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Júpiter - Sistema de Graduação

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
 
Sociologia
 
Disciplina: FSL0527 - Inovação e Desenvolvimento Econômico e Social
Innovation and Socio-economic Development

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2016 Desativação:

Objetivos
Desde o esgotamento do ciclo desenvolvimentista que o Brasil procura novos caminhos para crescer. Ainda que a experiência histórica brasileira, confirmada pela de vários outros países, tenha demonstrado que embora o crescimento econômico não diminui automaticamente as desigualdades, nem leva mecanicamente à superação de distorções e disparidades estruturais que sustentam o atraso brasileiro, é quase um consenso a visão de que o crescimento econômico permite o equacionamento desses problemas e que, sem crescimento, sua superação torna-se, simplesmente, wishful thinking.
As condições atuais são distintas do passado, em que o Brasil cresceu rápida e intensamente por décadas. O mundo mudou, as sociedades se transformaram. O Brasil mudou muito. Diminuiu desigualdades sociais e diversificou ainda mais seu parque produtivo e de serviços. No entanto, a economia do pais não consegue manter seu crescimento e o país vive uma combinação de crises – políticas, econômicas e institucionais – de proporções inéditas.
Alternativas? É o que muitos buscam ou propõem. Mas sem levar em conta que a afirmação de economias baseadas em commodities, como a brasileira, estreitou-se dramaticamente, é praticamente impossível voltar a crescer de modo mais duradouro e sustentável. Nesse sentido, é essencial o esforço para diminuir a distância que separa a nossa produção de Ciência, Tecnologia e Inovação da fronteira do conhecimento, assim como facilitar o avanço das empresas brasileiras na direção das práticas mais competitivas, de modo a dinamizar a economia e gerar empregos de qualidade.
Este curso vai discutir algumas das questões, obstáculos e constrangimentos estruturais candentes que os países emergentes – e o Brasil – enfrentam para crescer, a começar pela competência de seu sistema produtivo e pela qualidade e impacto econômico e social do conhecimento que produzimos.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
2812437 - Glauco Antonio Truzzi Arbix
 
Programa Resumido
Desde o esgotamento do ciclo desenvolvimentista que o Brasil procura novos caminhos para crescer. Ainda que a experiência histórica brasileira, confirmada pela de vários outros países, tenha demonstrado que embora o crescimento econômico não diminui automaticamente as desigualdades, nem leva mecanicamente à superação de distorções e disparidades estruturais que sustentam o atraso brasileiro, é quase um consenso a visão de que o crescimento econômico permite o equacionamento desses problemas e que, sem crescimento, sua superação torna-se, simplesmente, wishful thinking.
As condições atuais são distintas do passado, em que o Brasil cresceu rápida e intensamente por décadas. O mundo mudou, as sociedades se transformaram. O Brasil mudou muito. Diminuiu desigualdades sociais e diversificou ainda mais seu parque produtivo e de serviços. No entanto, a economia do pais não consegue manter seu crescimento e o país vive uma combinação de crises – políticas, econômicas e institucionais – de proporções inéditas.
Alternativas? É o que muitos buscam ou propõem. Mas sem levar em conta que a afirmação de economias baseadas em commodities, como a brasileira, estreitou-se dramaticamente, é praticamente impossível voltar a crescer de modo mais duradouro e sustentável. Nesse sentido, é essencial o esforço para diminuir a distância que separa a nossa produção de Ciência, Tecnologia e Inovação da fronteira do conhecimento, assim como facilitar o avanço das empresas brasileiras na direção das práticas mais competitivas, de modo a dinamizar a economia e gerar empregos de qualidade.
Este curso vai discutir algumas das questões, obstáculos e constrangimentos estruturais candentes que os países emergentes – e o Brasil – enfrentam para crescer, a começar pela competência de seu sistema produtivo e pela qualidade e impacto econômico e social do conhecimento que produzimos.
 
 
 
