Informações da Disciplina

Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Escola de Comunicações e Artes
 
Artes Plásticas
 
Disciplina: CAP0283 - História da Arte I
Art History I

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 2
Carga Horária Total: 120 h ( Práticas como Componentes Curriculares = 15 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2015 Desativação:

Objetivos
O curso se propõe a introduzir a estética e a história da arte como atividades fundamentalmente históricas. Deste modo, busca apresentar os fundamentos e problemas destas disciplinas e delinear os limites respectivos de cada uma, à luz das características históricas gerais de cada período estudado.
Objetiva ainda introduzir o contato do estudante com os materiais de trabalho teóricos e empíricos desta área do conhecimento, a saber: conceitos e questões próprios aos distintos períodos históricos; autores e textos de referência principais e instrumentos de investigação básicos como monografias, tratados, manuais, enciclopédias, dicionários, interpretações marcantes, etc.
Na medida em que o curso pretende suscitar, de um ângulo maior, práticas de contato críticas e reflexivas com relação às fontes da história da arte e aos objetos de estudo desta ciência, o objetivo, neste plano, será o de configurar a idéia de história da arte como um problema filosófico e histórico permanente, a ser enfrentado como um processo polêmico e plural de seleção de fontes, de elaboração de categorias e escolha de pontos de vista, inevitavelmente dotados de historicidade.
Assim, o questionamento da noção de “clássico”, com papel decisivo na configuração da história da arte como disciplina, funcionará como um dos fios condutores do curso e exemplo paradigmático das transformações e diversificações, verificadas neste campo de saber.
Deste modo, o curso partirá do processo histórico de construção do “paradigma clássico” como formação histórica, concomitante à constituição da “polis” grega e à construção do racionalismo ático, para, em seguida, problematizar a suposta intemporalidade desta noção, investigando a sua mutação e circulação como modelo de valor, em distintos períodos históricos.
Trata-se, em síntese, de caracterizar a arte e a história da arte como processos irremediavelmente conflituosos e que se dão em inter-relação com outros modos da cultura.
A formação didático-pedagógica do professor de artes visuais está contemplada nos conteúdos e práticas desta disciplina.
 
 
 
Programa Resumido
Conceitos e métodos da historiografia da arte. Historicidade, atualidade e problematicidade como questões da arte. O processo de pesquisa. Fundamentos históricos e filosóficos da arte helênica e da noção de " arte clássica". Fundamentos da estética e da arte helenística. A arte romana. Cristianismo e visualidade.
 
 
 
Programa
PROGRAMA
I. Introdução à questão da historicidade da arte e à problemática da pesquisa histórica, na atualidade:
1. Problemas históricos, filosóficos, epistemológicos da história da arte:
(i) a inter-relação do presente e do passado no âmbito do processo histórico, no campo das artes, à luz da perspectiva dialética e fenomenológica de Argan;
(ii) as práticas e as linguagens artísticas como partes de um sistema de valores;
(iii) a questão da determinação da historicidade ou da situação da arte em cada contexto específico, mediante a relação com uma constelação de temas: natureza, cidade, técnica, regimes de trabalho;

2. A questão do processo de pesquisa:
(i) introdução à problemática própria de uma situação genérica de pesquisa, a partir da obra de Umberto Eco, Como se Faz uma Tese, e de outros textos;
(ii) elaboração prática de projetos de pesquisa;
Observação: a discussão destes tópicos, próprios ao módulo 1, que será realizada principalmente a partir de textos de Giulio Carlo Argan, assim como o tratamento das questões relativas à prática da pesquisa, serão entremeados, na medida do possível, à abordagem dos diferentes períodos artísticos, funcionando, pois, como um patamar de questões, presentes como perspectiva, ao longo de todo o curso.

