Informa??es da Disciplina

 Preparar para impressão 
Júpiter - Sistema de Graduação

Escola de Artes, Ciências e Humanidades
 
Artes, Ciências e Humanidades
 
Disciplina: ACH1638 - Seminários de Lazer e Turismo II – Uso Público de Parques Urbanos
Leisure and Tourism Seminars II – Urban Parks Public Use

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2016 Desativação:

Objetivos
a) Apresentar aos estudantes as confluências dos estudos sobre uso público em parques com o campo dos estudos do lazer.

b) Proporcionar aos estudantes vivências de campo para subsidiar a construção do olhar analítico sobre o uso público em parques urbanos.

c) Estimular entre os estudantes a proposição de programas de uso público que aliem educação ambiental, conservação e lazer.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
1794311 - Reinaldo Tadeu Boscolo Pacheco
 
Programa Resumido
A disciplina visa contribuir com a atualização dos estudantes sobre temas recentes de pesquisa no campo do uso público em parques urbanos e ao mesmo tempo capacitá-los para a análise e proposição de formas de uso adequadas para estes espaços.
 
 
 
Programa
Módulo I: Histórico, Legislação, Instituição
• Origens da categoria Parque
• Valorização espacial – especulação imobiliária
Leitura obrigatória: a ser definida.

Módulo II: Parques e Cidades
• Serviços ambientais
• Legislação e Órgãos Pertinentes: Categorias de Áreas Protegidas no Mundo (IUCN), SNUC (Instituto Chico Mendes - ICM-Bio), Decreto de Parques Paulistas (Fundação Florestal e Instituto Florestal de São Paulo), Secretaria do Verde e Meio Ambiente – DEPAVE
• Cidades-Jardins
Leitura obrigatória: a ser definida.

Módulo III: Uso Público nos parques urbanos
• Conceito de Uso Público
• Equipamentos e atividades “tradicionais” atuais
• Crítica à estrutura atual. A dicotomia entre Lazer e Educação Ambiental / Conservação da natureza.
Leitura obrigatória: a ser definida.

Módulo IV: Lazer nos Parques Urbanos
• Animação cultural
• Interpretação ambiental
• Proposta de “animação socioambiental”
Leitura obrigatória: a ser definida

Cronograma de atividades (sujeito a ajustes):
• Módulos I e II – agosto / setembro
• Módulo III – outubro
• Módulo IV – novembro
• Apresentação de seminários – final novembro / primeira semana de dezembro
 
 
 
Avaliação
     
Método
Método: Aulas expositivas, leituras, audiovisuais, oficinas, palestras, relatórios, seminários, trabalhos individuais e/ou em grupos.

Avaliação:
• Resumo de leituras (4 leituras) - individual
• Relatório de Trabalho de Campo – grupos
• Seminário e relatório sobre o lazer em um parque urbano.
• Critério: Média dos trabalhos individuais e em grupo.
Critério
Trabalho de Campo: OBRIGATÓRIO – de 9 (com saída 23h).
Possibilidade a ser confirmada: Parques de BELO HORIZONTE - MG
A confirmação de todo o trabalho de campo será realizado durante o semestre.
Anteriores: 2013 – Curitiba; 2014 – São Paulo (comparativo municipais x estaduais).

Trabalho Final:
Observação, registro, análise e proposições de Uso Público em Parques Urbanos do/no Município de São Paulo, a serem definidos em comum acordo com o docente.
Norma de Recuperação
Prova escrita
 
Bibliografia
     
Bibliografia:

Artigo inicial obrigatório:

PACHECO, R. T. B.;; RAIMUNDO, S. Parques urbanos e o campo dos estudos do lazer. Revista Brasileira de Estudos do Lazer. Belo Horizonte, v. 1, n. 3, p.43-66, set./dez. 2014. Dossiê Lazer e Meio Ambiente.

Básica:

ABRAHÃO, Sérgio Luiz. Espaço público: do urbano ao político, São Paulo: Annablume, 2008, 196p.
GOMES, Marcos Antônio Silvestre. Os parques e a produção do espaço urbano. Jundiaí: Paço Editorial, 2013, 176p.
LEFÉBVRE, Henri. O direito à cidade. São Paulo: Documentos, 1969.
MARINS, Paulo César Garcez. Habitação e vizinhança: limites da privacidade no surgimento das metrópoles brasileiras. IN: Novaes, Fernando (coord.), Sevcenko, Nicolau (org.), História da vida privada no Brasil: 3, São Paulo: Cia das Letras, 1998, pp. 131-214.
NEIMAN, Z. A educação ambiental através do contato com a natureza. 2007. 239 f. Tese (Doutorado em psicologia) – Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.

