Informações da Disciplina

 Preparar para impressão 

Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto
 
Biologia
 
Disciplina: 5920825 - Sistemática de Criptógamas
Systematics of Criptogams

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 1
Carga Horária Total: 90 h
Tipo: Semestral
Ativação: 15/07/2020 Desativação:

Objetivos
GERAL: O propósito é o de propiciar condições para que o aluno adquira conhecimentos básicos de aspectos biológicos relevantes à classificação de cianobactérias, protistas fotossintetizantes, briófitas e “pteridófitas”. ESPECÍFICOS: Propiciar que o aluno adquira conhecimentos sobre aspectos morfológicos, ecológicos, classificação, formas de reprodução, sua importância e as tendências evolutivas das cianobactérias, protistas fotossintetizantes, briófitas e “pteridófitas”.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
5595744 - Emerson Ricardo Pansarin
 
Programa Resumido
Discussão sobre a origem e evolução dos grupos baseados em estudos morfológicos e reprodutivos teórico práticos, com reconhecimento e verificação no campo e laboratório de características que evidenciam as possíveis relações filogenéticas desses organismos.
 
 
 
Programa
Discussão e enfoque amplo sobre a origem e evolução dos grupos baseados em estudos morfológicos e reprodutivos teórico práticos, com reconhecimento e verificação no campo e laboratório de características que evidenciam as possíveis relações filogenéticas desses organismos. - Introdução às “Criptógamas”: Cianobactérias, Protistas fotossintetizantes, Briófitas e “Pteridófitas”. Critérios taxonômicos morfológicos, reprodutivos, citológicos e químicos. - A célula de organismos procarióticos e eucarióticos. Origem e evolução dos eucariotos fotossintetizantes. - Cianobactérias. Critérios taxonômicos, morfológicos, importância ecológica e evolutiva. - Protistas fotossintetizantes. Critérios taxonômicos, morfológicos, reprodutivos, ecológicos, químicos, importância e tendências evolutivas de protistas com: ficobilinas (Rhodophyta, Cryptophyta e Dinophyta), fucoxantina e clorofila c (Phaeophyta, Chrysophyta e Bacillariophyta), e clorofila b (Chlorophyta e Euglenophyta). - A conquista do ambiente terrestre pelas plantas: estruturas, adaptações e evolução das plantas terrestres. - Caracterização morfológica, taxonomia, critérios reprodutivos, ecológicos, importância e tendências evolutivas das briófitas: Anhocerotophyta (antóceros). Marchantiophyta (hepáticas folhosas e talosas simples e complexas). Bryophyta (musgos). Classes Sphagnopsida, Andreaeiopsida e Bryiopsida. - A evolução do sistema vascular. Origem e evolução da folha e da venação, tipos de organização dos feixes vasculares e organização dos soros. - Caracterização morfológica, taxonomia, aspectos reprodutivos (características dos gametófitos, embriogênese, características dos esporófitos), ecológicos, importância e evolução das “Pteridófitas” fósseis e atuais: Lycophyta: (Lycopodiales e Selaginellales). Monilophyta: Psilotopsida (Ordens Psilotales e Ophioglossales), Equisetopsida (Ordem Equisetales), Marattiopsida (Ordem Marattiales) e Polypodiopsida (Ordens: Osmundales, Hymenophyllales, Gleicheniales, Schizaeales, Salviniales, Cyatheales e Polypodiales). - Relação entre os clados de plantas vasculares sem sementes (atuais e fósseis) com os principais grupos de gimnospermas (extintas e atuais). A evolução da semente.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Aulas teóricas expositivas (com auxílio de projetor de slides e datashow). Aulas práticas de laboratório com manuseio de materiais (com auxílio de microscópio e lupa binocular) para visualização das estruturas apresentadas na aula teórica. Apresentação de seminários, coletas e excursão de campo.
Critério
A avaliação será baseada nas provas teóricas e práticas e na apresentação dos seminários pelos alunos. Provas teóricas (PT) – 5 pontos Provas práticas (PP) – 4 pontos Seminário (S) – 1 ponto A avaliação obedecerá a seguinte fórmula: PI (PT1+PP1) + PII (PT2+PP2) / 2 + S = Média 5 Nesta fase da avaliação, os alunos serão considerados: - APROVADOS se obtiverem média ≥ 5,0 e ≥70% de frequência - REPROVADOS se obtiverem média < 5,0 e/ou menos de 70% de frequência
Norma de Recuperação
Os alunos reprovados que alcançarem o mínimo de freqüência poderão realizar o exame final, que compreenderá todo o conteúdo teórico-prático da disciplina: Média + Exame = Média final 2 A data da prova teórica prática será definida de acordo com o calendário escolar.
 