II. Fundamentos históricos e filosóficos da arte helênica e da noção de “arte clássica”:
1. Marcos da evolução da linguagem visual grega: fundamentos e principais características (da cultura cicládico-minóica à pré-clássica, do século 8 A.C., e desta à “arte clássica”, como arte da “polis”, dos séculos 5 e 4 AC);
2. As formas visuais situadas entre as noções de “Chaos” e “Kosmos”; sentido e valor da “medida” e da reflexividade na visualidade clássica;
3. A posição específica da produção visual, entre as formas do escravismo e da cidadania e a sua situação, como prática, frente à dimensão teórica do instituto do diálogo e do “sistema retórico-literário”;

III. O fim do período “clássico”; a transição histórica e filosófica para a estética e a arte helenística:
1. A exclusão dos fenômenos da esfera do belo inteligível, na filosofia de Platão, e a condenação da mimese (mímesis), tal como formulada na República;
2. A noção de mímesis, na filosofia de Aristóteles; a posição das artes visuais na Poética, de Aristóteles;
3. O “classicismo” na arte helenística, entre a tradição clássica, o campo da retórica, o fim da “polis” e as novas filosofias do indivíduo: ceticismo, estoicismo, epicurismo;

IV. A arte romana: a arte helenística e as novas funções e valores dos objetos visuais e das idéias estéticas, da era republicana de Roma à fundação do novo império cristão do Oriente:
1. O legado etrusco e a arte da república romana;
2. A estratégia dupla de dominação, de Roma: diplomacia e política à leste; colonização à oeste;
3. A arte na Roma imperial: os saques e a gênese da contemplação: a importação da arte helenística na Roma imperial; o surgimento das coleções romanas de arte grega; a visualidade (arquitetura, escultura, arte mural) e suas funções imaginárias a serviço do Estado e do homem privado; o ecletismo na arte romana, contribuições de outros povos e de outras culturas para as artes e a visualidade do império;
4. O fundamento retórico das idéias do belo e do sublime, no Pseudo-Longinus (ca. séc. 1 D.C.);
5. A crise do paradigma clássico e a arte tardo-romana;
6. Plotino (205-270) e o neoplatonismo; a nova noção de contemplação estética e a construção da arte como portadora de valores abstratos ou metafísicos; sua contribuição fundamental para as idéias estéticas cristãs medievais, renascentistas e modernas;

V. Cristianismo e visualidade, no final da Antiguidade:
1. Do anticlassicismo a Bizâncio: o cristianismo primitivo diante da visualidade romana;
2. Fundamentos do novo sistema visual bizantino;
3. A iconoclastia bizantina;

[ VI. Cristianismo e visualidade, como fundamentos e elementos de colonização, na gênese da cultura ocidental:
1. A colonização como modelo de ocupação romana, no Ocidente; colonização e evangelização;
2. Do anticlassicismo à evangelização dos bárbaros: objetos visuais como instrumentos evangélicos e a incorporação da iconografia e do artesanato bárbaro na Europa Ocidental;
3. A renascença carolíngia;
4. O estilo românico (arquitetura, escultura); universidades e bibliotecas; o primado da teologia;
5. A questão visual nos principais sistemas filosóficos medievais: agostinianismo e tomismo;
6. O estilo gótico e a metafísica da luz: arquitetura, tapeçaria, pintura de vitrais e escultura; o gótico e a mímesis; ]
 
 
 
Avaliação
     
Método
Aulas expositivas e discussão dos temas abordados. Exposições orais e trabalhos redigidos.
Critério
Trabalho oras e discussão (peso 1) e Trabalho escrito final (peso 1).
Norma de Recuperação
O aluno deverá prestar uma prova que versará sobre o conteúdo do programa. A prova será realizada no final do semestre seguinte.
 
