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Júpiter - Sistema de Graduação

Instituto de Relações Internacionais
 
Bacharelado em Relações Internacionais
 
Disciplina: BRI0007 - Teoria Avançada das Relações Internacionais
Advanced Theory in International Relations

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2015 Desativação:

Objetivos
Familiarizar os estudantes com temas, paradigmas e autores centrais na produção acadêmica contemporânea em relações internacionais.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
4861610 - Feliciano de Sá Guimarães
2091542 - Rafael Antonio Duarte Villa
 
Programa Resumido
1. O realismo defensivo
2. O realismo ofensivo
3. O institucionalismo
4. O desenho e os efeitos das instituições internacionais
5. A relação entre política internacional e política doméstica
6. A escola inglesa
7. O neo-marxismo
8. A teoria crítica
9. O construtivismo
10. O pós-modernismo
11. As teorias normativas
 
 
 
Programa
Aula introdutória: apresentação do programa e discussão sobre o sentido da Teoria de Relações Internacionais.
Textos para debate:
WALT, S. (2005). The RelationshipbetweenTheoryandPolicy in InternationalRelations. inAnnualReviewofPolitical Science, No. 8, 2005, pág. 23-48.
CHECKEL, J. (2012).“TheoreticalPluralism in IR: possibilitiesandlimits”. inCarlsnaes, W. et al. HandbookofInternationalRelations. 2a Edição. Londres: SagePublications, pág. 220-241.
HERMANN, R.(2002). “LinkingTheorytoEvidence in InternationalRelations” inCarlsnaes, W. et al. HandbookofInternationalRelations. 1a Edicão. Londres: SagePublications, pág. 119-136.
WALT,S.e MEARSHEIMER, J. (2013). LeavingTheoryBehind: whyhypothesistestingbecamebadof IR. FacultyResearchWorkingPaper Series.

I. As perspectivas positivistas:

Aulas 1 e 2: Os Realismos defensivo e ofensivo
Textos obrigatórios:
WALTZ, K. (2002). Teoria das Relações Internacionais. Lisboa: Gradiva, Cap 5 e 6, pág. 113-178.
MEARSHEIMER, J. (2001). The TragedyofGreatPower Politics. New York: W.W Norton andCompany, Caps 2 e 3 , pág. 29-54.

Leituras complementares:
BROOKS, S.(1997).DuelingRealisms.in InternationalOrganization, Vol. 53, No. 1.
SCHWELLER, R. (1993). Tripolarityandthesecondwar. inInternationalStudiesQuarterly, Vol. 37, No. 1.

Aula3 –O Institucionalismo
Texto obrigatório:
KEOHANE, R. (1984).Afterhegemony: cooperationanddiscord in the world politicaleconomy. Princeton: Princeton University Press, Caps. 4, 5 e 6, pág. 49-109.

Leituras complementares:
KEOHANE, R. e MARTIN, L. (1995). The PromiseofInstitutionalistTheory. inInternational Security, Vol. 20, No. 1.
GRIECO, J. (1993). “Understandingtheproblemofinternationalcooperation: thelimitsof neoliberal institutionalismandthe future ofrealistictheory”. inBalwin, D. (ed.), NeorealismandNeoliberalism: The Contemporary Debate. New York: Columbia University Press, pág. 3-25.

Aula4 – O desenho e os efeitos das instituições internacionais
Textos obrigatórios:
KOREMENOS, B. LIPSON, L. e SNIDAL, D. (2001). The rational designofinternationalinstitutions.in InternationalOrganizationVol. 55, No. 4.
SIMMONS, B. (1998). CompliancewithInternationalAgreements. inAnnualReviewofPolitical Science, Vol. 1.
STEINER, A. e ALMEIDA, M. (2010). Como Saber se as Convenções Internacionais de Meio Ambiente realmente Funcionam? Abordagens Teórico-metodológicas sobre a Eficácia dos Regimes Ambientais. inContexto Internacional, Vol. 32, No. 2

