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Júpiter - Sistema de Graduação

Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
 
Produção Vegetal
 
Disciplina: LPV0506 - Plantas Oleaginosas
Oil Plants

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2010 Desativação:

Objetivos
Proporcionar aos alunos conhecimentos de natureza básica e aplicada sobre as técnicas de produção das principais plantas oleaginosas de ciclo anual, de maneira a desenvolver o raciocínio crítico quanto às tecnologias atualmente disponíveis aos produtores e capacitá-los no reconhecimento de problemas relacionados à produção, visando a adoção de medidas que resultem em maior eficiência técnico-econômica do sistema de produção vegetal, com maior ênfase para as culturas de soja, amendoim e girassol. Visa também, educar os alunos na adoção e interpretação da nomenclatura técnica inerente aos agronegócios das plantas oleaginosas.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
5042761 - Francisco Guilhien Gomes Junior
 
Programa Resumido
Estudo sobre a tecnologia da produção vegetal das principais plantas de ciclo anual produtoras de óleo do Brasil. O elenco potencialmente didático de espécies oleaginosas é constituído por soja, amendoim, girassol, mamona, gergelim e canola. Para cada cultura, abordam-se os seguintes temas: Origem, difusão geográfica e importância da cultura; Classificação botânica, descrição agrobotânica e fenologia; Objetivos do melhoramento genético e cultivares; Ecofisiologia; Preparo da área agrícola; Instalação da cultura; Condução da cultura (tratos culturais); Colheita e Sistemas de Produção. Observação: O aprendizado sobre as tecnologias de produção das culturas de mamona, gergelim e canola fundamenta-se no exclusivo interesse dos alunos regularmente matriculados e na adoção do raciocínio analógico, isto é, por analogia ao aprendizado relacionado às culturas da soja, amendoim e girassol.
 
Soybean, peanut, sunflower, castor beans, sesame and canola: crop origin, geographical diffusion and relevance, botanic classification, agro botanical description and phenology, objectives of the genetic and cultivar improvement; Soil preparation, installation; Crop conduction, harvesting and cropping systems.
 
 
Programa

1. Apresentação do programa da disciplina, do sistema de avaliação, do calendário de provas e da bibliografia básica. Visita ao campo para primeiros contatos com as plantas oleaginosas de ciclo anual. 2. Soja: importância econômica e estudo da planta (descrição agrobotânica e fenologia). 3. Soja: estudo da planta (hábitos de crescimento, melhoramento e cultivares). 4. Soja: ecofisiologia (elementos de clima e produtividade). 5. Soja: ecofisiologia (elementos de solo e produtividade). 6. Soja: nutrição mineral, calagem e adubação. 7. Soja: preparo da área agrícola (preparo convencional, preparo mínimo e plantio direto). 8. Soja: instalação da cultura I (épocas de semeadura, qualidade da semente e preparo da semente). 9. Soja: Instalação da cultura II (semeadura e adubação de base; profundidade de semeadura; manejo populacional e manejo varietal da cultura). 10. Soja: condução da cultura I (manejo das plantas daninhas). 11. Soja: condução da cultura II (manejo das principais pragas e doenças). 12. Soja: colheita e sistemas de produção. 13. Amendoim: problemas da produção, estudo da planta e ecofisiologia. 14. Amendoim: instalação, condução e colheita. 15. Girassol: problemas da produção, estudo da planta e ecofisiologia. 16. Girassol: instalação, condução e colheita. 17. Revisão da matéria lecionada.

 
 
 
Avaliação
     
Método
6.1 Sistema de Avaliação

O Sistema de Avaliação da aprendizagem constitui-se na aplicação de 3 (três) provas abrangentes e na exigência de entrega de uma trabalho prático e de um trabalho de monografia.

Provas Abrangentes (P): Ao longo do semestre letivo são oferecidas 3 (três) provas abrangentes que abordam os seguintes temas didáticos: a) Prova-1 (P1) = agronegócios das plantas de soja, amendoim e girassol; b) Prova-2 (P2) = estudos da planta e do ambiente de produção das plantas oleaginosas; c) Prova-3 (P3) = manejo da produção de plantas oleaginosas. O conteúdo de cada prova aborda matéria progressiva e integral (conteúdo acumulativo), lecionada em aulas anteriores e respectivas ao tema de cada prova. Também é passível de cobrança em provas abrangentes os assuntos lecionados nas atividades práticas, além de leituras didáticas extra classe.