Bibliografia
     
Manuais e obras de interesse geral para todos os tópicos:
Giulio Carlo ARGAN, Arte e Crítica de Arte, trad. H. Gubernatis, Lisboa, Editorial Estampa, 1988.
Giulio Carlo ARGAN e Maurizio FAGIOLO, Guia de História da Arte, trad. M. F. Gonçalves de Azevedo, Lisboa, Editorial Estampa, 1994.
Giulio Carlo ARGAN, História da Arte como História da Cidade, trad. P. L. Capra, S. Paulo, Martins Fontes, 1992.
Giulio Carlo ARGAN, “O revival”, in G. C. Argan et al., El Passado en el Presente, Barcelona, Gustavo Gili, 1974.
Giulio Carlo ARGAN, História da Arte Italiana/ Da Antiguidade a Duccio, v. 1, pref. Lorenzo Mammì, trad. Wilma De Katinsky, São Paulo, Cosac & Naify, 2003.
Germain BAZIN, História da História da Arte, São Paulo, Martins Fontes, 1989.
Leonardo BENEVOLO, História da Cidade, trad. Silvia Mazza, São Paulo, Perspectiva, 2001.
Emile BREHIER, Historia de la Filosofia, trad. D. Nánez, Buenos Aires, Sudamericana, 1962.
François CHÂTELET, História da Filosofia/ Idéias, Doutrinas, vol. I-II-III, Rio de Janeiro, Zahar, 1973.
Ian CHILVERS (ed.), Dicionário Oxford de Arte, trad. M. B. Cipolla e J. L. de Campos, São Paulo, Martins Fontes, 1996.
Umberto ECO, Como se Faz uma Tese, S. Paulo, Perspectiva, 1985.
Maurice de GANDILLAC, Plotin, Paris, Ellipses, 1999.
Udo KULTERMANN, The History of Art History, Abaris Books, 1993.
Lewis MUMFORD, A Cidade na História: Suas Origens, Desenvolvimento e Perspectivas, trad. Neil R. da Silva, São Paulo, Martins Fontes, 1982.
Rudolf WITTKOWER, Escultura, trad. J. L. Camargo, S. Paulo, Martins Fontes, 1989.
Vv. Aa., Enciclopedia Universale dell’ Arte, Firenze, Sansoni, 1958-67.
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Sobre a Antiguidade greco-romana:
José ALSINO CLOTA, El Neoplatonismo/ Síntesis del Espiritualismo Antiguo, Barcelona, Anthropos, 1989.
Perry ANDERSON, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, trad. Telma Costa, Porto, Edições Afrontamento, 1980.
ARISTOTELES, Poética, trad., comentários e índices de Eudoro de Souza, in Aristóteles, vol. II, sel. textos J. A. Motta Pessanha, São Paulo, Os Pensadores/Abril Cultural, 1979, p. 241-243.
Pierre AUBENQUE, “Plotino e o neoplatonismo”, in François CHATELET, História da Filosofia/ Idéias, Doutrinas, vol. I, Rio de Janeiro, Zahar, 1973, pp. 199-214.
Marco AURÉLIO, Meditações, sel. trad. e intro. William Li, São Paulo, Iluminuras, 1995.
A. AYMARD e J. AUBOYER, O Oriente e a Grécia Antiga/ 2 O Homem no Oriente Próximo, trad. Pedro Moacyr Campos, São Paulo, Difel, 1962.
Robert BACCOU, "Introdução", in PLATÃO, A República, trad. J. Guinsburg, São Paulo, Difel, 1973.
Ranuccio Bianchi BANDINELLI, Roma: Centro del Poder, trad. Concepcion Hernando Martin, Madrid, Aguilar, 1970
Ranuccio Bianchi BANDINELLI, Roma: La Fine dell’Arte Antica, Milano, Rizzoli, 1976.
François BARATTE, Histoire de l’Art Antique: l ‘Art Romain, Paris, Manuels de l’École du Louvre, Réunion des musées nationaux/ La Documentation Française, 1996.
Brigitte BOURGEIOS e Alan PASQUIER, Le Gladiateur Borghèse et sa Restauration, Paris, Fimalac, 1997.
Violaine BOUVET-LANSELLE (concepção), Les Antiquités Étrusques et Romaines, catálogo, Paris, Éditions de la Réunion des Musées nationaux, 1998.
