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Júpiter - Sistema de Gestão Acadêmica da Pró-Reitoria de Graduação


Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
 
Disciplinas Interdepartamentais
 
Disciplina: RCG3038 - Terapia Ocupacional Aplicada às Condições do Adulto I
Occupational Therapy Applied to Conditions of the Adult I

Créditos Aula: 4
Créditos Trabalho: 0
Carga Horária Total: 60 h
Tipo: Semestral
Ativação: 01/01/2018 Desativação:

Objetivos
- Entender a relação saúde e doença em condições crônicas e crônico-degenerativas
- Caracterizar os fatores que influenciam a vida e os papéis ocupacionais do indivíduo com doenças crônicas ou crônico-degenerativas, submetidos a diferentes tipos de sofrimentos (biopsicossociais e espirituais);
- Desenvolver as habilidades para a prática profissional do terapeuta ocupacional com pessoas em condições crônicas e crônico-degenerativas, inclusive quando em Cuidados Paliativos.
-Conhecer o impacto do transtorno mental severo e persistente na vida ocupacional da pessoa em sofrimento psíquico, incluindo seus cuidadores;
-Caracterizar as políticas públicas, equipamentos de saúde mental e as possibilidades de atuação do terapeuta ocupacional junto a usuários e cuidadores.
- Desenvolver conhecimentos sobre as s políticas públicas para as pessoas com deficiência, a história e tendência da prática de tratamento na área de saúde física.
- O desempenho ocupacional de pessoas com disfunções físicas e os modelos para a intervenção da terapia ocupacional junto a esta população, em contextos de tratamento voltados mais especificamente aos cuidados em saúde física.
 
 
 
Docente(s) Responsável(eis)
5746391 - Amanda Polin Pereira
3160040 - Leonardo Martins Kebbe
64516 - Marysia Mara Rodrigues do Prado de Carlo
 
Programa Resumido
Condições Crônicas ou crônico-degenerativas, inclusive em Cuidados Paliativos
Introdução à Terapia Ocupacional em Saúde Mental e Saúde Física
 
 
 
Programa
Condições Crônicas e crônico-degenerativas
1. Condições crônicas – aspectos epidemiológicos, socioeconômicos e culturais
2. Processos de interação fisiopsicossocial e Psicossomática
3. Condições crônicas de saúde do adulto, com ênfase no desempenho ocupacional e nos papeis ocupacionais;
4. Atenção a pacientes em condições crônico-degenerativas em diferentes contextos
5. Diferentes modalidades de atenção de Terapia Ocupacional a pessoas em condições crônicas, incluindo atenção domiciliar (visita, assistência e internação domiciliar)
6. Condições crônico-degenerativas “fora de possibilidades de cura” - Cuidados Paliativos

Terapia Ocupacional em Saúde Mental
1. Transtornos mentais severos e persistentes: características gerais (esquizofrenia, transtornos do humor e transtornos da personalidade);
2. Desempenho ocupacional e papéis ocupacionais de pacientes e cuidadores;
3. Políticas públicas de saúde mental;
4. Equipamentos de saúde mental e rede de atenção em saúde mental;
5. Atuação terapêutico-ocupacional em saúde mental.

Terapia Ocupacional em Saúde Física
1. As políticas públicas para as pessoas com deficiência,
2. História, processos, contexto e tendências da prática de tratamento em saúde física.
3. O desempenho ocupacional e os modelos para a intervenção da terapia ocupacional em saúde física.
4. O processo de terapia ocupacional e o contexto de tratamento na área de saúde física.
 
 
 
Avaliação
     
Método
Avaliação processual e formativa, considerando aspectos cognitivos, procedimentais e atitudinais.
Apresentação de seminários (avaliação parcial) e prova escrita (avaliação final)
Critério
Aspectos Cognitivos: apreensão dos conceitos referente a condições crônicas e as possibilidades de intervenção do terapeuta ocupacional.
. Critérios utilizados: organização; análise-síntese; clareza de conceitos e argumentação lógica, correção na linguagem, integração teórico-prática.

Aspectos procedimentais: identificação de sujeitos com condições crônicas e das alterações da sua vida ocupacional decorrentes dessa condição;

Aspectos atitudinais: assiduidade, pontualidade, cumprimento de prazos e tarefas, responsabilidade, cooperação, comunicação, iniciativa, respeito aos colegas, professores e terapeutas ocupacionais com os quais mantiver contato; participação efetiva nas aulas e demais atividades propostas.
Norma de Recuperação
É necessário ter, no mínimo, média final 5,0. Se isto não for alcançado, o aluno deverá fazer atividade de recuperação antes do início do próximo semestre letivo.

A média final será proporcional ao número de créditos ministrados:
Peso 2 – condições crônicas (correspondente a 2cr/aula)
Peso 1 – Saúde Mental (correspondente a 1cr/aula)
Peso 1 – Saúde Física (correspondente a 1cr/aula)

A frequência mínima é 70% (o que será considerado na avaliação final).

Observação: não existe recuperação para reprovação em aspectos atitudinais.
 