Trabalho Prático (TP): Cada aluno deverá acompanhar o crescimento vegetativo e o desenvolvimento reprodutivo de um dos cultivares de soja, amendoim ou girassol instalados nos canteiros didáticos do Pavilhão de Agricultura. Ao final do semestre letivo deverá entregar um Relatório Técnico sobre o respectivo cultivar, associado ao relato das principais atividades práticas executadas durante o oferecimento da disciplina

Trabalho de Monografia (TM): Trabalho a ser desenvolvido individualmente (opcional) ou em grupo, com no máximo 3 (três) alunos. O Trabalho de Monografia (TM) versará sobre assunto diretamente relacionado à Fitotecnia das Plantas Oleaginosas. O conteúdo desse trabalho será definido pelo professor responsável junto com os alunos, a partir de uma lista de sugestão de assuntos para elaboração da monografias. Os grupos de cada turma de alunos deverão entregar o Trabalho de Monografia na forma impressa até a última aula do mês de maio. Posteriormente, até a última aula do semestre letivo, cada grupo deverá apresentar publicamente, na forma de projeção multimídia, seu respectivo tema de monografia, devendo entregar ao professor responsável, cópia da apresentação em arquivo eletrônico.
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Observação: A não participação individual ou coletiva na data da apresentação pública do Trabalho de Monografia implicará na aplicação de nota zero nessa modalidade de avaliação.
Critério
6.2 Cálculo da Nota Final (NF)

NF = (P1 + 2P2 + P3 + TP + 5TM) / 10
sendo;
NF = nota final.
P1; P2 e P3 = notas obtidas nas provas abrangentes com peso de valor 1 (hum) para as provas P1 e P3 e peso de valor 2 (dois) para a prova P2.
TP = nota obtida no trabalho prático individual, com peso de valor 1 (hum).
TM = nota obtida no trabalho de monografia em grupo, atribuindo-se peso de valor 5 (cinco), desdobrado em valor 3 (três) para conteúdo monográfico; valor 1 (hum) para apresentação oral e peso de valor 1 (hum) para clareza nas respostas às perguntas.


6.3 Limite MÁXIMO de faltas: 5 (cinco) = 17 aulas x 30% de ausências permitidas.

6.4 Aprovação na Disciplina:

É aprovado na disciplina, o aluno regularmente matriculado que obtiver nota final igual ou superior a 5,0 (cinco) e apresentar freqüência regimental mínima de 70% (setenta por cento).


7. PROVA DE REPOSIÇÃO
NÃO HAVERÁ PROVA DE REPOSIÇÃO.

Norma de Recuperação
NÃO HAVERÁ SISTEMA DE RECUPERAÇÃO.
 
Bibliografia
     
9.1. Soja

ARANTES, N. E.; SOUZA, P. I. M. Cultura da soja nos cerrados. Piracicaba, Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato. 1993. 535 p.




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CÂMARA, G.M.S. Ecofisiologia da cultura da soja. In: CÂMARA, G.M.S.; MARCOS FILHO, J.; OLIVEIRA, E.A.M. SIMPÓSIO SOBRE A CULTURA E PRODUTIVIDADE DA SOJA, 1. Anais. Piracicaba, 15-18 de julho de 1991. ESALQ/USP, Departamento de Agricultura. FEALQ, Piracicaba, 1992. p. 129-42.

CÂMARA, G.M.S. Soja: produção, pré-processamento e transformação agroindustrial. São Paulo, Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia, s/d. 82 p. (Série Extensão Agroindustrial, 7).

CÂMARA, G.M.S. Soja: tecnologia da produção. Gil Miguel de Sousa Câmara (editor). Piracicaba: G. M. S. Câmara, 1998. 293 p.

CÂMARA, G. M. S. Fenologia da soja. Informações Agronômicas, n. 82, jun./98. Piracicaba, Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato. p. 1-6. 1998.