Roberto de Oliveira BRANDÃO, A Tradição Sempre Nova, São Paulo, Atica, 1976.
Jean BRUN, O Neoplatonismo, trad. J. F. Colaço, Lisboa, ed. 70, 1991.
Cornelius CASTORIADIS, Ce qui Fait la Grèce/ 1. D´Homère à Héraclite/ Séminaires 1982-1983 (La Création Humaine II), Paris, Seuil, 2004.
Cornelius CASTORIADIS, Sujet et Verité dans le Monde Social-Historique/ Séminaires 1986-1987 (La Création Humaine I), Paris, Seuil, 2002.
Marilena CHAUÍ, Introdução à História da Filosofia: dos Pré-Socráticos a Aristóteles, vol. I, São Paulo, Brasiliense, 1994.
Henri van EFFENTERRE, Mycenes/ Viet et Mort d´une Civilisation/ La Seconde Fin du Monde, Paris, Errance, 1985.
M. I. FINLEY, Les Anciens Grecs, trad. Monique Alexandre, Paris, La Découverte, 1984 (ver também Points-Essais/Seuil, 1984)
M. I. FINLEY, Democracia Antiga e Moderna, trad. W. Barcellos e S. Bedran, Rio de Janeiro, Graal, 1988.
M. I. FINLEY, Escravidão Antiga e Ideologia Moderna, trad. N. L. Guarinello, Rio de Janeiro, Graal, 1991.
M. I. FINLEY, Grécia Primitiva: Idade do Bronze e Idade Arcaica, trad. Wilson R. Vaccari, São Paulo, Martins Fontes, 1990.
Jeanne Marie GAGNEBIN, “Do conceito de mímesis no pensamento de Adorno e Benjamin”, in idem, Sete Aulas sobre Linguagem, Memória e História, Rio de Janeiro, Imago, 1997, pp. 84-86.
Maurice de GANDILLAC, Plotin, Paris, Ellipses, 1999.
Giovanni GARBINI, Mundo Antigo, coleção “O Mundo da Arte”, Encyclopaedia Brittanica do Brasil, 1979.
Edward GIBBON, Declínio e Queda do Império Romano, org. D. Saunders, trad. e nota J.P. Paes, São Paulo, Cia das Letras, 2005;
Victor GOLDSCHMIDT, A Religião de Platão, trad. I. e O. Porchat Pereira, S. Paulo, Difusão Européia do Livro, 1963.
Ernst H. GOMBRICH, “Reflexões sobre a revolução grega” (cap. IV), in idem, Arte e Ilusão, São Paulo, Martins Fontes, 1986.
André GRABAR, “Plotin et les origines de l’esthétique médiévale” in idem, Les Origines de l’Esthétique Médiévale”, Paris, Macula, 1992.
André GRABAR, Les Voies de la Création en Iconographie Chrétienne, France, Flammarion, 2001;
William K. C. GUTHRIE, Los Filosofos Griegos, trad. Florentino M. Torner, Mexico, D.F., Fondo de Cultura Económica, 1995.
[Pierre HADOT, O Que é a Filosofia Antiga, São Paulo, Ed. Loyola.]
Eric A. HAVELOCK, a Revolução da Escrita na Grécia/ e suas conseqüências culturais, trad. O. J. Serra, São Paulo, UNESP/Paz e Terra, 1996.
HESÍODO, Os Trabalhos e os Dias, trad. introd. e comentários, Mary de C. N. Lafer, São Paulo, Iluminuras, 2002.
Bernard HOLTZMANN e Alain PASQUIER, Histoire de l’Art Antique: l ‘Art Grec, Paris, Manuels de l’École du Louvre, Réunion des musées nationaux/ La Documentation Française, 1998.
Werner JAEGER, Demóstenes/ La Agonía de Grecia, trad. E. Nicol, Mexico, D.F. Fondo de Cultura Economia, 1976.
Peter V. JONES (org.), O Mundo de Atenas/ Uma introdução à cultura clássica ateniense, trad. Ana Lia de Almeida Prado, São Paulo, Martins Fontes, 1997.
G. S. KIRK e J. E. RAVEN, Os Filósofos Pré-Socráticos, trad. C. A. Louro da Fonseca, B. R. Barbosa, M. A. Pegado, Lisboa, Fundação Calouste Gubenkian, 1982.
Alexandre KOYRÉ, Introdução à leitura de Platão, Lisboa, Presença, 1988.
Jean LASSUS, Cristandade Clássica e Bizantina, coleção “O Mundo da Arte”, Encyclopaedia Brittanica do Brasil, 1979.