Complementar:

ALVES, César; RAIMUNDO, Sidnei. Percepção ambiental e as práticas do lazer em contato com a natureza no Parque Estadual da Cantareira Núcleo Pedra Grande, São Paulo (SP). Olam: Ciência & Tecnologia (Rio Claro), v. 9, p. 335-360, 2009.
BROCANELI, Pérola F. O ressurgimento das águas na paisagem paulistana: fator fundamental para a cidade sustentável, FAU-USP (Doutorado), 2007.
CERVANTES, Ana Lucia; Bergamasco, Airton; Cardoso, Cássia. Diretrizes para o programa de uso público do Instituto Florestal do Estado de São Paulo – SMA. IN Anais do 2° Congresso Nacional sobre Essências Nativas. Revista do Instituto Florestal, Parte 4, Ed. Especial, março de 1992, pp.1076-1080
COLE, D. N. Minimizing conflict between recreation and nature conservation. In: SMITH, D. S.; HELLMUND, P. C. Ecology of greenways. Minneapolis: University of Minnesota, 1993. cap.5, p.105-122
DINES, M; PASSOLD, A.J. Estruturação da Capacidade de Suporte para Diferentes Atividades de Uso Público, Visando Minimizar os Impactos das Mesmas em três Unidades de Conservação: Parna do Itatiaia, Parna Chapada dos Veadeiros e Parnamar dos Abrolhos. São Paulo: PNUD/IBAMA, 2006.
ENGELS, Friedrich. A situação da Classe Trabalhadora em Inglaterra. Porto: Afrontamento, 1975.
MAGNOLI, Miranda Martinelli. O parque no desenho urbano. In: Seminário sobre Desenho Urbano no Brasil, 3, 1986, Brasília (DF). Anais... São Paulo: Pini, p.112-20, 1986.
MILANO, Miguel S. Unidades de Conservação. Conceitos básicos e princípios gerais de planejamento, manejo e administração. In: Curso de Manejo de Áreas Naturais Protegidas. Curitiba: UNILIVRE. 1997, pp.1-60.
NASCIMENTO, N. O., BAPTISTA, M. B., von SPERLING, E. Problemas de Inserção Ambiental de Bacias de Detenção em Meio Urbano. In: Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, 20. Rio de Janeiro, RJ, Maio1999, pp. 1-9.
OTTONI, Dacio Araújo Benedicto. Cidade-jardim: formação e percurso de uma idéia. São Paulo: Hucitec/Annablume, 2002, pp. 10-99.
PACHECO, Reinaldo. O jogo de futebol como prática tradicional paulista: um estudo sobre o uso do Parque Ecológico do Tietê. Jogos Tradicionais. São Paulo: Pirata, 2014, p. 105-121.
PUIG, J. M.; TRILLA, J. A pedagogia do ócio. Porto Alegre: Artmed, 2004.
RAIMUNDO, Sidnei. Estudios de las Relaciones entre Sociedad y Naturaleza y su Aplicación en Investigaciones Sobre Ocio y Turismo. In: Marcelino Castillo Nechar; Alexandre Panosso Netto. (Org.). Epistemologia del Turismo. 1ed. Cid México - Mexico: Trillas, 2010, v. p. 154-173.
RAIMUNDO, Sidnei ; PACHECO, Reinaldo; COSTA, Bertholdo. Construindo um programa de uso público para unidades de conservação em áreas metropolitanas: a experiência dos Parques Naturais Municipais de Itapecerica da Serra e Embu das Artes – RMSP (SP). OLAM – Ciência & Tecnologia (Rio Claro), ano XI, Vol. 11, n.1, janeiro/junho, 2011, p. 196-221.
RAIMUNDO, Sidnei e PACHECO, Reinaldo. Parques naturais do Sul da Região Metropolitana de São Paulo ( RMSP): os desafios para uma animação socioambiental. Animação Sociocultural: Turismo, Património, Cultura e Desenvolvimento Local. Chaves: Intervenção, 2014, p.123-132.
RECHIA, Simone. Curitiba cidade-jardim: a relação entre espaços públicos e natureza no âmbito das experiências do lazer e do esporte. Rev. Bras. Cienc. Esporte, Campinas, v. 28, n. 3, p. 89-107, maio 2007
SARTI, Antonio Carlos; SARTI, Filipe Antonio; SIQUEIRA, Elisabete Stradiotto;. Parques públicos e controle social. RETUR – Revista Eletrônica de Turismo - Curso de Turismo da Faculdade Cenecista de Campo Largo (PR), 2003.
 

Clique para consultar os requisitos para ACH1638

Clique para consultar o oferecimento para ACH1638

Créditos | Fale conosco
© 1999 - 2020 - Superintendência de Tecnologia da Informação/USP