saúde brasileiro. Ciência & Saúde Coletiva, 17(10), 2757-2772.  Kon, A. (2016). On the creative economy chain in Brazil: potential and challenges. Revista de Economia Política, 36(1), 168-189.  Barnes, S.J. (2002). The mobile commerce value chain: analysis and future developments. International Journal of Information Management, 22(2), 91-108. Passo 3 Segmentos de clientes.  Yankelovich, D., & Meer, D. (2006). Rediscovering market segmentation. Harvard Business Review, 84(2), 122-131.  Christensen, C.M., Cook, S., & Hall, T. (2005). Marketing malpractice: the cause and the cure. Harvard Business Review, 83(12), 74-83. Passo 4 Tamanho de mercado.  Bass, F.M., Gordon, K., Ferguson, T.L., & Githens, M.L. (2001). DIRECTV: Forecasting diffusion of a new technology prior to product launch. Interfaces, 31(3), 82-93.  Mahajan, V., Muller, E., & Bass, F.M. (1990). New product diffusion models in marketing: a review and directions for research. Journal of Marketing, 54(1), 1-26. Passo 5 Compreensão dos clientes.  Leonard, D., & Rayport, J.F. (1997). Spark innovation through empathic design. Harvard Business Review, 75(6), 102-113.  MacMillan, I.C., & McGrath, R.G. (1997). Discovering new points of differentiation. Harvard Business Review, (4), 133-138. Passo 6 Problema a ser resolvido.  Christensen, C.M., Anthony, S.D., Berstell, G.N., & Nitterhouse, D. (2007). Finding the right job for your product. Sloan Management Review, 48(3), 2-11.  Wunker, S., Wattman, J, & Farber, D. (2017). Jobs to be done: a roadmap for customercentered innovation. New York: Amacom. Passo 7 Validação do problema.  Blank, S., & Dorf, B. (2012). The startup owner´s manual: the step-by-step guide for building a great company. Pescadero: K&S Ranch. Step two: Customer validation. p. 275-464. Passo 8 Tipo do modelo de negócio.  Van Alstyne, M.W., Parker, G.G., & Choudary, S.P. (2016). Pipelines, platforms, and the new rules of strategy. Harvard Business Review, 94(4), p. 54-62.  Parker, G.G., Van Alystyne, M.W., & Choudary, S.P. (2016). Platform revolution: How networked markets are transforming the economy and how to make them work for you. New York: W. W. Norton & Company.  Libert, B., Wind, Y.J., & Fenley, M.B. (2014). What Airbnb, Uber, and Alibaba have in common. Harvard Business Review, November 20, 2014. Disponível em: https://hbr.org/2014/11/what-airbnb-uber-and-alibaba-have-in-common. Passo 9 Especificação da solução.  Aulet. B. (2013). Disciplined entrepreneurship: 24 steps to a succesful startup. Hoboken: John Wiley & Sons. Step 7: High-level product specification. p. 91-101. Passo 10 Proposta de valor.  Osterwalder, A., Pigneur, Y., Bernarda, G., Smith, A., & Papadakos, T. (2014). Value proposition design: how to create products and services customers want. Hoboken: John Wiley & Sons.  Anderson, J.C., Narus, J.A., & Van Rossum, W. (2006). Customer value propositions in business markets. Harvard Business Review, 84(3), 90-99.  Kim, W.C., & Mauborgne, R. (1997). Value innovation: the strategic logic of high growth. Harvard Business Review, 75(1), 102-112. Passo 11 Posicionamento competitivo.  D’Aveni, R.A. (2007). Mapping your competitive position. Harvard Business Review, 85(11), 110-120.  Treacy, M., & Wiersema, F. (1993). Customer intimacy and other value disciplines. Harvard Business Review, 71(1), 84-93.  Hax, A.C., & Wilde II, D.L. (1999). The Delta Model: adaptive management for a changing world. Sloan Management Review, 40(2), 11-28. Passo 12 Modelo de geração de receita.  Iveroth, E., Westelius, A., Petri, C.J., Olve, N.G., Coster, M., & Nilsson, F. (2013). How to differentiate by price: proposal for a five-dimensional model. European Management Journal, 31, 109–123.  Gourville, J., & Soman, D. (2002). Pricing and the psychology of consumption. Harvard Business Review, 80(9), 90-96. Passo 13 Solução.  Aulet. B. (2013). Disciplined entrepreneurship: 24 steps to a succesful startup. Hoboken: John Wiley & Sons. Step 22: Define the minimum viable business product (MVPB). p. 235- 244.  Paternoster, N., Giardino, C., Unterkalmsteiner, M., Gorschek, T., & Abrahamsson, P. (2014). Software development in startup companies: A systematic mapping study. Information and Software Technology, 56(10), 1200-1218. Passo 14 Validação da solução.  Blank, S., & Dorf, B. (2012). The startup owner´s manual: the step-by-step guide for building a great company. Pescadero: K&S Ranch. Step two: Customer validation. p. 275-464. Passo 15 Modelo econômico previsto.  