Leitura complementar:
HELM, C. e SPRINZ, D. (2000). MeasuringtheEffectivenessofInternational Environmental Regimes. inJournalofConflictResolution, Vol. 44, No. 5.
MITCHELL, R. e KEIBACH, P. (2001). Situationstructureandinstitutional design: Reciprocity, coercion, andexchange.inInternationalOrganizationVol. 55, No. 4.
MARTIN, L. e SIMMONS, B. (1998). TheoriesandEmpiricalStudiesofInternationalInstitutions.inInternationalOrganization, Vol. 52, No. 4.

Aula 5 – A relação entre o nível doméstico e a política internacional
Textos obrigatórios:
PUTNAM, R. (1988). Diplomacyanddomesticpolitics: thelogicoftwo-level games. inInternationalOrganization, Vol. 42, No. 1 (tradução na Revista de Sociologia e Política).
MILNER, H. (1997) Interests, institutionsandinformation: domesticpoliticsandinternationalrelations. Princeton: Princeton University Press, Introdução e cap. 2, pág. 33-66.

Leitura complementar:
FEARON, J. (1998). DomesticPolitics, ForeignPolicy, andTheoriesofInternational
Relations. in AnnualReviewofPolitical Science, Vol.1, pág. 289-313.
BUENO de MESQUITA, B. (2002). DomesticPoliticsandInternationalRelations. in InternationalStudiesQuarterly, Vol. 46, No. 1, pág. 1-10.

Aula6 – A Escola Inglesa
Textos obrigatórios:
BULL, H. (2002). A Sociedade Anárquica: um estudo da ordem na política mundial. São Paulo: Editora da IOESP, Caps. 1, 2 e 3, pág, 7-90.

Leitura complementar:
WATSON, A. (1992). The EvolutionofInternationalSociety: a comparativehistoricalanalysis. Oxford: Routledge, Introdução e Cap. 1, pág. 1-15.
BUZAN, B. (2004). Frominternationalto World society? Englishschooltheoryandthe social structureofglobalization. Cambridge: Cambridge University Press, pág. 27-62.
LINKLATER, A. e SUGANAMI, H. (2006). The Englishschoolofinternationalrelations: a contemporaryreassessment. Cambridge: Cambridge University Press, pág. 12-80.

Aula 7 – O Neo-marxismo
Texto obrigatório:
WALLERSTEIN, I. (1999). “Patternsand Perspectives oftheCapitalist World Economy”. inViotti, P. e Kauppi, M. InternationalRelationsTheory: realism, pluralism, globalism, andbeyond. Boston: Longmanpág, 369-376.

Leitura complementar:
VIGEVANI, T.et al. (2010).A Contribuição Marxista para o Estudo das Relações Internacionais. Paper apresentado no 7oEncontro da ABCP, Recife.

Prova bimestral

II. As perspectivas pós-positivistas

Aula 8– A Teoria Crítica
Texto obrigatório:
COX, R. “Social forces, statesand world orders: beyondinternationalrelationsTheory”. inKEOHANE, Robert. (1986). The neorealismand its critics. New York: Columbia University Press.

Leitura complementar:
LINKLATER, A. (1992). The questionofthenextstage in internationalrelationstheory: a critical-theoretical point ofview. inMillenium -JournalofInternationalStudies, No. 21.
LINKLATER, A. (1996). “The achievementofcriticaltheory”, in Smith, S. et al.Internationaltheory: positivismandbeyond. Cambridge: Cambridge University Press.
SILVA, M. (2005). Teoria Crítica em Relações Internacionais. in Contexto Internacional, Vol. 27, No. 2.

Aula 9 – O Construtivismo
Textos obrigatórios:
WENDT, A. (1992). Anarchyiswhatstatesmakeof it: the social constructionofpowerpolitics, in InternationalOrganization, Vol. 46, No 2.
WENDT, A. (2007). Social TheoryofInternationalPolitics. Cambridge: Cambridge University Press, Cap. 2, pág. 92-138.

