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Júpiter - Sistema de Graduação

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
 
Hist da Arq e Estética do Projeto
 
Disciplina: AUH0152 - História e Teorias da Arquitetura II
History and Theories of Architecture II

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2017 Desativação:

Objetivos
A disciplina se insere na seqüência de disciplinas com o objetivo específico de analisar e estudar a arquitetura e suas teorias no contexto do Renascimento europeu e de suas repercussões nos séculos XVI, XVII e XVIII, tanto no continente europeu como no continente americano, em especial no Brasil.
É objetivo da disciplina, estudar a arquitetura do campo definido de maneira abrangente, incluindo seus aspectos formais, técnicos, culturais em sentido amplo, levando em conta em especial seu sentido programático e representacional. A disciplina tem por objetivo estimular os alunos a entrarem em contato com a arquitetura produzida no Brasil no período colonial, sem estabelecer outras restrições quanto a local ou período.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
69143 - José Eduardo de Assis Lefevre
 
Programa Resumido
A cultura do Renascimento na Itália e sua difusão. A introdução da perspectiva e a noção de espaço perspéctico. Os tratados de arquitetura. Os conceitos de Maneirismo. O Maneirismo em arquitetura. Os conceitos de Barroco. O Barroco na Itália. A difusão do Barroco na Europa e suas expressões regionais. A arquitetura produzida no Brasil nos séculos XVI, XVII e XVIII. A ocupação territorial do Brasil e as particularidades regionais. A arquitetura das ordens religiosas e suas especificidades. A arquitetura do ciclo açucareiro. A arquitetura oficial e a ação dos engenheiros militares. A arquitetura feita em Minas Gerais no século XVIII.
 
 
 
Programa
MÓDULO I - RENASCIMENTO
Introdução à disciplina: temas, período abordado, justificativa, conceitos, metodologia e bibliografia.
A cultura do Renascimento na Itália. Renascimento e Humanismo. FILIPPO BRUNELLESCHI: artista e construtor. A cúpula de Santa Maria del Fiore.
A ‘invenção’ da perspectiva e a visão renascentista
Leon Battista Alberti e as igrejas de planta central
MÓDULO II – MANEIRISMO
As condicionantes culturais para a formação do Maneirismo. A exacerbação das formas do Renascimento. Persistências formais e
Brasil: inserção no mundo colonial. Recursos técnicos e construtivos.
Palácio e Vila italianos nos séculos XV e XVI
Habitação no Brasil Colonial
Os tratados de arquitetura. Os Comentários de Ghiberti. O tratado de Alberti. A Divina Proporção de Luca Paciolli. Vidas dos Arquitetos, Pintores, e Escultores Italianos de Giorgio Vasari. Os tratados de arquitetura de Serlio, Vignola, Palladio e Scamozzi.
A Arquitetura Oficial e a Atividade dos Engenheiros Militares. Edifícios administrativos, arquitetura militar. As missões demarcatórias
Contra Reforma e Arquitetura Religiosa. Fortalecimento das ordens religiosas e programas artísticos
Ordens Religiosas no Brasil: técnicas construtivas, programas e tipologias.
A difusão do Renascimento em Portugal e Espanha. O significado da obra de Diogo de Torralva, Afonso Álvares, Baltasar Álvares e Felipe Terzi em Portugal, Enrique de Egas, Alonso de Covarrubias, Diego de Siloe, Pedro Machuca e Juan de Herrera na Espanha.

MÓDULO III – BARROCO
A cultura do Barroco: Roma e os Estados Absolutistas. Surgimento e desenvolvimento do Barroco na Itália. A transformação de Roma sob Sixto V. A obra de Domenico Fontana. A apropriação da retórica barroca pelas monarquias absolutas.
Arquitetura e espaço urbano do Barroco romano I. O apogeu: Gian Lorenzo Bernini
Arquitetura e espaço urbano do Barroco romano II. O apogeu: Francesco Borromini
O barroco em Portugal. Primeiras repercussões no Brasil.

MÓDULO IV – TARDO-BARROCO E ROCOCÓ

A cultura cortesã: a França e a Europa Central. A substituição da grandiloqüência pela elegância e refinamento. Arquitetura civil e religiosa.
O fenômeno do Barroco Mineiro: a arquitetura das matrizes e das Ordens Terceiras.
Arquitetura e Cidade na Idade da Razão.
Portugal: o sucesso do ouro e D. João V. O terremoto de Lisboa, o marquês de Pombal e a introdução de novos modelos.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Os temas são abordados através da análise da produção arquitetônica em confronto com o panorama cultural, econômico e social do período enfocado. São enfatizados os fatores geradores e condicionadores, dentro dos seguintes aspectos:
- o conjunto de necessidades impostas à arquitetura: o programa;
- a tipologia das soluções: protótipos e modelos;
- a relação espacial entre a obra e o entorno: a implantação;
- a tecnologia disponível e suas transformações;
- os condicionantes e critérios de seleção dos materiais construtivos;
- o repertório formal e a linguagem arquitetônica;
- os significados presentes nas obras de arquitetura: os conceitos e o discurso.
Critério
Avaliação do aproveitamento dos alunos é feita através de três Relatórios de Seminários, de uma apresentação de estudo de caso e de uma Prova Semestral. A nota final corresponde à média aritmética das seguintes notas: a média das notas dos Relatório de Seminários, a nota da apresentação de estudo de caso e a nota da Prova Semestral.
Os Relatórios de Seminários devem ser apresentados individualmente e feitos a partir da leitura dos textos indicados para cada um dos três primeiros Seminários. Estes relatórios não devem corresponder a resumos dos textos lidos, mas sim a reflexões e questionamentos por estes suscitados e relacionados ao conteúdo das aulas e estudos de caso.
As Apresentações de estudos de caso devem ser feitas em equipes de até três alunos, obrigatoriamente a partir da leitura de textos indicados para cada tema. As obras escolhidas como estudos de caso devem corresponder às sugestões incluídas no programa ou a obras correlacionadas, após consulta aos professores da disciplina. Os alunos devem entregar o conteúdo de sua apresentação em arquivo digital em CD.
A Prova Semestral apresenta questões a serem respondidas sobre todo o conteúdo da disciplina, inclusive sobre os estudos de caso apresentados em sala.
Norma de Recuperação
Terão direito a recuperação, todos os alunos que obtiverem nota mínima 3,0 (três) e freqüência mínima de 70%, de acordo com as normas vigentes.
 
Bibliografia
     
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