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Júpiter - Sistema de Graduação

Instituto de Biociências
 
Botânica
 
Disciplina: BIB0450 - Princípios e Técnicas de Educação Ambiental Aplicados à Atividade de Caminhada em Trilha e Montanhismo em Unidades de Conservação
Environmental education conceptual basis and skilis applied to trekking activities at protected areas

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h ( Práticas como Componentes Curriculares = 16 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2019 Desativação:

Objetivos
O curso objetiva transmitir conhecimentos básicos acerca de educação ambiental, sua aplicação na atividade de caminhada, com ênfase em unidades de conservação, bem como conceitos específicos ligados a caminhada, como capacidade de trilha ou ciclagem de nutrientes e mínimo impacto, que embasam e justificam a importância dessa atividade como EA, desde que realizada de forma conceitualmente e operacionalmente correta. Objetiva também transmitir conhecimentos detalhados acerca das habilidades e conhecimentos necessários para a prática de caminhada.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
2085090 - Flavio Augusto de Souza Berchez
 
Programa Resumido
Conceitos e princípios de educação ambiental. Caminhada ecológica. Equipamentos básicos, acessórios e de orientação. Legislação brasileira. Conceito capacidade de trilha. Conceitos ligados à preservação. Atividades não impactantes. Condicionamento físico. Resgate e transporte de feridos.
 
 
 
Programa
1. Conceituação e princípios de educação ambiental (EA). Indicadores conceituais da EA e sua aplicação. 2. SNUC e PRONea – abordagem da educação ambiental dentro da legislação brasileira. 3. Definição de caminhada ecológica. Importância e benefícios sociais e individuais desse tipo de atividade. Aplicações profissionais da atividade de caminhada. Alimentação. Reidratantes e alimentos especiais. 4. Equipamento básico e acessório. Variações do equipamento conforme o tipo de local a ser visitado. 5. Orientação: mapas, navegação com orientação por bússola ou pelo sol. Posicionamento por GPS. Marcadores de trilha. 6. Planejamento: rotas, peso e necessidade alimentar por período de tempo. Níveis de dificuldade de trilhas e exemplo de algumas trilhas com diferentes níveis. 7. Parques, reservas ecológicas e outras áreas de proteção: legislação e restrições. Formas de colaboração e integração dos visitantes com o parque. 8. Conceito de capacidade de trilha. Redução do impacto em áreas circunvizinhas. Abertura de novas trilhas. Posicionamento de barracas ou equipamentos de coleta. 9. Conceitos ligados a preservação: ciclagem de nutrientes vs retirada de organismos mortos ou caídos; organismos com taxa de crescimento ou recuperação lentas, como liquens ou xaxins. Cuidados na alteração de micro-ambientes durante a observação de organismos. 10. Exemplos de atividades não impactantes: observação e classificação de organismos – guias e chaves para identificação dos organismos mais comuns na Mata Atlântica; fotografia e filmagem. 11. Condicionamento físico: Alongamentos pré e pós-caminhada. Preparação – resistência aeróbica vs resistência muscular. Exemplos de exercícios adequados a atividade. 12. Resgate e transporte de feridos.
 
 
 
Avaliação
     
Método
1. Aulas teóricas sobre os principais temas. 2. Aulas a distância por meio eletrônico, através de leituras e exercícios supervisionados pelo professor. 3. Aulas práticas envolvendo exercícios em sala de aula, exercícios lúdicos em campo e a confecção de relatório referente a atividade desenvolvida.
Critério
Provas teóricas, provas práticas, apresentação do projeto desenvolvido. 1. Desempenho nos exercícios práticos. 2. Relatório. 3. Prova final.
Norma de Recuperação
Prova teórica a ser marcada imediatamente após a divulgação das notas, segundo disponibilidade dos alunos envolvidos, ao longo do semestre, lembrando que o curso é condensado.
 
Bibliografia
     
a La Trobe, H.L., and Acott, T.G. (2000) ‘A modified NEP/DSP environmental attitudes scale.’ J. of Environmental Education, Vol. 32, pp. 12-20.
Medio, D., Ormond, R.F.G. and Pearson, M. 1997. ‘Effect of briefings on rates of damage to corals by scuba divers.’ Biol. Conservation, Vol. 79, pp. 91-95.
Negra, C. and Manning, R.E. (1997) ‘Incorporating Environmental Behavior, Ethics, and Values Into Nonformal Environmental Education Programs.’ J. of Environmental Education, Vol. 28, pp. 10-21.
Tabanez, M.F., Padua, S.M., Souza, M.G., Cardoso, M. and Gar’rido, L. (2002) Avaliação de Trilhas Interpretativas para Educação Ambiental, in S. M. Padua and M.F. Tabanez, (eds), Educação Ambiental - caminhos trilhados no Brasil, p. 89-102. IPE - Instituto de Pesquisas Ecológicas, Brasília.
 

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