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Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Instituto de Relações Internacionais
 
Bacharelado em Relações Internacionais
 
Disciplina: BRI0096 - Relações Internacionais: Perspectivas Alternativas
International Relations: Alternative Perspectives

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2020 Desativação:

Objetivos
Esse curso visa apresentar debates contemporâneos das relações internacionais, percorrendo novas perspectivas da área que sugiram nas últimas décadas.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
4861179 - Jean François Germain Tible
 
Programa Resumido
Quatro eixos de debates: 1. Movimentos transnacionais; 2. Além da colonialidade; 3. Poderes; 4. Corpos dissidentes.
 
 
 
Programa
Movimentos transnacionais - As origens do internacionalismo proletário no Atlântico - Internacionalismo proletário - Insurreições democráticas da última década Para além da colonialidade - Como a Europa subdesenvolveu a África - Libertação nacional e descolonização - Mundo, mundos, planeta Poderes - Internet e geopolítica - Teoria do drone - Sentidos do fascismo Corpos dissidentes - Cosmopolíticas - Movimentos feministas - Perspectivas queer
 
 
 
Avaliação
     
Método
Provas, trabalhos e, eventualmente, outras atividades previstas no parágrafo 1º do artigo 65 do Regimento Geral da USP.
Critério
Conforme artigos 81 a 84 do Regimento Geral da USP, as notas variarão de zero a dez e para ser aprovado o aluno deverá obter nota final igual ou superior a cinco e ter, no mínimo, setenta por cento de frequência na disciplina.
Norma de Recuperação
Alunos com nota entre 3,0 e 4,9 e frequência mínima de 70% poderão participar da recuperação.
 
Bibliografia
     
Julian Assange. Quando Google encontrou Wikileaks. São Paulo, Boitempo, 2015. Judith Butler. Corpos em aliança e a política das ruas: notas para uma teoria performativa de assembleia (capítulo 2). Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2018. Grégoire Chamayou. Teoria do Drone. São Paulo, Cosac & Naify, 2015. Déborah Danovski e Eduardo Viveiros de Castro. Há mundo por vir? ensaio sobre os medos e os fins. Instituto Socioambiental, 2014. Friedrich Engels e Karl Marx. Manifesto do Partido Comunista. Frantz Fanon. Pele negra, máscaras brancas. Salvador, Editora UFBA, 2008 [1952]. Frantz Fanon. Os condenados da terra. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1968 [1961]. Deivison Mendes Faustino. Frantz Fanon: um revolucionário, particularmente negro. São Paulo, Ciclo Contínuo Editorial, 2018. Silvia Federici.Calibã e a Bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva. São Paulo, Elefante, 2017. María Galindo, Patriarcado y Colonialismo (p. 89-131) em: Mujeres Creando: A despatriarcalizar! Buenos Aires, Lavaca, 2014. Veronica Gago. La potencia feminista: o el deseo de cambiarlo todo. Buenos Aires, Tinta Limón, 2019. David Graeber. Um projeto de democracia: uma história, uma crise, um movimento. São Paulo, Paz e Terra, 2015 [2013]. Michael Hardt e Antonio Negri. Império. Rio de Janeiro, Record, 2001. Davi Kopenawa e Bruce Albert. A queda do céu. São Paulo, Companhia das Letras, 2010. Bruno Latour. “Whose Cosmos, which cosmopolitics? Comments on the Peace Terms of Ulrich Beck”. Common Knowledge, vol. 10, issue 3, Fall 2004, p. 450-462. Maurizio Lazzarato, Le Capital déteste tout le monde, Fascisme ou révolution, Paris, Editions Amsterdam, 2019. Peter Linebaugh e Marcus Rediker. A hidra de muitas cabeças: marinheiros, escravos, plebeus e a história oculta do Atlântico revolucionário. São Paulo, Cia das Letras, 2008. Rosa Luxemburgo. A acumulação do capital: contribuição ao estudo econômico do imperialismo. São Paulo, Nova Cultural, 1985. Karl Marx. O Capital. Capítulo “sobre a chamada acumulação original”. Manifesto de fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores (1864). Jasbir Puar. “Mapping US Homonormativities”. Gender, Place and Culture, Vol. 13, No. 1, pp. 67–88, February 2006. Walter Rodney. Como a Europa subdesenvolveu a África. Lisboa, Seara Nova, 1975. Laura Sjoberg. “Toward Trans-Gendering International Relations?”. International Political Sociology (2012). Yanis Varoufakis. Adults in the room: my battle with Europe’s deep establishment. São Paulo, Autonomia Literária, 2019. Diego Santos Vieira de Jesus. “O mundo fora do armário: Teoria Queer e Relações Internacionais”. Revista Ártemis, Vol. XVII nº 1; jan-jun, 2014. pp. 41-50. R.B.J. Walker. "Social Movements/World politics". Millennium, Vol.23, No. 3, 1994. Cynthia Weber. “Why is there no Queer International Theory?”. European Journal of International Relations (published online 3 April 2014).
 

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