Bibliografia
     
Bicudo, C.E.M. & Menezes, M. 2005. Gêneros de algas de águas continentais do Brasil. Rima, São Carlos.
Bold, H.C. 1972. O reino vegetal. Ed. Edgard Blcher.
Bold, H.C. & Wynne, M.J. 1995. Introduction to the algae. Structure and reproduction. 2a ed., Prentice-Hall. Inc., Englewood Cliffs.
Cronquist, A. 1977. Introduction a la Botânica. Compania Editorial Continental, S.A., México.
Joly, A.B. 1967. Gêneros de algas marinhas de costa Atlântica latino-americana. Editora da Universidade de São Paulo, São Paulo.
Joly, A.B. 1975. Botânica. Introdução á biologia vegetal. Editora Nacional, São Paulo.
Judd, W.S., Campbell, C.S., Kellogg, E.A., Stevens, P.F. & Donoghue M.J. 2002. Plant Systematics: A Phylogenetic Approach. Second Edition. Sinauer Associates, Inc., Sunderland, MA.
Malcolm, B. & Malcolm, N. 2000. Mosses and other Bryophytes: An Illustrated Glossary. Micro-Optics Press, New York.
Margulis, L. & Schwartz, K.V. 2001. Os cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na terra. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.
Mauseth, J.D. 1995. Botany. An introduction to plant biology. 2a ed., Saunders College Publ., Chicago.
Moran, R. & Riba, R. 1995. Flora Mesoamericana vol. 1. Pteridofitas: Psilotaceae a Salviniaceae. UNAM, México.
Nishiyama, T., Wolf, P.G., Kugita, M., Sinclair, R.B., Sugita, M., Sugiura, C., Wakasugi, T., Yamada, K., Yoshinaga, K., Yamagchi, K., Ueda, K. & Hasebe, M. 2004. Chloroplast phylogeny indicates that bryophytes are monophyletic. Molecular Biology and Evolution 21: 1813-1819.
Oliveira, E.C. 1996. Introdução à biologia vegetal. Edusp, São Paulo.
Raven, P.H., Evert, R.F. & Eichhorn. 2007. Biologia Vegetal. Editora Guanabara Koogan: Rio de Janeiro.
Rawitscher, F. 1972. Elementos básicos de botânica: introdução ao estudo de botânica. 6a ed., Editora Nacional: São Paulo.
Shaw, A J. & Goffinet, B. 2001. Bryophyte Biology. Cambridge University Press: Cambridge.
Shaw, A.J. & K.S. Renzaglia. 2004. Phylogeny and diversification of bryophytes. American Journal of Botany 91: 1557-1581.
Smith, G. 1970. Botânica Criptogamica. 2a. edição. vol. I e II. Fundação Caloust Gulbenkian: Lisboa.
Smith, A.R., Pryer, K.M., Schuettpelz, E., Korall, P., Schneider, H. & Wolf, P.G. 2006. A classification of extant ferns. Taxon 5: 705-731.
Tryon, R. & Tryon, A. 1982. Ferns and allied Plants. Spring-Verlag: New York.
 

Clique para consultar os requisitos para 5920825

Clique para consultar o oferecimento para 5920825

Créditos | Fale conosco
© 1999 - 2022 - Superintendência de Tecnologia da Informação/USP