Informa??es da Disciplina

 Preparar para impressão 
Júpiter - Sistema de Graduação

Faculdade de Medicina
 
Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
 
Disciplina: MFT0921 - Prática Supervisionada em Terapia Ocupacional I
Supervised Practice in Occupational Therapy I

Créditos Aula: 6
Créditos Trabalho: 2
Carga Horária Total: 150 h ( Estágio: 150 h )
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2018 Desativação:

Objetivos
Objetivo Geral: Possibilitar a construção de experiências práticas supervisionadas centradas no conhecimento, vivência, discussão e reflexão sobre: o As populações atendidas em Terapia Ocupacional em seus contextos de vida, redes sociais, especialmente no que se refere à autonomia, cotidiano, participação social e exercício de direitos; o Os funcionamentos institucionais, sua inserção territorial e suas propostas, o O desenvolvimento de estratégias de interação, comunicação, convivência e mediação de relações pessoas-contextos nos cenários de práticas. Objetivos específicos: Possibilitar ao estudante: 1) contato com as populações alvo da terapia ocupacional, com distintas problemáticas, em diferentes ciclos e condições de vida; 2) contato com diferentes histórias de vida, suas dimensões no cotidiano e itinerários percorridos por pessoas e/ou coletivos (família, grupos sociais ou comunidade) visando a atenção das necessidades sociais e de saúde; 3) aproximações teóricas e metodológicas que favoreçam a reflexão crítica sobre as diferentes necessidades, acesso a serviços, formas de participação e inclusão social dessas populações.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
83981 - Eucenir Fredini Rocha
2089970 - Fatima Correa Oliver
1373516 - Maria Helena Morgani de Almeida
3199961 - Rosé Colom Toldrá
 
Programa Resumido
I. Aproximação e vivência com populações acompanhadas em terapia ocupacional: pessoas com limitações em atividades e restrição a participação na vida social, relacionadas aos ciclos e condições de vida, a problemas de saúde e vulnerabilidade pessoal e social; II. Aprendizado de técnicas de registro de história oral de vida, vida cotidiana, percursos/itinerários e redes de suporte; III. Entrevistar, visitar e conviver com populações alvo da terapia ocupacional.
 
 
 
Programa
I. Aproximação e vivência com populações acompanhadas em terapia ocupacional: pessoas com limitações em atividades e restrição a participação na vida social, relacionadas aos ciclos e condições de vida, a problemas de saúde e vulnerabilidade pessoal e social; II. Aprendizado de técnicas de registro de história oral de vida, vida cotidiana, percursos/itinerários e redes de suporte; III. Entrevistar, visitar e conviver com populações alvo da terapia ocupacional.
 
 
 
Avaliação
     
Método
A avaliação será realizada de forma processual e continuada, podendo abarcar: a) Participação e Frequência nas atividades propostas em serviços e ou projetos de atenção, em reuniões de orientação, em supervisão e atividades de estudo; b) Documentação das atividades; c) Leitura e discussão de textos; d) Registros das vivências constando elaborações singulares das atividades desenvolvidas; e) Seminários Temáticos; f) Avaliação Final.
Critério
Assiduidade e pontualidade nas atividades propostas pela disciplina Verificação de aprendizagem dos conteúdos teórico-metodológicos por meio de sua aplicação prática. Participação ativa e reflexiva nas rodas de conversa reflexivas, dinâmicas de grupo, experimentação das técnicas de registro e simulação de situações. Apresentação de diário de campo descritivo-reflexivo conforme orientações e cronograma proposto na disciplina.
Norma de Recuperação
Não há.
 