Programa
Aula 01: Abertura
• Enquadramento teórico do Curso.
• Apresentação: Desenvolvimento e Inovação
• Objetivos
• Funcionamento
• Critérios de avaliação
• Trabalhos
Aula 02: Impasses do Desenvolvimentismo
• Como se deu a industrialização brasileira. Qual foi o lugar reservado à Educação, Ciência e Tecnologia. Inovação: foco ou sub-produto?
Aula 03: O Desenvolvimento pela lente da Inovação
• Quais são os elementos-chave que estruturam a geração de conhecimento novo. Experiências internacionais de incentivo à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).
Aula 04: A formação dos sistemas de CT&I
• Apresentação dos principais fundamentos que sustentam o modo como se organiza e funciona a produção de CT&I.
Aula 05: Tensões na relação entre Universidade e Empresa
• Políticas públicas, programas e atividades voltadas para a sinergia entre empresas e centros produtores de conhecimento.
Aula 06: O quadrante de Pasteur
• A dicotomia entre ciência básica e aplicada. Corpo e a alma do “modelo linear da inovação” e seu enraizamento nas instituições geradores de conhecimento.
Aula 07: Políticas Públicas de desenvolvimento de CT&I
• A reconfiguração das bases do relacionamento entre a Ciência, Tecnologia e a atuação de governos e instituições da sociedade.
Aula 08: Ascensão e queda dos sistemas científicos
• A construção dos sistemas científicos dominantes, sua trajetória e as razões de seu declínio. Impactos do mundo pós-guerra fria sobre a produção científica.
Aula 09: CT&I e Crescimento
• Como os economistas lidam com Ciência e Tecnologia: fator endógeno ou exógeno? Desde o pós-Guerra que o conhecimento ganhou importância maior. Mas nem sempre frequenta as teorias explicativas sobre o crescimento econômico.
Aula 10: Uma nova matriz de relacionamento Estado-Mercado
• O Japão ressurgiu das cinzas da II Guerra Mundial para despontar como uma das economias mais avançados do planeta. Sua experiência, que mescla de modo particular Estado e Mercado, serviu de guia para o avanço dos Tigres Asiáticos e inspira a China em seu desempenho excepcional de hoje.
Aula 11: Japão, Coréia e o Império do Meio
• Como a China se transformou na oficina do mundo. E como prepara um salto mais ambicioso rumo a uma economia puxada pela inovação.
Aula 12: CT&I no Brasil: dilemas e desafios
• A formação das instituições de CT&I no Brasil. Lugar das Universidades e Institutos, seu funcionamento e gargalos. Como desenvolver mecanismos permanentes de prospecção científico-tecnológica
Aula 13: Políticas de Tecnologia e Inovação e Desenvolvimento
• O que é, para que serve, como funciona e se elabora uma política de Inovação. Alavanca para o desenvolvimento ou intervencionismo estatal?
Aula 14 : Inovação e Produtividade
• Que importância tem para a economia e a sociedade brasileira. A polêmica sobre Inovação e produtividade. Programas e tentativas federais, estaduais e municipais de estimular a competitividade. Como avaliar seus impactos. O peso da qualificação da força de trabalho e o lugar especial da qualificação da mão de obra e da educação.
Aula 15: Pequenas empresas de base tecnológica
• O significado de Venture Capital para a economia. Como o setor público e o privado podem apoiar o desenvolvimento do empreendedorismo e as startups de base tecnológica no Brasil?
Aula 16: A terceira onda dos emergentes e o Brasil
• Como articular e desenvolver Ciência, Tecnologia e Inovação de modo a viabilizar um salto do país e elevar a qualidade, o padrão e o impacto social da geração de conhecimento. A começar pela revitalização e alteração da estrutura produtiva da indústria brasileira, em geral de baixo dinamismo?
 
 
 
Avaliação
     
Método
• As aulas combinarão exposições do professor com apresentações de temas e textos pelos alunos.
• Em cada aula haverá um texto básico para discussão após apresentação de temas por alunos previamente agendados. A leitura, evidentemente, será obrigatória.
• É pré-requisito para a inscrição no curso a leitura e compreensão da língua inglesa.
Critério
• A avaliação combinará a nota pela participação e leitura da bibliografia (10%) + apresentação de texto na sala de aula (30%) + trabalho final (60%).
• Para o trabalho final, cada aluno escolherá um dentre três livros indicados pelo professor para análise e discussão. O professor apresentará três perguntas básicas que orientarão o desenvolvimento do trabalho. Serão valorizados as dissertações que conseguirem trabalhar e debater alguns constrangimentos e desafios estruturais do Brasil, em especial aqueles vinculados ás dificuldades para aumentar o crescimento e sustentar o desenvolvimento econômico e social.
• Entrega do trabalho final: o trabalho deverá ser entregue por email, em espaço duplo, corpo 12, e não poderá ter mais do que 15 nem menos do que 10 páginas.
• O trabalho deverá ser pensado na estrutura de um artigo acadêmico.
Norma de Recuperação
Terão direito à realização da prova de recuperação os alunos que tiverem média igual ou superior a 3 pontos e inferior a 5 pontos, bem como frequência mínima de 70%.
 
Bibliografia
     
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Stiglitz, Joseph, Creating a Learning Society: a new approach to growth, development, and social progress. NY: Columbia Un Press, 2014 (cap 12 – P 369-400) - xerox
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Thorp, Holden & Goldstein, Buck, Engines of Innovation. The entrepreneurial university in the 21st century. Chapel Hill: The Un of North Carolina Press, 2010 (caps 1, 2 e 3 – P 9-52) - xerox
Xue Lan and Nancy Forbes, “Will China Become a Science and Technology Superpower by 2020?”. Cambridge: innovations, Fall 2006 – Digital
 

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