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Júpiter - Sistema de Graduação

Museu de Arqueologia e Etnologia
 
Museu de Arqueologia e Etnologia
 
Disciplina: MEA0003 - Arqueologia Brasileira
Brazilian Archaeology

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 1
Carga Horária Total: 90 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2018 Desativação:

Objetivos
- Introduzir os alunos à prática arqueológica no Brasil, a partir de uma perspectiva histórica, metodológica e temática. - Apresentar os principais temas de estudo: ocupação humana do continente americano; grupos caçadores-coletores e pescadores-coletores; grupos horticultores; fenômenos de expansão e diáspora no passado pré-colonial; arqueologia histórica e do mundo contemporâneo no Brasil.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
3715715 - Andre Menezes Strauss
1753106 - Veronica Wesolowski de Aguiar e Santos
5490383 - Ximena Suarez Villagran
 
Programa Resumido
1. Introdução à Arqueologia 2. História da Arqueologia no Brasil 3. Origem e dispersão de Homo sapiens 4. Ocupação da América 5. Caçadores-coletores do Brasil 6. Arqueologia de sambaquis 7. Grupos horticultores do Brasil 8. Arqueologia histórica
 
 
 
Programa
1. Introdução à Arqueologia: o que é arqueologia? História da disciplina desde o século XIX até hoje e principais correntes teóricas. 2. História da Arqueologia no Brasil: constituição do campo, principais temas de estudo e abordagens teóricas, atuação profissional do/a arqueólogo/a. 3. Origem e dispersão de Homo sapiens: origem da nossa espécie e movimentos migratórios da África a América. 4. Ocupação da América: cronologia e debates sobre o povoamento americano, principais sítios nas Américas e características das primeiras ocupações do Brasil. 5. Caçadores-coletores no Brasil: modo de vida caçador-coletor, tecnologia lítica e modelos classificatórios usados na arqueologia Brasileira. A diversidade de indústrias líticas no Brasil. 6. Arqueologia de sambaquis: histórico das pesquisas, zooarqueologia, bioarqueologia, processos de formação, relação com os ambientes costeiros e contato com os grupos horticultores. 7. Grupos horticultores no Brasil: origem da domesticação de espécies vegetais americanas. A relação entre etnografia, linguistica e arqueologia. Tecnologias cerâmicas dos grupos horticultores da região Sul, Sudeste, Nordeste, Brasil Central e Amazonia. Processos de diáspora e expansão e sua identificação no registro arqueológico. 8. Arqueologia histórica: definições e principais temas de estudo. Arqueologia urbana e do mundo contemporâneo. Arqueologia na cidade de São Paulo.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Duas provas ao longo do semestre (parcial e final); seminários em grupo e exercícios em sala de aula.
Critério
O aluno deve ser capaz de estabelecer conexões e reflexões críticas sobre os conteúdos estudados demonstrando capacidade de reconstrução própria e de relacionar os diversos conteúdos. Também deve se apropriar do vocabulário próprio da área e utilizá-lo com propriedade ao se expressar sobre assunto concernente à disciplina.
Norma de Recuperação
Não há recuperação.
 
Bibliografia
     
CARBONERA, M., SCHMITZ, P.A. 2011. Antes do oeste catarinense: arqueologia dos povos indígenas. Argos, Editora da Unochapecó, Chapecó. DA-GLÓRIA, P., NEVES, W., HUBBE, M. 2016. Lagoa Santa: História das pesquisas arqueológicas e paleontológicas. Annablume, São Paulo. GASPAR, M.D. 2004. Sambaqui: Arqueologia do Litoral Brasileiro. Jorge Zahar, Rio de Janeiro. MARTIN, G. 2005. Pré-história do Nordeste do Brasil. UFPE Editoria Universitária, Recife. MACHADO, G., SOUZA, F.C.A., STEINBACH, J. 2013. Educação patrimonial e arqueologia pública. Casa Aberta Editora, Joinville. MORALES, W.F., MOI, F.P. 2009. Cenários regionais em arqueologia brasileira. Annablume, São Paulo. PEREIRA, E., GUAPINDAIA, V. (Orgs.). 2010. Arqueologia Amazônica. Museu Paraense Emílio Goeldi – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Secretaria de Estado de Cultura do Pará, Volumens I e II, Belém. PROUS, A. 1991. Arqueologia Brasileira. Editora UnB, Brasília. PROUS, A., LIMA, T.A. 2010. Os ceramistas Tupiguarani, Volume I – Sínteses Regionais. Superintendencia do IPHAN em Minas Gerais, Belo Horizonte. VILLAGRAN, X.S. 2010. Geoarqueologia de um sambaqui monumental: Estratigrafias que falam. Annablume, São Paulo.
 

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