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Júpiter - Sistema de Graduação

Instituto de Psicologia
 
Disciplinas Interdepartamentais do Instituto de Psicologia
 
Disciplina: 4705291 - Educação Escolar Inclusiva
Inclusive School Education

Créditos Aula: 3
Créditos Trabalho: 3
Carga Horária Total: 135 h ( Estágio: 30 h , Práticas como Componentes Curriculares = 30 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 15/07/2017 Desativação:

Objetivos
• Apresentar e discutir as diretrizes nacionais para a educação inclusiva. • Discutir as contradições entre individuo e sociedade no âmbito da educação escolar. • Refletir sobre as barreiras atitudinais que impedem e/ou dificultam a inclusão escolar e sobre as possibilidades de superação das mesmas. • Apresentar contribuições teóricas e práticas recentes das neurociências para o âmbito da educação inclusiva.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
1290970 - Marie Claire Sekkel
3648589 - Mirella Gualtieri
 
Programa Resumido
A disciplina discute a educação inclusiva a partir de referenciais da psicologia e da neurociência. São apresentados e discutidos os principais marcos da legislação da área. Conceitos relacionados às barreiras atitudinais são introduzidos e várias problematizações em relação aos diferentes alvos de exclusão em nossa sociedade são realizadas. É dado destaque para a educação de surdos e a importância de Libras como primeira língua. Busca-se trazer para a discussão situações da prática nas escolas e instituições especializadas no atendimento a pessoas com deficiência.
 
 
 
Programa
1. Panorama da educação nacional: o que dizem documentos oficiais sobre a educação inclusiva: PNE/2000, LDB 9495/96; Diretrizes para educação especial na educação básica 2001; Censo escolar; Política Nacional da 2. Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva; Index para a inclusão. 3. Educação inclusiva e educação especial 4. Integração e inclusão 5. Conceitos centrais para a discussão da inclusão: - preconceitos, estereótipos e outras formas de desconhecimento; - os mecanismos de defesa do ego; - deficiências, incapacidades e desvantagens; - normalidade e anormalidade; 6. educação de surdos/Libras; 7. A construção de um ambiente escolar inclusivo; 8. Medicalização e a importância dessa discussão para a educação inclusiva; 9. O campo das neurociências frente ao desafio da educação inclusiva 10. contribuições da neurociência para o trabalho com alunos com deficiência.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Aulas expositivas dialogadas e discussões em grupo.
Critério
Participação nas aulas, trabalhos em grupo e reflexão individual.
Norma de Recuperação
Trabalho a confirmar.
 
Bibliografia
     
• Adorno, T. W. (1995). Educação após Auschwitz. In: Adorno, T. W. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e Terra. • Amaral, L. A. (1998). Sobre crocodilos e avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação. In: Aquino, J. G. Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus. Brasil. (1996, 23 de dezembro). Lei n.º 9394/96, de 20 de dezembro de 1996 estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, seção 1. • Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. (1998). Parâmetros curriculares nacionais: adaptações curriculares. Brasília, DF. • Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. (2001). Diretrizes Nacionais para a educação especial na educação básica. Brasília: DF. Recuperado em 15 de março de 2005: http://portal.mec.gov.br/seesp • Bueno, J. G. S.; Mendes, G. M. L.; Santos, R. A. (orgs.). (2008). Deficiência e escolarização: novas perspectivas de análise. Araraquara, SP: Junqueira&Marin: Brasília, DF: CAPES. • Sánchez, P. A. (2005). A educação inclusiva: um meio de construir escolas para todos no século XXI. In: Inclusão – Revista da Educação Especial, Out/2005. Recuperado em 25 de agosto de 2008: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/revistainclusao1.pdf • Strobel, K. (2008). As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Ed. Da UFSC. Stainback, S e Stainback, W. (1999). Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul. • Sekkel, M. C. (2010). Uma questão para a educação inclusiva: expor-se ou resguardar-se? In: Revista Psicologia: Ciência e Profissão. V.30 (2), 296-307. • Naraia, s. (2010). General, special and … inclusive: Refiguring professional identifies ina a collaboratively taught classroom. Teaching and Teacher Education 26 (2010) 1677e1686. • Boera, A.; Pijlb S. J.; Minnaerta A. (2011). Regular primary schoolteachers’ attitudes towards inclusive education: a review of the literature. International Journal of Inclusive Education 15, 331–353. • Immordino-Yang, M. H. (2007). A Tale of Two Cases: Lessons for Education From the Study of Two Boys Living With Half Their Brains. MIND, BRAIN, AND EDUCATION 1, 68-83. • Mangiatordi, A. (2012). Inclusion of Mobility-Impaired Children in the One-to-One Computing Era: A Case Study. MIND, BRAIN, AND EDUCATION 6, 54-62. • Denham, P. J. and Battro, A. M. (2012). Education of the Deaf and Hard of Hearing in the Digital Era. MIND, BRAIN, AND EDUCATION 6, 51-53.
 

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