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Júpiter - Sistema de Graduação

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
 
Hist da Arq e Estética do Projeto
 
Disciplina: AUH0154 - História e Teorias da Arquitetura III
History and Theories of Architecture III

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2017 Desativação:

Objetivos
Situar a produção arquitetônica dentro do quadro cultural, social, econômico e estético do período em questão, com ênfase na gradativa emergência das idéias que desembocariam no Movimento Moderno, nas primeiras décadas do século XX.

Através da compreensão crítica das idéias e obras apresentadas, busca-se refletir sobre as especificidades da cultura brasileira, e do alcance e limitações de conceitos e práticas exógenas entre nós. Busca-se, também, sensibilizar os estudantes para com o significativo patrimônio cultural brasileiro deste período, particularmente relevante para a cidade de São Paulo.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
69143 - José Eduardo de Assis Lefevre
 
Programa Resumido
Estabelecer relações entre a Revolução Industrial, as mudanças políticas e econômicas ocorridas na Europa e no Brasil e as manifestações teóricas e práticas relativas à arquitetura realizada entre a 2a metade do século XVIII e a primeira metade do século XX.
 
 
 
Programa
1. Arquitetura e sociedade na segunda metade do séc. XVIII.
2. A “Dupla Revolução” e a arquitetura. Repercussões da Revolução Industrial na Arquitetura Brasileira.
3. Novas teorias estéticas: o Pitoresco e o Romantismo.
4. O Racionalismo francês. O Neoclassicismo
5. O Neogótico: Pugin, Ruskin e Viollet-le-Duc.
6. John Ruskin e o Movimento Arts & Crafts.
7. O Ecletismo e a Escola de Belas Artes.
8. A escola de Chicago e o surgimento dos arranha-céus
9. Art-Nouveau
10. Os fundamentos do Racionalismo do Século XX.
11. A Deutscher Werkbund e a Bauhaus.
12. Contexto brasileiro dos anos 1920: o Neocolonial e a Semana de 22.
13. Art-Déco.
14. Le Corbusier e o Brasil.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Os temas acima arrolados são objeto de aulas expositivas sobre seu contexto de origem, seguidas de seminários e análise de obras arquitetônicas emblemáticas (estudos de caso) relativos à sua introdução no Brasil. Assim, cada aula é dividida em duas partes, com intervalo de 20 minutos entre elas, compreendendo uma aula ministrada pelo professor e, após o intervalo, apresentação dos estudos de caso pelas equipes discentes.
Durante o curso, são realizados também de 3 a 4 seminários, para os quais devem ser entregues resenhas pelos alunos.
A bibliografia básica indicada diz respeito diretamente aos temas das aulas. Seu domínio por parte dos alunos é essencial para o acompanhamento do curso. Também está indicada uma bibliografia complementar, para subsidiar as atividades a serem realizadas pelos alunos.
Critério
Com o objetivo de valorizar e estimular um intercâmbio frutífero entre professores e alunos ao longo de todo o semestre, estão previstas diversas formas de atividade discente, a saber:

1. Trabalho semestral: apresentação de estudos de caso. Desde o início do semestre, os alunos devem se organizar em equipes de até 3 (três) alunos no máximo. Cada equipe deve escolher uma obra arquitetônica emblemática de determinado tema, localizada no Brasil, para apresentar como estudo de caso aos demais colegas de turma. Esta atividade é avaliada pelo professor e corresponde à nota de trabalho semestral. As equipes devem entregar em arquivo digital as respectivas apresentações, com textos e imagens, até uma semana após a apresentação em sala de aula.
Obs. São fornecidos roteiros a serem obrigatoriamente seguidos pelos alunos na realização dos estudos de caso.

2. Nota de participação: Além do trabalho semestral acima descrito, cada equipe deve elaborar resenhas dos textos dos 3 (três) primeiros seminários previstos ao longo do curso. Para o quarto e último seminário, a elaboração da resenha é opcional, a critério do aluno. As resenhas devem ser entregues impreterivelmente até uma semana após a data de realização dos respectivos seminários, estruturados da seguinte forma:
1. Síntese das idéias contidas nos textos
2. Contextualização histórica e crítica dos textos (relacionar com as aulas, estudos de caso, etc.)
3. Problematização (contestações possíveis às idéias e conceitos contidos nos textos)
4. Conclusões

A média das avaliações relativas aos seminários corresponde à nota de participação.

3. Prova Final: está prevista a realização de uma prova final individual ao término do curso, com o objetivo de realizar um balanço final dos conteúdos ministrados e das atividades realizadas ao longo do semestre (aulas expositivas, seminários e estudos de caso).

4. Média Final: corresponde à média aritmética da nota de participação, do trabalho semestral e da prova final.

5. A disciplina oferece atividades de recuperação aos alunos que não apresentarem o desempenho esperado, oportunamente definidas e agendadas.

Obs. Está previsto um horário semanal de atendimento aos alunos, com o fim de subsidiar as atividades discentes (preparação de seminários e de estudos de caso).
Norma de Recuperação
A disciplina oferece atividades de recuperação aos alunos que não apresentarem o desempenho esperado, oportunamente definidas e agendadas.
Terão direito a recuperação, todos os alunos que obtiverem nota mínima 3,0 (três) e freqüência mínima de 70%, de acordo com as normas vigentes.
 
Bibliografia
     
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo, Companhia das Letras, 1992.
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Brasil
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___________Considerações sobre o nosso gosto e estilo. A Noite. Rio de Janeiro, 18/06/24
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___________Sobre Arquitetura. Porto Alegre, CEUA, 1962.
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FABRIS, Annateresa (org.). Ecletismo na Arquitetura Brasileira. São Paulo, Nobel/EDUSP, 1987.
FICHER, Sylvia. Edifícios Altos no Brasil. Espaço e Debates. São Paulo, n. 37, pp. 61-76.
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
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SUMMERSON, John. A Linguagem Clássica da Arquitetura. São Paulo, Martins Fontes, 1982.
ZEVI, Bruno. Saber ver a arquitetura. São Paulo, Martins Fontes, 1980.
ZEVI, Bruno. Storia dell'architettura moderna. Torino, Einaudi, 1953.
Brasil
Obs. A Bibliografia complementar é extensa porque deve subsidiar os estudos de caso realizados pelos alunos, bastante variados.
AMARAL, Aracy. Artes Plásticas na Semana de 22. São Paulo, BOVESPA/BM&F, 1992
Arte em Revista. Ano 2, no. 4. São Paulo, Centro de Estudos de Arte Contemporânea, 1980.
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BRITO, Mário da Silva. História do Modernismo Brasileiro. Antecedentes da Semana de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1964.
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XAVIER, Alberto (org.) Arquitetura Moderna Brasileira: Depoimento de uma Geração. São Paulo, Pini/ABEA/Fundação Vilanova Artigas, 1983.
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ZANINI, Walther (org.). História Geral da Arte no Brasil. São Paulo, Instituto Walter Moreira Salles, 1983
 

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