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Júpiter - Sistema de Graduação

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
 
Geografia
 
Disciplina: FLG0385 - Regionalização do Espaço Mundial
World Space Regionalization

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h ( Práticas como Componentes Curriculares = 18 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 15/07/2018 Desativação:

Objetivos
1. Discutir o processo de regionalização do espaço mundial segundo as articulações históricas que o determinam. 2. Fornecer subsídios para a compreensão do atual caráter universal da sociedade e do espaço para a formação básica do geógrafo (bacharelado e licenciatura).
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
61350 - Andre Roberto Martin
777463 - Gloria da Anunciação Alves
 
Programa Resumido
A nova ordem mundial exige uma explicitação dos processos de sua constituição e das relações econômicas, de poder, culturais e políticas que se estabelecem bem como os conflitos e articulações dele engendradas, que articulam diversas escalas geográficas, promovendo ao geógrafo (bacharelado e licenciatura) a compreensão do mundo atual. Justificativa- O entendimento da realidade brasileira só pode ser dado pela articulação com outras escalas geográficas, e isso ocorre desde a nossa colonização, daí a compreensão da regionalização mundial hoje.
 
 
 
Programa
1. Região e regionalização 2. A divisão regional mundial e suas articulações históricas no processo de reprodução do mundo capitalista 2.1 A hegemonia Inglesa, americana e a bipolaridade do pós guerra 2.2 A divisão regional pós anos 80 do século XX 2.3 A divisão regional e a nova globalização- novas alianças e conflitos espaciais na escala mundial. Novas escalas – a questão das redes 3. A questão regional e o ensino 3.1- revisão dos conteúdos de ensino básico de regionalização na escala mundial. 3.2. A regionalização mundial no ensino básico- visão política e didático-pedagógica. Entre as atividades de PCCs desenvolvidas na disciplina, destacam-se as análises de livros didáticos e currículos da Educação Básica, bem com a elaboração de materiais e sequências de ensino-aprendizagem com foco no debate da regionalização do espaço mundial.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Aulas teóricas com discussão dialogada , seminários e discussões em grupos. Recursos Áudio visuais(documentários, filmes), de informática , entre outros.
Critério
Avaliação individual e em grupos, a partir de textos produzidos, seminários e debates. As práticas como componente curricular são desenvolvidas ao longo da disciplina mas com maior ênfase no item 3 dos conteúdos a partir de debates e trabalhos didáticos pedagógicos desenvolvidos em aula. Leituras programadas , participação em seminários e debates, elaboração de resenhas e textos, bem como realização de atividades didáticas com uso de TICs para o ensino básico. Com isso busca-se dar maior atenção a forma de expressão escrita da Língua Portuguesa.
Norma de Recuperação
Norma de Recuperação
 
Bibliografia
     
ALVES, G.A. e CUSTODIO, V. Uso e registro de fontes bibliográficas In: Venturi, L.A.B. (Org). Geografia: Práticas de campo, laboratório e sala de aula. Sarandi: São Paulo, 2011, 528p. BRASIL. BNCC- GEOGRAFIA- disponível no apoio didático. Discutiremos o BNCC de ciências humanas. O documento completo com todas as disciplinas do ensino básico pode ser consultado em http://basenacionalcomum.mec.gov.br/documentos/bncc-2versao.revista.pdf Acessado em 04 de janeiro de 2017 BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. CAROLINO, J.A Contribuições da pedagogia de projetos e do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) para o ensino de Geografia: um estudo de caso, dissertação de mestrado,São Paulo: FE, 2008. Disponível em www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde.../DissertacaoJussaraCarolino.pdf acesso em 14 jan.2017. CASTRO, Therezinha de. Do infante a Tordesilhas- sistemática Geopolítica in Revista Do Instituto Geográfico histórico militar do Brasil, n. 81, 1995. Frank, A. G. Acumulação dependente e subdesenvolvimento,São Paulo: Brasiliense, 1980, pp. 21 a 46 DRAIBE, Sonia Miriam. Coesão social e integração regional: a agenda social do Mercosul e os grandes desafios das políticas sociais integradas. Caderno Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23 p.174-183, 2007. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/csp/v23s2/06.pdf. Acessado em: jan/2015. Eco, Umberto,. Como se faz uma tese tradução. Gilson Cesar Cardoso de Souza(21. ed.) São Paulo: Perspectiva, 2008. HAESBAERT, Rogério. Região, regionalização e regionalidade: questões contemporâneas in Antares, n. 3, Rio de Janeiro, 2010, pp 2-24 HARVEY, D. Condição pós-moderna, São Paulo: Loyola, 1992. HARVEY, D.O novo imperialismo, São Paulo: Loyola,2004. HARVEY, D. O enigma do capital e as crises do capitalismo.Lisboa: Bizancio, 2011. HUNTINGTON, S. P. Choque de civilizações? In Política Externa , vol 2 n. 4, 2004 . LENCIONI, Sandra. Região e geografia. S. Paulo: Edusp,1999. LENCIONI, Sandra. Região e geografia. a noção de região no pensamento geográfico in CARLOS, A.F.A. (org). Novos caminhos da geografia, São Paulo : Contexto , 1999, pp. 187-205. PADOVESI, F. A cartografia no ensino: os desafios do mapa da globalização in RDG, 2014, p. 141-154 disponível em http://www.revistas.usp.br/rdg/article/view/85551/88340 acesso em 04 de janeiro de 2017 SANTOS, M. Por uma outra globalização, 12 ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. SÃO PAULO (ESTADO). Proposta curricular do Estado de São Paulo – São Paulo: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, 2008. disponível emhttp://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_GEO_COMP_red_md_20_03.pdf SAVIO, R. Quem aposta no Choque de Civilizações in http://justificando.cartacapital.com.br/2016/06/15/quem-aposta-no-choque-de-civilizacoes/ acesso em 16 jan/2017. TEIXIERA, A.L. e FREDERICO, I.C. PRÁTICAS INTERDISCIPLINARES NO ENSINO DE GEOGRAFIA in Ania disponível em http://www.agb.org.br/XENPEG/artigos/GT/GT1/tc1%20(46).pdf
 

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