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Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Instituto de Biociências
 
Zoologia
 
Disciplina: BIZ0446 - Ictiologia Básica
Ichthyology

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 1
Carga Horária Total: 90 h
Tipo: Semestral
Ativação: 15/07/2018 Desativação:

Objetivos
- Familiarizar os alunos com os elementos básicos envolvidos na descoberta da diversidade atual de peixes, focados em aspectos gerais de taxonomia e sistemática. - Reconhecer os principais grupos de peixes de água doce e marinhos do Brasil. - Familiarizar os alunos com a osteologia dos Teleostei, visando proporcionar o entendimento de mudanças que ocorreram ao longo da evolução desse grupo dominante de peixes.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
2103544 - Mônica de Toledo Piza Ragazzo
 
Programa Resumido
Revisão: Os grandes grupos de peixes atuais: Myxiniformes, Petromyzontiformes, Chondrichthyes; Actinopterygii; Dipnoi, Actinisia: - Revelando a diversidade atual de peixes. - Filogenia dos Actinopterygii. - Os peixes de água doce e marinhos do Brasil – identificação dos principais grupos - Introdução ao estudo do esqueleto dos Teleostei - Apresentação de técnicas de coleta, fixação, preservação e preparação de exemplares.
 
 
 
Programa
Revisão: Os grandes grupos de peixes atuais: Myxiniformes, Petromyzontiformes, Chondrichthyes; Actinopterygii; Dipnoi, Actinisia: diversidade, características e relações filogenéticas. - Revelando a diversidade atual de peixes: estudos taxonômicos, coleta de exemplares e o papel das coleções ictiológicas. - Filogenia dos Actinopterygii: dados morfológicos e moleculares. - Os peixes de água doce do Brasil – identificação dos principais grupos - Os peixes marinhos do Brasil – identificação dos principais grupos. - Introdução ao estudo do esqueleto dos Teleostei como base para a compreensão das modificações ocorridas durante a evolução do grupo: ossos dérmicos e endocondrais: escamas, crânio, suspensório, arcos branquiais, esqueleto apendicular e axial, nadadeiras ímpares. - Estudos de caso – a importância de estudos anatômicos detalhados como base para a proposição de homologias visando uma melhor compreensão das modificações ocorridas durante a evolução dos peixes. - Apresentação de técnicas de coleta, fixação e preservação de exemplares a serem depositados em coleções ictiológicas, preparação de exemplares para estudo osteológico (diafanização, dermestário, tomografia computadorizada).
 
 
 
Avaliação
     
Método
Prova escrita e oral, seminários em grupo e individual, desempenho nas aulas, exercícios extra-classe.
Critério
Avaliação do desempenho em todas as atividades listadas acima.
Norma de Recuperação
Não há
 
Bibliografia
     
- Buckup, P. A., Menezes, N. A. & Ghazzi, M. S. 2007. Catálogo das espécies de peixes de água doce do Brasil. Museu Nacional – Universidade Federal Do Rio de Janeiro, Série Livros no. 23, 195 pp. Betancur-R. R, Broughton RE, Wiley EO, Carpenter K, López JA, Li C, Holcroft NI, Arcila D, Sanciangco M, Cureton II JC, Zhang F, Buser T, Campbell MA, Ballesteros JA, Roa-Varon A, Willis S, Borden WC, Rowley T, Reneau PC, Hough DJ, Lu G, Grande T, Arratia G, Ortí G. 2013. The Tree of Life and a New Classification of Bony Fishes. PLOS Currents Tree of Life. Edition 1. doi: 10.1371/currents.tol.53ba26640df0ccaee75bb165c8c26288. Britski, H. A., K. Z. de S. de Silimon & B. S. Lopes. 2007. Peixes do Pantanal. Manual de Identificação. 2a. ed. Embrapa. Corumbá. 227 p. Carpenter, K. E. (ed). 2002. The living marine resources of the Western Central Atlantic. Vols. 1-3. FAO species identification guide for fishery purposes and American Society of Ichthyologists and Herpetologists, Special Publication no. 5. Eschmeyer, W., R. Fricke, J. D. Fong & D. A. Polack. 2010. Marine fish diversity: history of knowledge and discovery (Pisces). Zootaxa 2525:19-50. * Figueiredo, J. L. 1977. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil I. Introdução. Cações, Raias e Quimeras. Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo. 104p. * Figueiredo, J. L. & Menezes, N. A. 1978. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil II. Teleostei (1). Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, SP. 110p. * Figueiredo, J. L. & Menezes, N. A. 1980. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil III. Teleostei (2). Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo. * Figueiredo, J. L. & Menezes, N. A. 1980. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil IV. Teleostei (3). Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, São Paulo. * Figueiredo, J. L. & Menezes, N. A. 2000. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil VI. Teleostei (5). Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, SP. 116p. GILBERT, S. G. 1973. Pictorial Anatomy of the Dogfish. University of Washington Press. 59p. * Hambett, W. C. (ed.). 1999. Sharks, Skates and Rays. The Biology of Elasmobranch Fishes. John Hopkins Univ. Press. USA. * Helfman, G. S.; Collette, B. B. & Facey, D. E. 1997. Diversity of Fishes. Blackwell Science. 528p. Lévêque, C., T. Oberdorff, D. Paugy, M. L. J. Stiassny, P. A. Tedesco. 2008. Global diversity of fish (Pisces) in freshwater. Hydrobiologia 595: 545-567. Lundberg, J. G., M. Kottelat, G. R. Smith, M. L. J. Stiassny, A. C. Gill. 2000. So Many Fishes, So Little Time: An Overview of Recent Ichthyological Discovery in Continental Waters. Annals of the Missouri Botanical Garden, 87: 26-62. * Menezes, N. A. & Figueiredo, J. L. 1985. Manual de peixes marinhos do sudeste do Brasil V. Teleostei (4). Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, SP. 105p. * Menezes, N. A.; Buckup, P. A.; Figueiredo, J. L & Moura, R. L. 2003. Catálogo das espécies de peixes marinhos do Brasil. Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. Conservation International. 160p. - Nelson, J. S. 2006. Fishes of the World. 4ª ed. John Wiley & Sons Inc. - Nelson, J. S. ; T. C. Grande & M. V. H. Wilson 2016. Fishes of the World. 5ª ed. John Wiley & Sons Inc. - Paxton, J. R. & Eschmeyer, W. N. (eds.). 1994. Encyclopedia of Fishes. Academic Press. 240p. * Reis, R. E.; Kullander, S. O. & Ferraris Jr., C. J. 2003. Check list of the freshwater fishes of South and Central America. Edipucrs, Porto Alegre. 729p. Reis, R. E., J. S. Albert, F. Di Dario, M. M. Mincarone, P. Petry and L. A. Rocha. 2016. Fish biodiversity and conservation in South America. Journal of Fish Biology, 89:12–47 - Springer & Gold. 1989. Sharks in Question. Smithsonian Institution. 187p. -van der Sleen, P & J. S. Albert. 2017. Field Guide to the Fishes of the Amazon, Orinoco, and Guianas. Princeton University Press. Princeton, 464 p. - Weitzman, S. H. 1962. The osteology of Brycon meeki, a generalized characid fish, with an osteological definition of the family. Stanford Ichthyological Bulletin., 8: 1-76. - Wiley. E. O & G. D. Johnson. 2010. A Teleost classification based on monophyletic groups. In. J. S. Nelson, H.-P. Schultze & M. V. H. Wilson (eds.): pp. 123-182. Origin and Phylogenetic Interrelationships of Teleosts. Verlag Dr. Friedrich Pfeil, München, Germany.
 

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