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Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
 
Economia Administração e Sociologia
 
Disciplina: LES0342 - Instrumentação para o Ensino de Ciências Agrárias
Instrumentation for the Teaching of Agrarian Sciences

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 4
Carga Horária Total: 180 h ( Estágio: 40 h , Práticas como Componentes Curriculares = 60 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2021 Desativação:

Objetivos
O objetivo da disciplina é apoiar e incentivar o desenvolvimento de materiais didáticos que facilitem o ensino das técnicas agrícolas e conteúdos da área das ciências agrárias, que respeitam o ambiente e o meio sócio-cultural onde estas se inserem, dimensionando o trabalho do educador em seus vários ambientes da educação formal e não formal. Além disto, tem-se como objetivo instrumentalizar o educador de forma teórica e, principalmente, prática no uso das técnicas, experimentos e materiais para a educação em Ciências Agrárias, a fim de que seja capaz de elaborar, planejar o uso e utilizar os espaços pedagógicos e os materiais de ensino. Nas 60 horas de Prática como Componente Curricular (PCC) os alunos desenvolvem atividades que envolvem o contexto escolar, familiarizando-se com elaboração/adaptação/análise de materiais didáticos, seu uso e procedimentos de avaliação da aprendizagem, com base na estrutura curricular de disciplinas para futuro exercício da docência. Neste sentido, as 40h de Estágio supervisionado tem o objetivo de aproximar as experiências teóricas com a vivência das atividades práticas realizadas pelos alunos.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
1895432 - Rosebelly Nunes Marques
 
Programa Resumido
Formação instrumental do licenciando no sentido da reflexão, adaptação e elaboração de programas, KITs e recursos didáticos de ensino para aprimorar e auxiliar o Ensino de conteúdos específicos das Ciências Agrárias, considerando a perspectiva CTSA e a alfabetização científica, a formação técnico-pedagógica, os diversos recursos de ensino, a História e Ciência, a tecnologia da informação, os ambientes da educação formal, e não-formal, incluindo a educação ambiental. Atividades de Estágio Supervisionado.
 
 
 
Programa
A importância da instrumentação do licenciando, para o ensino dos conteúdos curriculares tradicionais agrotécnico e dos novos cursos das carreiras técnico-científicas de nível médio. A História e Epistemologia da Ciência como norteador das discussões de conteúdos específicos. O ensino da agroecologia e de técnicas sustentáveis; trabalhos científicos e adaptação de experimentos ao ensino básico e técnico médio; identificação e falta de materiais didáticos em Ciências Agrárias; a perspectiva CTSA e a alfabetização científica na instrumentalização dos professores; análise e desenvolvimento de recursos didáticos de ensino na perspectiva da Educação Inclusiva, voltados para alunos com necessidades educativas especiais, utilização pedagógica de hortas, viveiros e culturas não- escolares; concepção, elaboração e uso de KITs educacionais; Jogos Didáticos aplicado ao Ensino de Ciências, STEAM: Science, Technology, Engineering, Arts e Mathematics, laboratórios didáticos: montagem, manutenção, segurança e uso no ensino básico; o computador e as tecnologias da informação no ensino de Ciências Agrárias: limites e possibilidades; educação ambiental: concepções e recursos didáticos para sua implementação. Atividades de Prática como Componente Curricular-PCC (60h). Atividades de Estágio Supervisionado na educação básica (40h).
 
 
 
Avaliação
     
Método
A avaliação envolverá a elaboração e análise de um KIT didático e manual de sua aplicação e a apresentação do mesmo. Envolverá a entrega de relatórios de atividades práticas, resenhas e questões sobre textos propostos, assiduidade e participação, atividades de Estágio Supervisionado e uma prova escrita.
Critério
A avaliação do KIT elaborado levará em conta o processo de elaboração, além do produto final, para o qual será avaliada a funcionalidade do KIT, o rigor conceitual, os critérios que nortearam sua elaboração bem como sua adequação à faixa etária e aos propósitos educacionais de ormação geral. Os relatórios referentes às atividades programadas serão avaliados quanto a organização, abordagem do tema, respeito aos prazos estabelecidos, qualidade e rigor teórico-conceitual, bem como sua relação com a instrumentação prática.
Norma de Recuperação
Será realizada uma prova de recuperação que aborda todo o conteúdo ministrado durante o semestre. Para ter direito a recuperação o aluno dever ter no mínimo 70% de freqüência e média final maior ou igual a 3,0 e menor que 5,0.
 
