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Júpiter - Sistema de Graduação

Faculdade de Odontologia de Bauru
 
Fonoaudiologia
 
Disciplina: BAF0290 - Saúde Coletiva V – Fonoaudiologia na Atenção Básica - Estágio Supervisionado
Community Health V - Speech-Language Pathology and Audiology in the Basic Attention - Supervised Internship

Créditos Aula: 2
Créditos Trabalho: 1
Carga Horária Total: 60 h ( Estágio: 30 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2018 Desativação:

Objetivos
Possibilitar ao estudante de graduação em Fonoaudiologia o desenvolvimento de habilidades práticas e teóricas, além de competências necessárias à atuação profissional: Cognitivas - planejamento crítico, comunicação, gerência de recursos humanos, físicos e de informação, resolução de problemas, obtenção, organização e comparação de dados, aplicação de fatos e princípios a novas situações. Procedimentais - pesquisa, comunicação oral e escrita, abordagem da população durante entrevistas e informações coletivas, criar/produzir ações de prevenção, promoção, proteção, diagnóstico e reabilitação em saúde coletiva, realizar encaminhamentos estratégicos e parcimoniosos. Atitudinais - sensibilização e conscientização quanto aos problemas sociais brasileiros e a articulação com a profissão do fonoaudiólogo, liderança, cooperação e solidariedade no trabalho em equipe, tomadas de decisão, adoção e compreensão de conceitos como processo de saúde-doença, resolubilidade em saúde, educação permanente e continuada, humanização na saúde, ética, bioética e biossegurança.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
3231507 - Maria Aparecida Miranda de Paula Machado
 
Programa Resumido
Prática fonoaudiológica na Atenção Primária. Fonoaudiologia na Clínica Ampliada. Atuação em equipes de saúde.
 
 
 
Programa
Propor, discutir e aplicar ações de promoção e proteção à saúde, prevenção de doenças e outros agravos, diagnóstico e reabilitação que cabem ao fonoaudiólogo na Atenção Primária. Atuar com grupos de promoção de saúde e prevenção de doenças utilizando os princípios da Educação em Saúde: pais, gestantes, hipertensos, diabéticos. Atuar com grupos de promoção de saúde por ciclos de vida: bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Atuar clinicamente com grupos específicos nas áreas da Fonoaudiologia: Linguagem, Voz, Audição, Motricidade Orofacial. Matriciar as equipes de saúde sempre que houver possibilidades.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Aula expositiva dialogada Supervisão da atuação: demonstração e acompanhamento Discussão dos casos e situações Discussão teórica Debate interdisciplinar sempre que possível Além das atividades diretamente relacionadas ao programa da disciplina também será realizado o levantamento de prontuários no Hospital de Reabilitação em Anomalias Craniofaciais e acompanhamento nas Unidades Básicas de Saúde de pacientes residentes em bairros do município de Bauru em que o estágio é oferecido. De modo complementar serão realizadas ações de educação permanente aos agentes comunitários de saúde quanto aos cuidados à pessoa com anomalias craniofaciais.
Critério
Protocolo desenvolvido para acompanhamento das aulas práticas, apresentação de seminários e relatórios escritos previamente agendados. Desempenho prático – 50% Seminários e relatórios – 40% Conceito do professor – 5% Auto-conceito – 5%
Norma de Recuperação
Não será permitida a recuperação. Caso o estudante não alcance a média para aprovação deverá refazer a disciplina no primeiro ou segundo semestre do ano seguinte, conforme as possibilidades acadêmicas.
 
Bibliografia
     
Básica: Aguiar ZN. Sus - Sistema Único de Saúde - Antecedentes, Percurso, Perspectivas e Desafios. São Paulo; Martinari, 2015. Campos GWS, Minayo MCS, Akerman M, Drumond Jr. M, Carvalho YM. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo:Hucitec; Rio de Janeiro:Fiocruz, 2006. Marchesan IQ, Silva HJ, Tomé, MC.Tratado das especialidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Guanabara-Koogan, 2014. Complementar: Almeida EC de, Furtado LM. Acolhimento em saúde pública: a contribuição do fonoaudiólogo. Rev. Ciênc. Méd. 2006; 15(3):249-256. Arce, VAR. (2016) Núcleos de Apoio a Saúde da Família: uma análise das práticas de saúde e do processo de construção da identidade profissional no contexto de Salvador, BA. (Tese doutorado). Instituto de Saúde Coletiva. Universidade Federal da Bahia. 169p. Bastos JRM, Peres, SHCS, Caldana ML. Educação em Saúde com Enfoque em Odontologia e Fonoaudiologia. São Paulo: Santos, 2007. 117p. Bernardi SA, Pupo AC, Trenche MCB, Barzaghi L. O uso da CIF no acompanhamento do desenvolvimento auditivo e de linguagem de crianças no primeiro ano de vida. Rev. CEFAC. 2017;19(2): 159-170. Brasil. MS. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 176 p. Campos GWS, Guerrero AVP. Manual de práticas em atenção Básica: saúde ampliada e compartilhada, Rio de Janeiro, HUCITEC, 2008. Costa JC da, Giustti SA, Murofuse IS, Gumz AL. Acesso ao serviço de fonoaudiologia: a implantação do acolhimento no município de Toledo - PR. Rev. CEFAC. 2012;14( 5 ): 977-983. Rodes CH, Kurebayashi R, Kondo VE, Luft VD, Góes AB de, Schmitt ACB. O acesso e o fazer da reabilitação na Atenção Primária à Saúde. Fisioter. Pesqui. 2017; 24(1): 74-82. Machado MFAS et al. Integralidade, formação de saúde, educação em saúde e as propostas do SUS - uma revisão conceitual. Ciência & Saúde Coletiva, 12(2):335-342, 2007. Molini-Avejonas DR, Mendes VLF, Amato CAH. Fonoaudiologia e Núcleos de Apoio à Saúde da Família: conceitos e referências. Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. 2010;15(3):465-474. Panizzi M, Lacerda JT de, Natal S, Franco TB. Reestruturação produtiva na saúde: atuação e desafios do Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Saúde debate. 2017; 41(112): 155-170. Paula MC de, Vianna KMP. Agravos fonoaudiológicos sob a ótica do agente comunitário de saúde. Rev. CEFAC. 2017;19(2): 221-232. Sousa MFS de, Nascimento CMB do, Sousa FOS, Lima MLLT de, Silva VL, Rodrigues M. Evolução da oferta de fonoaudiólogos no SUS e na atenção primária à saúde, no Brasil. Rev. CEFAC. 2017; 19(2): 213-220.
 

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