A. W. LAWRENCE, Arquitetura Grega, trad. M.L. de Alba, S. Paulo, Cosac & Naify, 1998.
André LEROI-GOURHAN, Los Primeros Artistas de Europa/ Introducción al Arte Parietal Paleolítico, Madrid, Encuentro, 1983.
LONGINO, Do Sublime, trad. Filomena Hirata, São Paulo, Martins Fontes, 1996.
Claude MOSSÉ, Atenas/ A História de uma democracia, Brasília, Editora UnB, 2000.
Claude MOSSÉ, As Instituições Gregas, trad. António I. D. Diogo, Lisboa, Edições 70, 1985.
Massimo PALLOTINO, La Peinture Étrusque, tra. R. Skira-Venturi, Genève, Skira, 1952.
Erwin PANOFSKY, Idea: Contribucion a la Historia de la Teoria del Arte, trad. Maria Teresa Pumarega, Madrid, Catedra, 1987; Idea: A Evolução do Conceito do Belo, trad. Paulo Neves, S. Paulo, Martins Fontes, 1994.
José Américo Motta PESSANHA (consultor), “Aristóteles (384-322 A. C.)/ Vida e obra”, in Aristóteles, Aristóteles, vol. I, sel. textos, J. A. Motta Pessanha, trad. L. Vallandro e G. Bornheim, São Paulo, Os Pensadores/Abril Cultural, 1978, p. V-XXIV.
José Américo Motta PESSANHA, “Platão (c.428/7-348/7 a.C)/Vida e Obra”, in PLATÃO, Diálogos, trad. J. Cavalcante de Souza, J. Paleikat e J. Cruz Costa, São Paulo, Os Pensadores/Abril Cultural, 1979, pp. V-XXIV.
PLATÃO, A República: Livro VII, comentários Bernard Piettre, pref. P. Aubenque, trad. E. M. Marcelina, Brasília/ São Paulo, UnB/ Atica, 1989.
J. J. POLLITT, Art and Experience in Classical Greece, New York, Cambridge University Press, 1998.
Martin ROBERTSON, Uma Breve História da Arte Grega, trad. Alvaro Cabral, Rio de Janeiro, Zahar, 1982.
Donaldo SCHÜLER, Literatura Grega, Porto Alegre, Mercado Aberto, 1985.
Nigel SPIVEY, Greek Art, London, Phaidon, ?.
Nigel SPIVEY, Understanding Greek Sculpture: Ancient Meanings, Modern Readings, Londo, Thames and Hudson, 1996.
Donald STRONG, Antiguidade Clássica, coleção “O Mundo da Arte”, Encyclopaedia Brittanica do Brasil, 1979.
Alexander TZONIS e Phoebe GIANNISI, Architecture Grecque Classique/ La Construction de la Modernité, Paris, Flammarion, 2004.
Jean-Pierre VERNANT e Pierre VIDAL-NAQUET, Mito e Tragédia na Grécia Antiga, trad. Anna Lia de Almeida Prado, Filomena Hirata Garcia e Maria da Conceição Cavalcante, São Paulo, Duas Cidades, 1972.
Jean-Pierre VERNANT, As Origens do Pensamento Grego, trad. I. L. Borges, São Paulo, Difusão Européia do Livro, 1972.
Jean-Pierre VERNANT, Religions, Histoires, Raisons, Paris, François Maspero, 1979.
Vv. Aa., Formas de Exploração do Trabalho e Relações Sociais na Antiguidade Clássica, trad. Maria da Luz Veloso, Lisboa, Editorial Estampa, 1978.
Paul VEYNE, “A helenização de Roma e a problemática das aculturações”, in Revista Diógenes, n. 3, julho-dezembro 1983, Brasília, UnB, 1983, pp. 105-25.
Pierre VIDAL-NAQUET, Os Gregos, os Historiadores, a Democracia/ O Grande Desvio, trad.Jônatas Batista Neto, São Paulo, Cia. das Letras, 2002.
Pierre VIDAL-NAQUET, O Mundo de Homero, trad.Jônatas Batista Neto, São Paulo, Cia. das Letras, 2002.
François VILLARD et allii., Mer Égée/ Gréce des Îles, catalogue d´exposition, Paris, Musée du Louvre, 26 avril – 3 septembre 1979, Paris, Réunion des musées nationaux, 1979.
Francis WOLFF, Sócrates/ O Sorriso da Razão, trad. Franklin Leopoldo e Silva, São Paulo, Brasiliense, 1982.

