Informa??es da Disciplina

Júpiter - Sistema de Graduação

Escola de Comunicações e Artes
 
Artes Cênicas
 
Disciplina: CAC0549 - História das Artes Cênicas II
Scenic Arts History II

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 4
Carga Horária Total: 180 h ( Práticas como Componentes Curriculares = 15 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2010 Desativação:

Objetivos
Prosseguir na exposição da História das Artes Cênicas, tanto do ponto de vista do espetáculo cênico, quanto da análise e da prática da dramaturgia. Neste semestre, parte-se do teatro renascentista para chegar-se até os movimentos naturalistas, no final do século XIX. Mantém-se o propósito de analisar a expressão teatral como uma das formas pelas quais o homem expressa sua experiência com a realidade, através de uma manifestação estética, procurando-se trabalhar a especificidade da expressão teatral do mundo moderno ocidental.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
245000 - Elizabeth Ferreira Cardoso Ribeiro Azevedo
 
Programa Resumido
Estudo da História das Artes Cênicas, observada tanto do ponto de vista do espetáculo cênico quanto da análise e da prática da dramaturgia, partindo-se do teatro renascentista para chegar-se até os movimentos naturalistas, no final do século XIX.
 
 
 
Programa
1. Apresentação do curso. Bibliografia. Aspectos pedagógicos da História das Artes Cênicas.
2. O Renascimento: nova perspectiva artística. O artístico como elemento da individualidade. O renascimento e a invenção do artista moderno.
3. A Commedia dell’Arte: desenvolvimento, personagens, práticas.
4. A forma do teatro elizabetano: criação e formas.
5. Shakespeare.
6. O Século de Ouro Espanhol.
7. O teatro clássico francês I: a tragédia neo-clássica e a comédia.
8. O teatro clássico francês II: Diderot, Voltaire e Rousseau.
9. Pré-Romantismo – Sturm und Drang: Klinger e Lessing.
10. Romantismo alemão: Goethe, Schiller e Büchner.
11. O Romantismo francês: V. Hugo e Alexandre Dumas.
12. O teatro francês – as formas populares. O melodrama e o vaudeville.
13. O Realismo: Dumas Filho e o Teatro do Ginásio.
14. O Naturalismo: Zola e Antoine. A revolução tecnológica do século XIX. Indústria cultural e cultura de massa: rupturas no campo artístico. Características da Arte na Modernidade
15. Avaliação.
 
 
 
Avaliação
     
Método
O programa será desenvolvido em aulas teóricas, aulas práticas e leituras programadas.
Critério
A avaliação de aproveitamento, com atribuição de notas de 0 a 10, é feita pela média ponderada das notas obtidas pela participação nas aulas práticas, relatórios de leituras e prova final.
Norma de Recuperação
Trabalho de recuperação a partir de um tema escolhido do programa.

 
Bibliografia
     
ARISTÓTELES. Poética. São Paulo: Martin Claret, 2004.
BALL, D. Para trás e para frente: um guia para leitura de peças teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1999.
BENTLEY, E. A experiência viva do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
BERRENTINI, C. Duas farsas: o embrião do teatro de Molière. São Paulo: Perspectiva, 1979.
BERTHOLD, M. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2000.
BLOMM, H. Shakespeare e a invenção do humano. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
__________. O cânone ocidental. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
BORIE, M., ROUGEMONT, M., SCHERER, J. Estética teatral: textos de Platão a Brecht. Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian, 1996.
CARLSON, M. Teoria do teatro: estudo histórico dos gregos até a atualidade. São Paulo: Unesp, 1997.
COSTA, L. M. A poética de Aristóteles: mimese e verossimilhança. São Paulo: Ática, 1992.
DIDEROT, D. O Paradoxo do comediante. São Paulo: Abril, 1986.
GASSNER, J. Mestres do teatro I e II. São Paulo: Perspectiva, 1980.
GUINSBURG, J. (org.) O romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1978.
_____________ . (org.) O classicismo. São Paulo: Perspectiva, 1999.
HAUSER, A. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
HELIODORA, B. Falando de Shakespeare. São Paulo: Perspectiva, 1998.
______________. A expressão do homem político em Shakespeare. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.
HUGO, V. Do grotesco ao sublime – prefácio do Cromwell. São Paulo: Perspectiva, s.d.
HUPPES, I. Melodrama: o gênero e sua permanência. São Paulo: Ateliê, 2000.
KANT, E. Crítica do juízo do gosto. São Paulo: Abril, 1984.
MAGALDI, S. O texto no teatro. São Paulo: Perspectiva, 1989.
NICOLL, A. The world of Harlequin. London: Cambridge Press, 1963
NIETZSCHE, F. O nascimento da tragédia no espírito da música. São Paulo: Abril, 1984.
PAVIS, P. Dicionário de teatro. São Paulo: Perspectiva, 2003.
RONAI, P. O teatro de Molière. Brasília: Ed. Univ. de Brasília, 1981.
ROSENFELD, A. História da literatura e do teatro alemães. São Paulo: Perspectiva, 1993.
ROUBINE, J.J. Introdução às grandes teorias do teatro. Rio de Janeiro: Zahar, 2003.
RYNGAERT.J.P. Introdução à análise do teatro. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
SCALA, F. A loucura de Isabella e outras comédias da Commedia dell´arte. São Paulo: Iluminuras, 2003.
STEVENS, K., MUTRAN. M.H. O teatro inglês da Idade Média até Shakespeare. São Paulo: Global, 1988.
SZONDI, P. Teoria do drama moderno: 1880 – 1950. São Paulo: Cosac & Naify, 2001.
_________. O drama burguês. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
UBERSFELD, A. Para ler o teatro. São Paulo: Perspectiva, 2005.
ZOLA, E. O romance experimental e o naturalismo no teatro. São Paulo: Perspectiva, 1979.
 

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