Bibliografia
     
Literatura Básica: BORDENAVE, J.D. e PEREIRA, A.M. Estratégias de Ensino – aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1977. BORUCHOVITCH, E., BZUNECK, J. A. e GUIMARÃES, S. E. R. (Orgs.) Motivação para aprender: aplicações no contexto. Rio de Janeiro: Vozes, 2010. Cap.1: Como motivar os alunos: sugestões práticas. BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular–BNCC. 2ª versão. Brasília, DF, 2016. BRASIL. MEC/Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: Ministério da Educação, 1999. BRASIL. Referências Curriculares Nacionais da educação profissional de nível técnico. Introdução. Brasília: Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2000. (versão preliminar). Disponível em: http://www. mec.gov.br. Entrar em: Portal do MEC, ensino profissional; publicações. BRASIL. PCN+ Ensino Médio: Orientações Educacionais Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/SEMTEC, 2002. CACHAPUZ, A. [et. al], (Orgs). A necessária renovação do ensino das ciências. São Paulo: Cortez, 2005. CARVALHO, A. M. P. (Org.) Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. DELIZOICOV. D. et.at. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2000. GASPAR, A. Experiências de Ciências para o ensino fundamental. São Paulo: Ática, 2005. LIBÂNEO. J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. MARQUES, R.N. Considerações sobre metodologia e recursos didáticos de ensino: limites e possibilidades. In: MASSABNI, V. G (org). Ensaios pedagógicos e a docência no ensino superior. Ribeirão Preto: Funpec Editora. p. 61-72. 2017. MORAN, J.M., MASETTO, M.T., BEHRENS, M.A. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 13. Campinas, SP: Papirus, 2000. PIMENTA, S.G. e LIMA, M.S.L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2004. VEIGA, I.P.A. (Org.) Técnicas de ensino: por que não? 13. ed. Campinas: Papirus, 2002. SÃO PAULO, Secretaria de Estado de Educação. Currículo do Estado de São Paulo: Ciências da Natureza e suas tecnologias. São Paulo: SEE, 2011. ZABALA, A. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. Cap. 2: A função social do ensino e a concepção sobre os processos de aprendizagem: instrumentos de análise (págs. 27 a 52). Literatura Complementar: BROUGÈRE, Gilles. Brinquedo e Cultura São Paulo: Cortez, 2006. OLIVEIRA, Paulo Sales. O que é Brinquedo. São Paulo: Brasiliense, 1984 CARNEIRO TOMAZELLO, M.G. e SCHIEL, D. O livro da experimentoteca: educação para as ciências da natureza através de práticas experimentais. Piracicaba: VITAE/UNIMEP/USP, 2000. CASSIANI, S., VON LINSINGEN, I. (2009). Formação inicial de professores de Ciências: perspectiva discursiva na educação CTS. Educar em Revista, (34), 127-147. https://dx.doi.org/10.1590/S0104-40602009000200008 FUNBEC. Laboratório básico polivalente de ciência para o primeiro grau: manual do professor. Rio de Janeiro: MEC: FENAME:PREMEN: DEF, 1978. FURIÓ MAS, C.J. Tendencias actuales en la formación del profesorado de Ciencias. Enseñanza de las Ciencias, 12 (2), 188-199, 1994. KISHIMOTO, T.M (Org) Jogo, brinquedo, brincadeira e educação S.P, Cortez, 2005. NEVES, E. D. O trabalho de professores em contexto rural: uma investigação. In: Trabalhos apresentados no GT 6 da ANPED. Caxambu: ANPED, 2007. Disponível em: www.anped.org.br Papirus, 1985. PAVÃO, A. C. e FREITAS, D. de. (ORg.) Quanta Ciência há no ensino de Ciências. São Carlos: EDUFSCar, 2011 SANTANI, N.D. e TERRAZZAN, E. A. Ensino de física com equipamentos agrícolas numa escola agrotécnica. Experiências em Ensino de Ciências, v 1, n. 2, p. 50 – 61, 2006. TELLES, M.Q., ROCHA, M.B., PEDROSO, M.L., MACHADO, S.M.C. Vivências integradas com o meio ambiente. São Paulo: Sá Editora, 2002.
 

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