Informações da Disciplina

Júpiter - Sistema de Graduação

Escola de Comunicações e Artes
 
Artes Plásticas
 
Disciplina: CAP0286 - Fundamentos da Aprendizagem Artística
Foundations of Artistic Learning

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 1
Carga Horária Total: 90 h ( Práticas como Componentes Curriculares = 15 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 15/07/2019 Desativação:

Objetivos
A disciplina trata de questões relativas ao processo de aprendizagem da arte, investigando características desse processo e contextualizando suas funções sociais, culturais e estéticas. Trata-se de uma reflexão que tem como objetivo instrumentar a prática artística e a inclusão, no processo formativo, da discussão sobre educação, arte e cultura. Mesmo que os estudantes não tenham a intenção de se tornarem professores de Arte, certas noções básicas relativas ao espaço da educação no grupo social e cultural a que pertencem podem alicerçar uma visão mais ampla da rede de relações das quais fazem parte como artistas. Referências teóricas e filosóficas sobre a função da educação no mundo de hoje podem também reorganizar o espaço imaginário que ocupa a mente dos estudantes, propiciando seu reposicionamento quanto às idéias e crenças sobre processos educativos. Ao mesmo tempo, pensar o processo de aprendizagem artística pode trazer uma reflexão crítica sobre o trajeto de conhecimento dos estudantes durante a graduação, tanto nas disciplinas práticas quanto teóricas
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
1662495 - Sumaya Mattar
 
Programa Resumido
A disciplina abordará os fundamentos teórico-poéticos que embasam o processo de ensino-aprendizagem da arte em sua relação com a natureza do processo educativo e o fenômeno artístico, em uma perspectiva dialógica e vivencial. .
 
 
 
Programa
- Relações entre arte, experiência e aprendizagem artística;. - Dinâmicas dos processos de criação na arte e na educação;. - O artista e o educador como propositores de experiências;. - A Arte/educação como ação cultural; - Processos colaborativos na arte e na educação; . - Estudos, experimentações e criações artísticas e didáticas.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Aulas expositivas e dialogadas, discussões em grupos, leituras, exercícios e trabalhos práticos e teóricos individuais e coletivos.
Critério
A avaliação dar-se-á durante todo o processo, contínua e cumulativamente. Os seguintes aspectos serão considerados: assiduidade e pontualidade; participação nas discussões, experiências e atividades; realização de exercícios, leituras e trabalhos propostos.
Norma de Recuperação
O aluno desenvolverá um trabalho teórico-prático que versará sobre o conteúdo do programa, a ser entregue no início do semestre letivo.
 
Bibliografia
     
LARROSA, J. Tremores: escritos sobre experiência. Belo Horizonte: Autêntica, 2014. BOSI, Alfredo. “Os trabalhos das mãos”. In O ser e o tempo da poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. CAMARGO, Iberê. Gaveta dos guardados. São Paulo: Cosac Naif, 2010. CANDIDO, Antonio. “O direito à literatura”. In Vários escritos. São Paulo: Duas Cidades, 1995. DELEUZE, G. e GUATTARI, F. “Percepto, afecto e conceito”. In. O que é a filosofia?. Rio de Janeiro: Editora 34, 1992, p. 193-235. DEWEY, John. "Ter uma experiência. In: A arte como experiência. São Paulo: Martins Fontes, 2010. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999. GUATTARI, Felix. As três ecologias. Campinas: Papirus, 2009MARINA, Jose Antonio. “O movimento inteligente”. In: Teoria da inteligência criadora. Lisboa: Editorial Caminho, 1995. pp. 87-205. MATTAR, Sumaya. “A intimidade da terra: lições da cerâmica e da ceramista”. In. Sobre arte e educação: entre a oficina artesanal e a sala de aula. Campinas: Papirus, 2010. _______, Sumaya. “A poesia extraída do barro: cerâmica e a reinvenção da sobrevivência”. In. Sobre arte e educação: entre a oficina artesanal e a sala de aula. Campinas: Papirus, 2010. OSTROWER, Fayga. “Potencial”. In. Criatividade e processos de criação. Petrópolis: Vozes, 1978. pp. 9-30. PAZ, Octavio. “Poesia e poema”. O arco e a lira. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 1982. SALLES, Cecilia Almeida. “Estética do movimento criador”. In. Gesto Inacabado: processo de criação artística. São Paulo: FABESP: Annablume, 1998. pp. 25-86.. SENNETH, Richard. “A mão”. In: O artíficie. Rio de Janeiro: Record, 2009, pp. 169-199. SNYDERS, Georges. 1996. Alunos Felizes: reflexão sobre a alegria na escola a partir de textos literários. Rio de Janeiro: Paz e Terra. VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. “Práxis criadora e práxis reiterativa”. In: Filosofia da Praxis. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. Pp. 245-279. BARBOSA, Ana Mae. Redesenhando o Desenho-educadores, política e história. São Paulo: Cortez, 2015. MARTINS, Mirian Celeste. Didática do ensino da arte, a língua do mundo: poetizar, fruir e conhecer arte. FTD. São Paulo,1998. IAVELBERG, Rosa. Para Gostar de Aprender Arte: sala de aula e formação de professores. Porto Alegre:Zouk, 2006.
 

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