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Sobre Bizâncio e o período medieval na Europa ocidental:

José ALSINO CLOTA, El Neoplatonismo/ Síntesis del Espiritualismo Antiguo, Barcelona, Anthropos, 1989.
Perry ANDERSON, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, trad. Telma Costa, Porto, Edições Afrontamento, 1980.
Jean BRUN, O Neoplatonismo, trad. J. F. Colaço, Lisboa, ed. 70, 1991.
F. C. COPLESTON, El Pensamiento de Santo Tomas, trad. Elsa Cecilia Frost, Mexico, D. F., Fondo de Cultura Economica, 1999.
José Silveira da COSTA, Tomás de Aquino: A Razão a Serviço da Fé, São Paulo, Moderna, 1993.
Georges DUBY, Art et Société au Moyen Age, Paris, Seuil, 1997.
Georges DUBY, A Idade Média, trad. e notas Rosa Freire d’Aguiar, S. Paulo, coleção História Artística da Europa/ Editora Paz e Terra, tomo I, 1977.
Georges DUBY, História Artística da Europa/ A Idade Média, Tomo II, trad. Mário Dias Correia, São Paulo, Paz e Terra, 1998.
Umberto ECO, “As estéticas da luz”, cap. 5, in idem, Arte e Beleza na Estética Medieval, trad. de António Guerreiro, Lisboa, Presença, 1989, pp. 56-65; idem, ib., trad. Mario Sabino Filho, Rio de Janeiro, Globo, 1989 (Umberto ECO, Art et Beauté dans l’Esthétique Médiévale, trad. Maurice Javion, France, Éditions Grasset & Fasquelle, 1997).
Henri FOCILLON, L´Art des Sculpteurs Romans, Paris, PUF, 1995.
Henri FOCILLON, Arte do Ocidente: a Idade Média Romanica e Gótica, trad. José Saramago, Lisboa, Estampa, 1980.
Jacques LE GOFF, La Civilisation de l´Occident Mediéval, Paris, Flammarion, 2004.
Jacques LE GOFF, Os Intelectuais na Idade Média, trad. M. J. Goldwasser, rev. téc. Hilário Franco Jr., São Paulo, Brasiliense, 1988.
André GRABAR, L´Iconoclasme Byzantin, Paris, Flammarion, 1998.
André GRABAR, Les Origines de l´Esthétique Médiévale, préface de Gilbert Dragon, Paris, Macula, 1992.
André GRABAR, Les Voies de la Création en Iconographie Chrétienne, Paris, Flammarion, 2001.
Johan HUIZINGA, O Declínio da Idade Média, trad. A. Abelaira, Lisboa, Ulisséia, s.d..
Peter KIDSON, Mundo Medieval, coleção “O Mundo da Arte”, Encyclopaedia Brittanica do Brasil, 1979.
Carlos Arthur NASCIMENTO, O que é Filosofia Medieval, São Paulo, Primeiros Passos/Brasiliense, 1992.
Carlos Arthur NASCIMENTO, Santo Tomás de Aquino, o Boi Mudo da Sicília, S. Paulo, Educ, 1992.
Carlos Arthur R. do NASCIMENTO, De Tomás de Aquino a Galileu, Campinas, Unicamp/ Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, 1998.
Erwin PANOFSKY, Arquitetura Gótica e Escolástica, trad. W. Hörnke, S. Paulo, Martins Fontes, 1991.
Erwin PANOFSKY, “O Abade Suger de S. Denis”, in idem, Significado nas Artes Visuais, trad. M. C. F. Kneese e J. Guinsburg, São Paulo, Perspectiva, 1976, pp. 149-190.
Jean PEPIN, “Santo Tomás e a filosofia do século XIII”, in François CHATELET, História da Filosofia/ Idéias, Doutrinas, vol. II, Rio de Janeiro, Zahar, 1973, pp. 152-64.
Armando SAITTA, Guía Crítica de la Historia Medieval, trad. Stella Mastrangelo, Mexico, D. F., Fondo de Cultura Economica, 1999.
Paul WILLIAMSON, A Escultura Gótica: 1140-1300, São Paulo, Cosac & Naify, 1998.

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