Bibliografia
     
ALVES P. C. B., SOUZA I. M. Escolha e avaliação de tratamento para problemas de saúde: considerações sobre o itinerário terapêutico. In: Rabelo M. C, Alves P. C. B., Souza I. M. A, Organizadores. Experiência de doença e narrativa. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 1999. p. 125-38. BELLATO R., ARAÚJO L. F. S., FARIA A. P. S., COSTA A. L. R. C., MARUYAMA S. A. T. Itinerários terapêuticos de famílias e redes para o cuidado na condição crônica: alguns pressupostos. In: Pinheiro R, Martins PH, organizadores. Avaliação em saúde na perspectiva do usuário: abordagem multicêntrica. Recife: Ed Universitária UFPE; 2009. p.187-94. BRASIL. Decreto 6.949 de 25 de agosto de 2009. Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007. Diário Oficial da União, Brasília – DF, 26 ago. 2009. BUDO, M. L. D. et al. Práticas de cuidado em relação à dor: a cultura e as alternativas populares. Esc. Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p. 90-96, mar. 2008. CECÍLIO, L. C. O. As necessidades de saúde como conceito estruturante na luta pela integralidade e equidade na atenção em saúde. In: PINHEIRO, R.; MATOS, R. A. (Org.). Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. Rio de Janeiro: IMS/UERJ, 2001. p. 113-26. CÔRTES SV. Introdução: atores, mecanismos e dinâmicas participativas. In: CÔRTES, S. V, organizador. Participação e saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2009. p. 19-39. COSTA, S.L.; MACIEL, T. M. F. B. Os sentidos da comunidade: a memória de bairro e suas construções intergeracionais em estudos de comunidade. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 61, p. 60-72, 2009. DINIZ, D. O que é deficiência. 2007. Disponível em http://robertagnunes.files.wordpress.com/2011/12/diniz-o-que-e-deficiencia-2.pdf: Acesso em 27/01/2014. EGRY, Y.; OLIVEIRA, M. A. C. Marcos teóricos e conceituais de necessidades. In: EGRY, Y. (Org.). As necessidades em saúde na perspectiva de atenção básica: guia para pesquisadores. São Paulo: Dedone, 2008.v. 1, p. 31-38. GERHARDT, T. E. Itinerários terapêuticos em situações de pobreza: diversidade e pluralidade. Cad. Saúde Pública, 2006; 22(11), p. 2449-2463. LANNA JÚNIOR, Mário Cléber Martins (Comp.). História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil. - Brasília: Secretaria de Direitos Humanos. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 2010. 443p Disponível em http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/publicacoes/historia-do-movimento-politico-das-pessoas-com-deficiencia-no-brasil Acesso em 31 mar 2013 MONKEN, M; PEITER, P, BARCELLOS, C; ROJAS, LI, NAVARRO, M. GPONDIM, G.M.M., GRACIE, R. O território na saúde: construindo referencias para analises em saúde e ambiente. In: MIRANDA, A. C.; Rio de Janeiro: Fiocruz, p. 23-55. 2008. PIEROTE SILVA, V., BARROS, D. D. Método história oral de vida: contribuições para a pesquisa qualitativa em terapia ocupacional. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v.21, p.68 - 73, 2010. STOTZ, E. N. . Participação social. In: PEREIRA, Isabel Brasil; LIMA, Júlio César França. (Org.). Dicionário de educação profissional em saúde. 2ed. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, 2009. Disponível em http://www.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/parsoc.html Acesso em 03 mar 2017 Bibliografia complementar AOKI, M. OLIVER, F. C. Pessoas com deficiência moradoras de bairro periférico da cidade de São Paulo: estudo de suas necessidades. Cadernos de Terapia ocupacional. 2013; 21(2). Disponível em http://dx.doi.org/10.4322/cto.2013.040 BURILLE, A.; GERHARDT, T. E. Doenças crônicas, problemas crônicos: encontros e desencontros com os serviços de saúde em itinerários terapêuticos de homens rurais. Saúde soc., São Paulo, v. 23, n. 2, p. 664-676, Jun. 2014. CANESQUI, A. M. Estudo de caso sobre a experiência com a "pressão alta". Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 23, n. 3, p. 903-924, Set. 2013. CONILL, E. M. et al. O mix público-privado na utilização de serviços de saúde: um estudo dos itinerários terapêuticos de beneficiários do segmento de saúde suplementar brasileiro. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, p. 1501-1510, Out. 2008. ESCOREL, S. M; MOREIRA, M. R. Participação Social. In: GIOVANELLA L. et. al. (org.). Políticas e Sistema de Saúde. RJ/SP: Fiocruz/CEBES, 2009. p. 979-1010 FAVERO-NUNES, M. A.; SANTOS, M. A. Itinerário terapêutico percorrido por mães de crianças com transtorno autístico. Psicol. Reflex. Crit., Porto Alegre, v. 23, n. 2, p. 208-221, 2010FRAGOSO, L. V. C. et al. Vivências cotidianas de adolescentes com diabetes mellitus tipo 1. Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 19, n. 3, p. 443-451, Set. 2010. MARQUES, A. L. M.; MANGIA, E. F. Itinerários terapêuticos de sujeitos com problemáticas decorrentes do uso prejudicial de álcool. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 17, n. 45, p. 433-444, jun. 2013 OTHERO, M.B.; AYRES, J.R.C.M. Necessidades de saúde da pessoa com deficiência: a perspectiva dos sujeitos por meio de histórias de vida. Interface (Botucatu) [online]. 2012, 16 (40): 219-234. Disponível em http://dx.doi.org/10.1590/S1414-32832012005000010 PINHO, Paula Andréa; PEREIRA, Pedro Paulo Gomes. Itinerários terapêuticos: trajetórias entrecruzadas na busca por cuidados. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 16, n. 41, p. 435-450, Jun. 2012. TRAD, L. A. B. et al. Itinerários terapêuticos face à hipertensão arterial em famílias de classe popular. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 26, n. 4, p. 797-806, Abr. 2010.
 

Clique para consultar os requisitos para MFT0921

Clique para consultar o oferecimento para MFT0921

Créditos | Fale conosco
© 1999 - 2020 - Superintendência de Tecnologia da Informação/USP