McGrath, R.G., & MacMillan, I.C. (1995). Discovery-driven planning. Harvard Business Review, 73(4), 44-54.  Christensen, C.M., Kaufman, S.P., & Shih, W.C. (2008). Innovation killers: how financial tools destroy your capacity to do new things. Harvard Business Review, 86(1), 98-105. Passo 16 Modelo de operações.  Fine, C.H. (2000). Clockspeed-based strategies for supply chain design. Production and Operations Management, 9(3), 213-221.  Oliva, R., & Kallenberg, R. (2003). Managing the transition from products to services. International Journal of Service Industry Management, 14(2), 160-172.  Bitner, M. J., Ostrom, A. L., & Morgan, F. N. (2008). Service blueprinting: a practical technique for service innovation. California Management Review, 50(3), 66-94. Passo 17 Modelo de relacionamento com clientes.  Berry, L.L., Carbone, L.P., & Haeckel, S.H. (2002). Managing the total customer experience. Sloan Management Review, 43(3), 85-89.  Van Raaij, E.M., Vernooij, M.J.A., & Van Triest, S. (2003). The implementation of customer profitability analysis. Industrial Marketing Management, 32, 573-583.  Berger, P.D, & Nasr, N.I. (1998). Customer Lifetime Value: marketing models and applications. Journal of Interactive Marketing, 12 (1), 17-30. Passo 18 Modelo de inovação.  Sawhney, M., Wolcott, R.C., & Arroniz, I. (2006). The 12 different ways for companies to innovate. Sloan Management Review, 47(3), 75-81.  Hansen, M.T., & Birkinshaw, J. (2007). The innovation value chain. Harvard Business Review, 85(6), 121-130.  Bagno, R.B.; Salerno, M.S.; & Dias, A.V.C. (2017) Innovation as a new organizational function: evidence and characterization from large industrial companies in Brazil. Production, 27, e20162073. Doi: 10.1590/0103-6513.207316. Passo 19 Modelo de gestão.  Birkinshaw, J., & Goddard, J. (2009). What is your management model. Sloan Management Review, 50(2), 81-90.  Casadesus-Masanell, R., & Tarziján, J. (2012). When one business model is not enough. Harvard Business Review, 90(1-2), 132-137. Passo 20 Modelo econômico calculado.  McGrath, R.G., & MacMillan, I.C. (1995). Discovery-driven planning. Harvard Business Review, 73(4), 44-54. Passo 21 Modelo de negócio inicial.  Osterwalder, A., & Pigneur, Y. (2010). Business model generation: a handbook for visionaries, game changers and challengers. Hoboken: John Wiley & Sons.  Pedroso, M.C. (2016). Modelo de negócios e suas aplicações em administração. (Tese de livre-docência). Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. Passo 22 Validação do modelo de negócio.  Blank, S., & Dorf, B. (2012). The startup owner´s manual: the step-by-step guide for building a great company. Pescadero: K&S Ranch. Step two: Customer validation. p. 275-464. Modelo de negócio – realização.  Afuah, A. (2004). Business models: A strategic management approach. New York: McGraw-Hill/Irwin. Cap. 11: Financing and valuing a business model. p. 211-231.  Baum, J.A.C., & Silverman, B.S. (2004). Picking winners or building them? Alliance, intellectual, and human capital as selection criteria in venture financing and performance of biotechnology startups. Journal of Business Venturing, 19(3), 411-436.  Bhide, A. (1992). Bootstrap finance: the art of start-ups. Harvard Business Review, 70(6), 109-117. Disponível em: https://hbr.org/1992/11/bootstrap-finance-the-art-of-start-ups.  Chesbrough, H.W. (2002). Making sense of corporate venture capital. Harvard Business Review, 80(3), 90-99.  Cleveland, B. (2019). Traversing the traction gap. New York: Radius Book Group.  Davila, A., Fostera, G. & Gupta, M. (2003). Venture capital and the growth strategy of startup firms. Journal of Business Venturing, 18(6), 689-708.  Hoenig, D., & Henkel, J. (2015). Quality signals? The role of patents, alliances, and team experience in venture capital financing. Research Policy, 44(5), 1049-1064.  Hoffmann, R., & Yeh, C. (2018). Blitzscaling: The lightning-fast path to building massively valuable companies. New York: Crown Publishing Group.  Sullivan, T. (2016). Blitzscaling. Harvard Business Review, 94(4), 45-50. Disponível em: https://hbr.org/2016/04/blitzscaling.  Van Auken, H. (2005). Differences in the usage of bootstrap financing among technologybased versus nontechnology-based firms. Journal of Small Business Management, 43(1), 93-103. Pitch  Anderson, C. (2013). How to give a killer presentation. Harvard Business Review, June 20, 2013. Disponível em: https://hbr.org/2013/06/how-to-give-a-killer-presentation.
 

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