Bibliografia
     
14. Bibliografia Básica: ARAÚJO LFS, Bellato R, Hiller M. Itinerários terapêuticos de famílias e redes para o cuidado na condição crônica: algumas experiências. In: Pinheiro R, Martins PH, editors. Avaliação em saúde na perspectiva do usuário: abordagem multicêntrica. RJ. CEPESC/ IMS-UERJ; Recife: Ed. Universitária UFPE; 2009. p. 203-14. ARIES, P., O Homem Diante da Morte. Ed. UNESP, 2014, 837p. BIFULCO, V. A.; CAPONEIRO, R. Cuidados Paliativos. Conversas Sobre a Vida e a Morte na Saúde. Ed. Manole, 2015, 192p. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil 2011-2022 /Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cartilha_plano.pdf BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento deAtenção Básica. Documento de diretrizes para o cuidado das pessoas com doenças crônicas nas Redes de Atenção à Saúde e nas linhas de cuidado prioritárias . Brasília, 2012, 34 p. BRASIL. Ministério da Saúde. Política nacional de atenção básica. Brasília, 2006. (Série A, Normas e Manuais Técnicos, v.4). CAMPOLINA, A. G.; CICONELLI, R. M. Qualidade de vida e medidas de utilidade: parâmetros clínicos para as tomadas de decisão em saúde. Ver Panam Salud Publica/ Pan Am J Publuc Health 19 (2), 2006. DE CARLO, M.R.P., QUEIROZ, M.G.E. (org.) Dor e Cuidados Paliativos - Terapia Ocupacional e Interdisciplinaridade, SP, Ed. Roca, 2008. DE CARLO, M.M.R.P., KUDO, A.M. (org.) Terapia Ocupacional em Contextos hospitalares e Cuidados Paliativos, SP, Ed. Paya, 2017. FARIA, Ana Paula Silva de and BELLATO, Roseney. A vida cotidiana de quem vivencia a condição crônica do diabetes mellitus. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2009, vol.43, n.4, pp. 752-759. ISSN 0080-6234. http://dx.doi.org/10.1590/S0080-62342009000400003. MALTA,D.C.; CEZÁRIO,A.C.;MOURA.L. et al. A construção da vigilância e prevenção das doenças crônicas não transmissíveis no contexto do Sistema Único de Saúde. Epidemiol. Serv. Saúde. vol.15 no.3 Brasília Sept. 2006. MARUYAMA SAT, RIBEIRO RLR, PEREIRA, WR, BELLATO R, COSTA ALRC. Associações de pessoas com condição crônica: a politicidade como uma estratégia na construção da cidadania. Rev. Eletr. Enf. [Internet] 2009 [cited 2012 set 18]; 11(3):732-737. Available from: http://www.fen.ufg.br/revista/v11/n3/v11n3a35.htm MENDES, E.V. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2012. 512 p. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE Cuidados inovadores para condições crônicas: componentes estruturais de ação: relatório mundial, Brasília, 2003 ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE . Prevenção de Doenças Crônicas um investimento vital. © Copyright , 2005. Disponível em: http://www.who.int/chp/chronic_disease_report/part1_port.pdf Paula ES, Nascimento LC, Rocha SMM. Religião e espiritualidade: experiência de famílias de crianças com Insuficiência Renal Crônica. Rev. bras. enferm. [Internet] 2009 [cited 2012 jan 31];62(1):100-106. Available from: http://www.scielo.br/pdf/reben/v62n1/15.pdf OTHERO, M.B. Terapia Ocupacional: Práticas em Oncologia. Ed. Roca, 2010, 44op. PESSINI, L.; BERTACHINI, L. Humanização E Cuidados Paliativos. 2ª. Ed, Loyola, 2010, 360p. ROCHA, E. F. Reabilitação de pessoas com deficiência: a intervenção em discussão. São Paulo: Roca, 2006. SALLES, Mariana Moraes; BARROS, Sônia. Relações do cotidiano: a pessoa com transtorno mental e sua rede de suporte social. Physis, Rio de Janeiro, v. 21, n. 2, 2011. Disponivel em . Acessado em 08 Jan. 2014. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-73312011000200012 SANTOS, C.T. e SEBASTIANI, R.W. “Acompanhamento psicológico à pessoa portadora de doença crônica”. In: ANGERAMI-CAMON, V.A. et al (org.) E a Psicologia entrou no hospital. SP, Ed. Pioneira/Thomsom Learning, 2001, cap.3, p.147-176. SANTOS, F.S. Cuidados Paliativos - Discutindo a Vida, a Morte e o Morrer. Atheneu, 2010, 476p. SANTOS, F.S. , Cuidados Paliativos. Diretrizes, Humanização e Alivio De Sintomas. Atheneu, 2010. STOUDEMIRE, A. (org.) Fatores psicológicos afetando condições médicas. Porto Alegre, Artes Médicas Sul, 2000 SILVA,AH , BELLATO, ARAÚJO, L.F.S.. Cotidiano da família que experiência a condição crônica por anemia falciforme . Rev. Eletr. Enf. [Internet]. 2013 abr/jun;15(2):437-46. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v15i2.17687. doi: 10.5216/ree.v15i2.17687 SOUZA SPS, LIMA RAG. Condição crônica e normalidade: rumo ao movimento que amplia a potência de agir e ser feliz. Rev Latino-am Enfermagem. [Internet] 2007 [cited 2011 jun.06];15(1):156-64. Available from: http://www.scielo.br/pdf/rlae/v15n1/pt_v15n1a23.pdf
 

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