CÂMARA, G.M.S. Soja: tecnologia da produção II. Gil Miguel de Sousa Câmara (editor). Piracicaba: G. M. S. Câmara, 2000. 450 p.


9.2. Girassol

CÂMARA, G.M.S.; CHIAVEGATO, E.J. O agronegócio das plantas oleaginosas: Algodão, amendoim, girassol e mamona. Gil Miguel de Sousa Câmara; Ederaldo José Chiavegato (Coordenador). Piracicaba: ESALQ/LPV, 2001. 204p.

CÂMARA, G.M.S.; MONTEIRO, C. A. Potencial da cultura do girassol para rotação com cana-de-açúcar. In: REUNIÃO NACIONAL DE PESQUISA DE GIRASSOL, XX. Resumos. Campinas, set./1997. IAC e ITAL. p. 1-4. 1997.

CÂMARA, G.M.S.; ANDRADE, F.M.E. Silagem de girassol. In: REUNIÃO NACIONAL DE PESQUISA DE GIRASSOL, XX. Resumos. Campinas, set./1997. IAC e ITAL. p. 5-7. 1997.
LPV0506-6/7

CASTRO, C. de; CASTIGLIONI, V.B.R.; BALLA, A.; LEITE, R.M.V.B. de C.; KARAM, D.; MELLO, H.C.; GUEDES, L.C.A.; FARIAS, J.R.B. A cultura do girassol. Londrina, EMBRAPA-CNPSo. 1997. 36 p. (EMBRAPA-CNPSo. Circular Técnica, 13).

LEITE, R.M.V.B. de C. Doenças do girassol. Londrina, EMBRAPA-CNPSo. 1997. 68 p. (EMBRAPA-CNPSo. Circular Técnica, 19).

VRÂNCEANU, A. V. El girasol. Madrid, Mundi-Prensa. 1977. 379 p.


9.3. Amendoim

CÂMARA, G.M.S.; CHIAVEGATO, E.J. O agronegócio das plantas oleaginosas: Algodão, amendoim, girassol e mamona. Gil Miguel de Sousa Câmara; Ederaldo José Chiavegato (Coordenador). Piracicaba: ESALQ/LPV, 2001. 204p.


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CÂMARA, G.M.S. Amendoim: produção, pré-processamento e transformação agroindustrial. São Paulo, Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia, s/d. 72 p. (Série Extensão Agroindustrial, 3).

TASSO JUNIOR, L. C.; MARQUES, M. O.; NOGUEIRA, G. A. A cultura do amendoim. Jaboticabal: Luiz Carlos Tasso Junior, Marcos Omir Marques, Gustavo de Almeida Nogueira. 218 p. 2004.

9.4. Mamona

AZEVEDO, D. M. P de.; LIMA, E. F. O Agronegócio da Mamona no Brasil. Embrapa Algodão (Campina Grande-PB). Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2001. 350 p.

CÂMARA, G.M.S.; CHIAVEGATO, E.J. O agronegócio das plantas oleaginosas: Algodão, amendoim, girassol e mamona. Gil Miguel de Sousa Câmara; Ederaldo José Chiavegato (Coordenador). Piracicaba: ESALQ/LPV, 2001. 204p.

EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DE MINAS GERAIS. Oleaginosas. Belo Horizonte, EPAMIG, Informe Agropecuário, 1981. 7(82). 100p.

SAVY FILHO, A. Mamona teconologia agrícola. Campinas: EMOPI, 105 p. 2005.

9.5. Gergelim

BELTRÃO, N.E. de M.; FREIRE, E.C. Cultura do gergelim (Sesamum indicum L.) no Nordeste do Brasil. Campina Grande, EMBRAPA-CNPA. 1986. 18 p. (EMBRAPA-CNPA. Circular Técnica, 12).

BELTRÃO, N. E. de N.; VIEIRA, D. J. O Agronegócio do Gergelim no Brasil. Embrapa Algodão (Campina Grande-PB). Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2001. 348 p.

9.6. Canola

DIAS, J.C.A. Canola = colza: alternativa de inverno com perspectiva de produção de óleo comestível e combustível. Capão do Leão, EMBRAPA-CPATB. 1992. 46p. (EMBRAPA-CPATB. Boletim de Pesquisa, 3).




 

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