Leituracomplementar:
ADLER, E. (1999). O construtivismo no estudo das relações internacionais. in Lua Nova, No. 47, pág. 201-246.
FEARON, J. e WENDT, A. (2002).“Rationalism v. Constructivism: a skepticalview”.in CARLSNAES, W.et al.HandbookofInternationalRelations. Thousand Oaks, CA: SagePublications, 2002, pág. 52-72.

Aula 10 – O Pós-modernismo
Textoobrigatório:
WALKER, R. B. J. (1993). Inside/Outside: internationalrelations as politicaltheory. Cambridge: Cambridge University Press, Cap. 1, pág. 1-25.

Leitura complementar:
DEVETAK, R. (1995). Postmodernism. inBurchill e Linklater (org.). TheoriesofInternationalRelations. New York: St. Martin Press.
BROWN, C. (1994).“CriticalTheoryandpostmodernism in internationalrelations”,inGroom, A.e Light, M. Contemporaryinternationalrelations: a guidetotheory.Londres: Pinter Publishers.

III. As perspectivas normativas

Aula 11 – As Teorias Normativas
Textos obrigatórios:
MORRICE, D. (2000). The liberal-communitarian debate in contemporarypoliticalphilosophyand its significance for InternationalRelations. in ReviewofInternationalStudies, Vol. 26, pág. 233-246.
ADLER, E. (2005). Communitarianinternationalrelations: theepistemicfoundationsofInternationalRelations. Oxford: Routledge, pág. 3-14.

Leitura complementar:
GUIMARÃES, F. (2008). O Debate entre Comunitaristas e Cosmopolitas e as Teorias de Relações Internacionais: Rawls como uma Via Média. in Contexto Internacional, Vol. 30, No. 3, pág. 573-583.
COCHRAN, M. (1999). Normative theory in international relations: a pragmatic approach. Cambridge: Cambridge University Press, pág. 21-44 e 52-72.

Prova Semestral
 
 
 
Avaliação
     
Método
O programa será desenvolvido em aulas expositivas e, eventualmente, seminários e fichamentos em sala de aula. Compatíveis com as atividades exigidas dos alunos, conforme inciso 1º do artigo 65 do Regimento Interno USP.
Critério
Conforme artigos 81 a 84 do Regimento Geral da USP, as notas variarão de zero a dez e para ser aprovado o aluno deverá obter nota final igual ou superior a cinco e ter, no mínimo, setenta por cento de frequência na disciplina.
Norma de Recuperação
Poderão participar da recuperação os alunos que alcançarem média final mínima 3,0 e frequência mínima de 70%, em conformidade com a Resolução CoG nº 3583.
 
Bibliografia
     
ADLER, E. (2005). Communitarian international relations: the epistemic foundations of International Relations. Oxford: Routledge

BULL, H. (2002). A Sociedade Anárquica: um estudo da ordem na política mundial. São Paulo: Editora da IOESP.

KEOHANE, R. (1984). After hegemony: cooperation and discord in the world political economy. Princeton: Princeton University Press.

KEOHANE, Robert. (1986). The Neorealism and its Critics. New York: Columbia University Press.

MEARSHEIMER, J. (2001). The Tragedy of Great Power Politics. New York: W.W Norton andCompany.

MILNER, H. (1997) Interests, institutionsandinformation: domestic politics and international relations. Princeton: Princeton University Press.

WALLERSTEIN, I. (2004) World-System Analysis: anintroduction. Durham, NC: Duke University Press.

WALKER, R. B. J. (1993). Inside/Outside: international relations as political theory. Cambridge: Cambridge University Press.

WALTZ, K. (2002). Teoria das Relações Internacionais. Lisboa: Gradiva.

WENDT, A. (2007). Social Theory of International Politics. Cambridge: Cambridge University Press.
 

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